Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Show: Ritchie - Turnê "A vida tem dessas coisas"
    Show: Ritchie - Turnê "A vida tem dessas coisas"
    Show: Ritchie - Turnê "A vida tem dessas coisas"

    “Menina Veneno” chegou aos 40 anos.

    O tempo passou rápido para o maior sucesso da carreira de Ritchie: a música atravessou as últimas quatro décadas sendo cantada por todo mundo, não importa a geração.

    Então, nada mais justo que ele prepare uma grande comemoração para os 40 anos de lançamento do álbum (era assim que se chamava na época) “Voo de coração”, da qual “Menina Veneno” faz parte. Ritchie vai sair em turnê com o show “A Vida Tem Dessas Coisas”.

    No repertório, os sucessos que marcaram a carreira desse inglês que chegou ao Brasil nos anos 70 e não foi mais embora. São músicas que ainda estão e ficarão na memória por muitas tantas décadas.

    Para apresentar ao público canções como, “A Mulher Invisível”, “Casanova”, “Pelo Interfone”, “Transas”, além da própria “Menina Veneno” e de “A Vida Tem Dessas Coisas”, que empresta o nome à turnê, Ritchie montou um show para marcar época no século XXI. 

  • Show: Roberta Campos - O Amor Liberta
    Show: Roberta Campos - O Amor Liberta
    Show: Roberta Campos "O Amor Liberta"

    Uma das principais cantoras da nova geração, Roberta Campos, apresenta seu novo show,

    O Amor Liberta, em voz e violão, no dia 30 de julho, sábado, às 21 horas, no Teatro Sesiminas. “O Amor Liberta” é o novo álbum de Roberta Campos.

    Com 11 faixas inéditas, o trabalho produzido por Paul Ralphes mostra uma Roberta que se abriu para outros gêneros.

    Na mistura de sua MPB de voz e violão com indie, jazz, bossa nova ou blues, as faixas ganham swing e preservam a leveza característica da artista. Neste show, Roberta apresentará suas mais novas músicas em formato voz e violão.

    Além de outras tantas que marcaram a carreira da artista e foram de grande sucesso nas rádios e também nas trilhas das novelas nacionais.

    Assim, as novas faixas que já são sucesso de público e crítica, como “Miragem”, “Pro Mundo Que Virá”, “Começa Tudo Outra Vez” e “É Natural”, estarão juntas de hits como “De Janeiro a Janeiro”, “Minha Felicidade”, “Abrigo” e de suas releituras tão particulares de “Casinha Branca” e “Quase sem Querer”, entre outras tantas belas canções de amor e de bem viver que marcam o estilo da cantora e compositora mineira.

    A direção musical é da própria Roberta Campos. Figurino da Julia Pak.

    ‘“O Amor Liberta” é um álbum que fala sobre o meu momento, traz uma mensagem de resiliência, amor, força, coragem! Partindo do amor próprio que reverbera em toda a nossa vida. Fiquei por 6 anos sem lançar um álbum cheio e nesses seis anos eu me conheci muito, eu me perdoei, me melhorei, me aceitei, eu aprendi a me amar!’, conta Roberta.

  • Show: Roberta Sá em “Pra Nunca Se Acabar” - Mostra de Teatro e Música do Cine Theatro Brasil Vallourec
    Show: Roberta Sá em “Pra Nunca Se Acabar” - Mostra de Teatro e Música do Cine Theatro Brasil Vallourec
    Show: Roberta Sá em “Pra Nunca Se Acabar” - Mostra de Teatro e Música do Cine Theatro Brasil Vallourec

    Após um longo período de isolamento, quando revisitou em oito lives todo o repertório gravado nos 15 anos de carreira, Roberta Sá voltou a ensaiar por conta de um convite para participar virtualmente da Semana da Língua Portuguesa de Macau (China).

    Cercada de todos os protocolos sanitários, a cantora preparou cinco números inéditos em ‘Pra Nunca Se Acabar’. Criada em conjunto com a cenógrafa Gigi Barreto e as instrumentistas Samara Líbano (violão 7 cordas) e Aline Gonçalves (flauta e clarinete), a apresentação tem no repertório ‘Antes do Mundo Acabar’ (Zeca Baleiro e Zélia Duncan), ‘A Flor e o Espinho’ (Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito), ‘Janeiros’ (Roberta Sá e Pedro Luís), ‘Samba de Um Minuto’ (Rodrigo Maranhão) e ‘Nasci para Sonhar e Cantar’ (Dona Ivone Lara e Délcio Carvalho).

    ‘O violão da Samara carrega sensibilidade, generosidade e força, enquanto a Aline tem um som potente e melodioso na flauta.

    Nada é mais poderoso do que os espaços que nós, mulheres, ocupamos quando estamos juntas. Quando trocamos nossas experiências e apontamos caminhos umas para as outras’, reflete Roberta, que dará continuidade ao projeto com uma live em 27 de novembro na Mostra de Teatro e Música do Cine Theatro Brasil Vallourec, quando também estará acompanhada de Samara, Aline e da percussionista Geiza Carvalho.

    Também batizado de ‘Pra Nunca se Acabar’, o show será feito em Belo Horizonte, com parte da casa vendida e acesso online através de um ingresso.

    A presença feminina vai se estender também para o repertório, marcado por composições de Adriana Calcanhotto, Dona Ivone Lara e Zélia Duncan. Roberta aproveita esta volta ao palco para celebrar valores e reativar a esperança em um mundo pandêmico.

    ‘O que devemos extinguir do mundo para que ele renasça, o que queremos que permaneça?

    Encontro na música brasileira muitos desses elementos, como a diversidade, a tolerância, o respeito e um mar de possibilidades que podemos plantar de bom no mundo’, analisa.