Viaduto Santa Tereza
62ª edição do BNP — Batalha na Praça, Festival de Danças Urbanas
Viaduto Santa Tereza
Batalha na Praça
Realização da 62ª edição do BNP – Batalha na Praça, festival de danças urbanas que valoriza a cultura negra e periférica por meio de batalhas e apresentações nas modalidades hip hop freestyle, breaking, popping, Campbellock/locking e passinho de BH. O evento contará com jurados por modalidade, dois DJs, mestre de cerimônia, apresentação do grupo Soul Gueto e roda livre com o público. As inscrições serão gratuitas, com até 20 participantes por categoria, sendo selecionados 8 competidores por modalidade e 16 no passinho de BH, promovendo acesso, formação e intercâmbio cultural.
CLASSIFICAÇÃO: Livre
O coletivo BNP – Batalha na Praça tem sua trajetória iniciada em 2008, a partir da realização do projeto H2 – A Batalha, uma das primeiras iniciativas voltadas às batalhas de danças urbanas na cidade de Santa Luzia (MG). Desde então, o grupo atua de forma contínua no fortalecimento da cultura hip hop e das danças urbanas na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Com mais de 15 anos de atuação, o coletivo consolidou-se como uma das principais iniciativas independentes da cena urbana, realizando mais de 60 edições do evento, reunindo artistas, dançarinos e público em ações gratuitas que promovem batalhas, apresentações artísticas, rodas livres e intercâmbio cultural.
Ao longo de sua trajetória, o BNP tem se destacado por fomentar diferentes estilos das danças urbanas, como hip hop freestyle, breaking, popping, locking e passinho, criando um espaço democrático de expressão artística, valorização da cultura negra e fortalecimento das identidades periféricas.
Além das batalhas, o coletivo também desenvolve apresentações coreográficas, rodas de conversa e ações formativas, contribuindo diretamente para a formação de público e o surgimento de novos talentos na dança urbana.
Com forte atuação territorial e impacto social, o BNP – Batalha na Praça tornou-se referência na organização de eventos de dança urbana em Minas Gerais, mantendo viva a cultura hip hop por meio da ocupação de espaços públicos e do acesso gratuito à arte.