Noturno Museus - 2022 - Museus

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  •  Show: Sónico em Astor Piazzolla Y Eduardo Rovira – La Noche del Encuentro
    Show: Sónico em Astor Piazzolla Y Eduardo Rovira – La Noche del Encuentro
    Show: Sónico em Astor Piazzolla Y Eduardo Rovira – La Noche del Encuentro

    O Projeto Full Jazz 2022 traz a banda belga Sónico para uma apresentação única em Belo Horizonte, no dia 1º de outubro, sábado, às 21h, no Grande Teatro do Sesc Palladium.

    O show Piazzolla-Rovira, La Noche del Encuentro, é uma homenagem às composições aclamadas dos argentinos Astor Piazzolla e Eduardo Rovira, verdadeiras joias lapidadas pela criatividade artística da vanguardista Sónico.

    A originalidade da banda natural de Bruxelas, criada em 2015, expressa o ar de renovo para os encantos da música portenha, revisitando a disrupção que marca a congruência entre os dois mestres do chamado “novo tango”.

    Em La Noche del Encuentro, a Sónico recria a atmosfera da envolvente Buenos Aires, oferecendo uma experiência única ao público ao revitalizar a obra transgressora de Piazzolla e Rovira, preservando a essência do charme e sedução impressos na alma da vizinha Argentina.

    O ineditismo de Lysandre Donoso (bandoneón), Stephen Meyer (violino), Alejandro Schwarz (violão), Ariel Eberstein (baixo acústico) e Ivo De Greef (piano) é uma celebração ao centenário de nascimento e aos 30 anos da morte de Astor Piazzolla, além da releitura do potencial criativo inerente à obra de Eduardo Rovira. Belo Horizonte encerra, em grande estilo, a turnê brasileira da banda, que se apresenta em São Paulo e Porto Alegre, no final deste mês de setembro.

  • Show: Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo
    Show: Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo
    Show: Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo

    MÚSICA DO ESQUECIMENTO é o disco de uma banda em formação, narrando aventuras familiares, amorosas, sexuais, intelectuais e estéticas; abordando a loucura apaixonante que é ser jovem e ter uma banda; buscando incansavelmente uma sonoridade interessante para tocar canções contemporâneas em português.

    É resultado de um longo processo de produção, iniciado na pandemia – com seus planos suspensos por tempo indeterminado, Sophia, Téo, Theo e Vicente decidiram dar uns passos à frente: começaram a criar arranjos novos para músicas novas, em algumas imersões criativas ao longo de 2020 e 2021.

    Mas só no fim de 2022 a banda pode entrar novamente em estúdio – onde esses arranjos pandêmicos foram tomando novas caras.

    A contribuição do compositor e pianista pernambucano VITOR ARAÚJO levou a caminhos surpreendentes. Um clima mais denso – arranjos de cordas, camadas texturais e uma pesquisa timbrística esmiuçada.

    A artista e produtore carioca ANA FRANGO ELÉTRICO, trabalhando junto a Vitor na pós-produção, alçou as viagens sonoras do grupo a outro nível – garantindo, com seu ouvido atento, que toda essa maluquice soasse dinâmica e inteligível.

    E, por fim, a participação certeira do compositor maranhense NEGROLÉO, cantando na faixa Quem vai apagar a luz, foi decisiva. Veio ao mundo então um disco muito diferente do anterior. Mais longo e mais denso. Quatorze faixas que se entrelaçam em um todo caótico e surpreendentemente coerente.

    Se, no primeiro disco, cada música era um caminho à parte, agora a banda parece ter finalmente encontrado uma sonoridade própria.

    Isso não significa menos diversidade estética: o que era pop ficou mais pop; o que era experimental, mais experimental; o que era lírico, mais lírico; e o que era rock and roll, mais rock and roll.

    Ficou mais intensa a química simbiótica entre o baixo de TÉO SERSON e a bateria de THEO CECATO, batendo juntos como um coração. Mais intensa a experimentação da guitarra barulhenta de VICENTE TASSARA, e seus jeitos esquisitos de se encaixar nos arranjos.

    Mais intensas as aventuras composicionais de SOPHIA CHABLAU – entre os hits acachapantes e as mais metalinguísticas investigações poéticas – bem como suas contribuições como instrumentista, entre a guitarra, o violão, o teclado e a bateria.

    E, nisso tudo, acabam se misturando, entre as quatorze faixas, composições de todos os quatro, num horizonte muito distante do power trio com uma cantora/compositora que norteou o primeiro disco.

    MÚSICA DO ESQUECIMENTO é mais um passo inesperado na trajetória do grupo, na insistência de escrever músicas não-óbvias, e encontrar maneiras não-óbvias de cantá-las e tocá-las. Na faixa Qualquer Canção, Sophia diz: “Eu não vou fazer qualquer canção só pra dizer o que eu sinto agora”.

    No paradoxo de fazer uma canção sobre não fazer qualquer canção, articula a encrenca no qual a banda se meteu: buscar, em suas tentativas investigações sonoras e poéticas, abrir caminhos, para que, algum dia, possa “alguém em algum lugar descobrir outra palavra.”

  • Show: Sophie Charlotte & Tom Veloso
    Show: Sophie Charlotte & Tom Veloso
    Show: Sophie Charlotte & Tom Veloso

    Em clima intimista, a atriz e cantora Sophie Charlotte e o cantor e compositor baiano Tom Veloso prometem emocionar o público com um show marcante e sensível. 

    A apresentação inédita acontece no dia 16 de maio, sexta-feira, às 21 horas, no Teatro Sesiminas, em BH. Os ingressos estão disponíveis nas bilheterias do teatro ou através da plataforma Sympla.

    A idealização do show teve início nas aulas de Cézar Mendes, professor de violão de ambos, especialmente durante a participação dos dois nos shows do mentor. O carinho e admiração mútua trouxeram Cézar também como convidado de Sophie e Tom nas quatro apresentações baianas. 

    O repertório traz desde canções autorais de Tom até clássicos do cancioneiro nacional, com ênfase especial em canções da bossa nova, da mpb e do samba, em versões delicadas de voz e violão.