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A música Francesa é uma Pintura

Descrição

Após um aprendizado rigoroso no Conservatório de São Petersburgo, em 1918 Sergei Prokofiev deixou a Rússia revolucionária para realizar uma extensa turnê pela América do Norte. O Concerto para piano nº 3 em Dó maior é a principal obra sinfônica dos quatro anos em que ele viveu como um compositor “bolchevique” nos Estados Unidos. Ao estrear em Chicago em 16 de dezembro de 1921, com o compositor ao piano e a Chicago Symphony sob a regência de Frederick Stock, o opus 26 foi saudado como “o mais belo concerto moderno para piano”. Então com 19 anos, Joyce – a mais jovem concorrente presente – levou não só o segundo lugar no prêmio mais importante da noite, como também mais duas vitórias. Desse momento em diante, a sul-coreana já cativou os públicos das filarmônicas de Nova York, Los Angeles, da BBC e as sinfônicas de Chicago, São Francisco, Baltimore, Toronto, San Diego e Sydney. O primeiro contato de Joyce com o piano foi com a tia, aos quatro anos. Aos 11 anos, mudou-se para os Estados Unidos para estudar na Juilliard, onde apresentou o Concerto para piano nº 3 de Prokofiev com apenas doze anos. Após graduar-se com honras, Joyce Yang começou a percorrer os Estados Unidos e o Canadá com recitais solo ou em colaboração com orquestras, como a turnê asiática da Filarmônica de Nova York. Ela é uma artista Steinway. A característica visual da música francesa é retratada na aquarela vívida e moderna desta obra-prima de Dutilleux e nas deliciosas valsas de Ravel. A pianista Joyce Yang retorna ao nosso palco para executar um dos mais famosos concertos criados para o instrumento. Um dos programas mais variados de toda a temporada.

Localização
Praça João Luiz Alves - Praça Marília de Dirceu
Filarmônica Sala Minas Gerais
R. Alvarenga Peixoto, 2030 - Barro Preto, Belo Horizonte
Centro-Sul