Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Show: Silvero Pereira interpreta Belchior
    Show: Silvero Pereira interpreta Belchior
    Show: Silvero Pereira interpreta Belchior

    Um dos mais emblemáticos compositores da música popular brasileira ganha uma releitura intensa e apaixonada no palco do Cine Theatro Brasil. Em um espetáculo arrebatador, Silvero Pereira mergulha na obra de Belchior, trazendo sua performatividade única para canções que atravessam gerações e seguem tão afiadas quanto uma navalha. 

    O show celebra o encontro de dois cearenses que traduzem, em versos e melodias, a identidade nordestina e as inquietações de um Brasil que pulsa em poesia, política e paixão. No repertório, clássicos como "Sujeito de Sorte", "Como Nossos Pais", "A Palo Seco" e "Paralelas" ganham novos contornos na voz e na presença marcante de Silvero. Mais do que uma homenagem, é um ato de resistência e emoção. 

    Com cada acorde, o artista reafirma a força da arte como ferramenta de transformação, reverberando o espírito de Belchior: um menino latino-americano, migrante, sonhador e revolucionário, que acreditava no poder do amor para mudar o mundo. Este é um espetáculo para sentir, refletir e se reconhecer. Porque, afinal, "amar e mudar as coisas" ainda nos interessa mais. 

    A Mostra Cine Brasil de Teatro e Música é um projeto com patrocínio da Vallourec e Instituto Unimed-BH via Lei Federal de Incentivo à Cultura e realizado pelo Cine Theatro Brasil e Ministério da Cultura.

  • Show: Silvia Machete "Invisible Woman"
    Show: Silvia Machete "Invisible Woman"
    Show: Silvia Machete "Rhonda, Invisible Woman"

    Silvia Machete prepara para 19 de abril o lançamento do segundo álbum da trilogia RHONDA: INVISIBLE WOMAN (Biscoito Fino), desdobramento do bem sucedido projeto que revelou uma nova persona artística de Silvia Machete, explorando novos territórios sonoros e possibilidades artísticas. 

    Elogiado pela crítica especializada, RHONDA foi lançado em 2020, em plena pandemia. 

    A receptividade foi imediata e fez o público de Silvia crescer vertiginosamente. 

    O show criado a partir do álbum foi visto em Paris e Nova Iorque, além do circuito de cidades brasileiras, consolidando a cantora e compositora como uma das artistas mais originais e talentosas da cena musical contemporânea.

     Depois da edição de luxo em vinil, com 750 exemplares autografados (os primeiros 500 esgotaram em vendas online), as canções de RHONDA ganharam ainda remixes assinados por grandes produtores. 

    “O álbum, as músicas e o show fizeram sucesso não só com o público que já me acompanha, mas com quem ainda não conhecia o meu trabalho”, celebra Silvia. 

    O repertório autoral foi novamente composto em inglês por Silvia e Alberto Continentino, músico, compositor e parceiro da cantora em todas as faixas, com exceção da Jobiniana “Two Kites”.

     A canção de Tom Jobim ganhou novo arranjo, gravado em dueto classudo com a cantora Maria Luiza Jobim. “Seguimos falando de amor, mas este álbum é menos denso, em termos de sonoridade. Continua sendo romântico, mas um pouco mais pop”, avalia Machete.

     Lalo Brusco também repete a dobradinha com Machete assinando a produção de INVISIBLE WOMAN, junto com Continentino (ambos se revezam ainda em vários instrumentos, ao longo das 11 faixas). “É muito fácil pra mim trabalhar com eles, rola uma química entre a gente. Eu vejo esse disco feito por três pessoas: Lalo, Alberto e eu. 

    E, claro, pelos músicos excelentes que participaram, todos super inspirados e fãs do nosso trabalho”, avalia a artista, radicada em São Paulo há cinco anos. 

    Se o amor e os relacionamentos são fonte de inspiração para as canções como “Sentimental thief”, “Whats your name?”, “Room Service” e “Invisible Woman”, em “Salomé” Silvia homenageia a sua amada “filha de 4 patas”, companheira fiel por 13 anos.

  • Show: Simone "tô voltando"
    Show: Simone "tô voltando"
    Show: Simone "tô voltando"

    Pode ir armando o coreto: Simone chegou.

    A turnê Tô Voltando chega novamente ao Palácio das Artes no dia 29 de setembro de 2023 e celebra os 50 anos de carreira da cantora, percorrendo - clássico por clássico, hit por hit - sua imensa trajetória como uma das maiores intérpretes da música brasileira.

    O roteiro faz um apanhado das grandes canções que a artista lançou nessas cinco décadas: joias escritas por nomes como Milton Nascimento, Ivan Lins, Sueli Costa, João Bosco, Martinho da Vila, Gonzaguinha e Chico Buarque, entre tantos outros, cujas primeiras versões ganharam o Brasil por meio da voz de Simone, conquistando logo nossa memória afetiva e entrando para sempre no cancioneiro nacional.

    O espetáculo tem direção musical de Pupillo e direção geral de Marcus Preto, que também assina este texto de apresentação.

    Dona de um dos mais belos timbres vocais do país, Simone criou em torno de si um universo absolutamente particular na nossa cultura.

    Sua voz personalíssima soube costurar perfeitamente a tradição e a modernidade, o cool e popular, fazendo pontes e criando trampolins. Revelou compositores e descortinou clássicos esquecidos.

    Tratou com igual compreensão estética a melodia mais intrincada de Francis Hime e a balada mais romântica de José Augusto.

    Esses aspectos banharam sua discografia, construída sobre a pluralidade de ritmos, de estilos e de gêneros que sempre pautou a música do Brasil.

    Evidentemente, toda essa diversidade estará em cena nas comemorações dos 50 anos em Tô Voltando.