Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Show: Sandra de Sá
    Show: Sandra de Sá
    Show: Sandra de Sá

    Com sua voz inconfundível e carisma vibrante, Sandra Sá chega ao Madalena, em Belo Horizonte, para três noites emocionantes e de muita animação, trazendo os ritmos e hits que embalaram a sua carreira.

     Ícone da música nacional, Sandra de Sá celebra o soul, o samba-funk e a diversidade rítmica brasileira em um show que esbanja tudo de melhor que a cantora tem a nos oferecer além de animar o público com canções que se tornaram icônicas na nossa cultura, integrando bailes e festas em todo país e emplacando diversas trilhas sonoras da TV. 

    Sandra Sá, a rainha brasileira do soul, será acompanhada pela super banda Black Machine em BH. Ainda não conhece o Madalena? Chegou a hora de conhecer a nova casa do seu bom gosto aqui no Santa Tereza, em BH, com toda alegria e balanço da Sandra de Sá.

  • Show: Sandra de Sá e Black Machine
    Show: Sandra de Sá e Black Machine
    Show: Sandra de Sá e Black Machine

    No dia 04 de outubro, sábado, às 20h, ela chega com sua voz poderosa e presença icônica: Sandra de Sá, um verdadeiro patrimônio da música brasileira. 

    Na mesma noite, o groove contagiante da banda Black Machine completa a celebração. 

    Vai ser histórico, no Galpão 54, no coração da Lagoinha. 

    Garanta seu ingresso!

  • Show:::::::: “Sandra Pêra em Belchior” | Cine Theatro Brasil Vallourec
    Show:::::::: “Sandra Pêra em Belchior” | Cine Theatro Brasil Vallourec
    Show: “Sandra Pêra em Belchior” | Cine Theatro Brasil Vallourec

    “Sandra Pêra em Belchior” é o novo projeto dacantora, compositora, atriz e diretora Sandra Pêra, baseado em seu álbum homônimo, dedicado à obrado compositor cearence Antonio Carlos Belchior.

    Neste show, Sandra Pêra cerze com leveza e boa prosa algumas densas canções, como se apresentasse um roteiro de dramaturgia – bem ao estilo do cancioneiro do compositor. O encadeamento do show com cerca de 17 obras, passeia pelo repertório do álbum com dramaticidade sob medida, como é comum às (grandes) atrizes.

    Da obra de Belchior, de quem foi amiga pessoal, ela pinçou clássicos como “Paralelas”, “Medo de avião”, “Todo Sujo de Batom”, “A palo seco”, “Velha roupa colorida”, “Mucuripe”, “Galos, noites e quintais” e a incensada canção “Sujeito de Sorte”, que traz o potente e reverberado verso “Ano passado eu morri, mas esse ano eu não morro”, de autoria do repentista paraibano Zé Limeira, absorvido na canção de Belchior.

    O repertório foi concebido com a presença de outros compositores clássicos da música brasileira, tal qual Gonzaguinha (Eu apenas queria que você soubesse), Fernando Lobo (Chuvas de verão), Dominguinhos – em rara parceria com Djavan (Retratos da vida) e também composições recentes de Marisa Monte (Não vá embora), Moska (Somente Nela), além de uma canção autoral em parceria com Guilherme Lamounier (Se pode criar).

    “Sandra Pêra em Belchior” é o segundo álbum solo da artista, que volta aos discos neste formato após um hiato de 38 anos sem gravar. Dos palcos, no entanto, ela jamais se afastou desde os anos 1970, quando se tornou nacionalmente conhecida como integrante do grupo As Frenéticas. Seguiu fazendo espetáculos teatrais, além de televisão e cinema.