No dia 27 de junho, última terça-feira do mês, é a vez da performance "A Marcha: por nós mesmos", cuja proposta consiste em ocupar ambientes públicos e "não-teatros", tendo a improvisação como linha-guia. O trabalho, dirigido pela artista Dudude Herrmann, desdobra-se a partir da atividade de formatura dos então alunos do Curso Técnico de Dança do Centro de Formação Artística e Tecnológica, da Fundação Clóvis Salgado, em 2022. Em sua primeira versão, o projeto reuniu três vídeos e uma instalação visual que ocuparam a Galeria Mari’Stella Tristão, no Palácio das Artes, em abril do mesmo ano.
A obra propõe a reflexão sobre a relação do ser humano com seu ambiente natural, tema que segue extremamente atual. Assim, diante das chances de levar o trabalho a outros ambientes, têm sido estudadas formas de adaptação pela turma de ex-estudantes - que hoje busca se consolidar como coletivo artístico, intitulado Bando Borboletas no Estômago. "Esse trabalho foi pensado através do desejo e da necessidade de reconexão com a Terra, reconhecendo que viemos da mesma origem e que estamos atrasados para alterar o modo de viver neste planeta lindo e tão maltratado", diz Dudude Herrmann.
Classificação Livre.
Entrada gratuita. Retirada de ingressos no Sympla.