Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Show: Sonata Arctica "Turnê de 25 Anos"
    Show: Sonata Arctica "Turnê de 25 Anos"
    Show: Sonata Arctica "Turnê de 25 Anos"

    A turnê da banda finlandesa Sonata Arctica foi adiada para 2021, devido a pandemia do coronavírus (covid-19).

    Os shows nas cidades de Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Porto Alegre, Florianópolis, Limeira, São Paulo e Rio de Janeiro acontecerão em setembro de 2021.

    A alteração coincide com o aniversário de 25 anos de carreira da banda, que foi fundada em 1996.

    Aproveitando a data, o Sonata celebrará no Brasil seus 25 anos de história e tocará clássicos dos principais álbuns de sua carreira nos shows.

    Com a alteração, o show do Sonata Arctica em Belo Horizonte acontecerá no dia 3 de setembro de 2021, no Mister Rock. Em Curitiba, o show será realizado no dia 5 de setembro, no Tork N’ Roll.

    No Brasil, a banda também se apresentará em Brasília, Porto Alegre, Florianópolis, Limeira, São Paulo e Rio de Janeiro, shows que também ganharam novas datas.

    O Sonata Arctica lançou ao longo de seus 25 anos de carreira álbuns considerados como essenciais para o power metal, como “Ecliptica”, “Winterheart’s Guild”, “Reckoning Night” e “Silence”.

    Para os shows no Brasil em 2021 da “25th Anniversary Tour”, o Sonata Arctica planeja um setlist que faça jus às suas músicas mais memoráveis, em uma celebração imperdível para os fãs mais antigos da banda e para os admiradores do bom e velho som do power metal. Para os shows de Belo Horizonte e Curitiba, os ingressos já estão à venda.

    Para o show de Belo Horizonte, os ingressos estão disponíveis exclusivamente pela internet na Sympla. Em Curitiba, os ingressos estão sendo vendidos pela internet na Alô Ingressos.

    Aqueles que não possuírem o benefício da meia-entrada poderão adquirir, nas duas cidades, o ingresso promocional, disponível para quem fizer a doação de 1kg de ração para cães ou gatos na entrada do evento.

    As doações serão entregues para grupos de proteção animal das respectivas cidades.

    Os ingressos adquiridos antes da alteração de data da turnê permanecem válidos para as novas datas, sem necessidade de troca.

    Caso o participante que tenha adquirido ingressos para o show antes da mudança não possa comparecer à nova data, ele deverá entrar em contato com a Highway Star pelo e-mail cancelamento@hwstar.com.br e verificar as opções de utilização de crédito de acordo com a lei nº 14.046.

    O Sonata Arctica começou sua carreira em 1996, sob o nome Tricky Beans.

    O nome da banda foi alterado antes do lançamento de seu primeiro álbum, “Ecliptica”, em 1999, que trouxe alguns dos maiores sucessos da banda, como “Fullmoon”, “Replica” e “Letter To Dana”.

    Com dez álbuns de estúdio e quatro EPs em sua bagagem, o Sonata Arctica se firmou como um dos maiores nomes do power metal, com músicas como “Shy”, “Tallulah”, “Don’t Say A Word”, “Wolf and Raven”, dentre outros clássicos.

  •  Show: Sónico em Astor Piazzolla Y Eduardo Rovira – La Noche del Encuentro
    Show: Sónico em Astor Piazzolla Y Eduardo Rovira – La Noche del Encuentro
    Show: Sónico em Astor Piazzolla Y Eduardo Rovira – La Noche del Encuentro

    O Projeto Full Jazz 2022 traz a banda belga Sónico para uma apresentação única em Belo Horizonte, no dia 1º de outubro, sábado, às 21h, no Grande Teatro do Sesc Palladium.

    O show Piazzolla-Rovira, La Noche del Encuentro, é uma homenagem às composições aclamadas dos argentinos Astor Piazzolla e Eduardo Rovira, verdadeiras joias lapidadas pela criatividade artística da vanguardista Sónico.

    A originalidade da banda natural de Bruxelas, criada em 2015, expressa o ar de renovo para os encantos da música portenha, revisitando a disrupção que marca a congruência entre os dois mestres do chamado “novo tango”.

    Em La Noche del Encuentro, a Sónico recria a atmosfera da envolvente Buenos Aires, oferecendo uma experiência única ao público ao revitalizar a obra transgressora de Piazzolla e Rovira, preservando a essência do charme e sedução impressos na alma da vizinha Argentina.

    O ineditismo de Lysandre Donoso (bandoneón), Stephen Meyer (violino), Alejandro Schwarz (violão), Ariel Eberstein (baixo acústico) e Ivo De Greef (piano) é uma celebração ao centenário de nascimento e aos 30 anos da morte de Astor Piazzolla, além da releitura do potencial criativo inerente à obra de Eduardo Rovira. Belo Horizonte encerra, em grande estilo, a turnê brasileira da banda, que se apresenta em São Paulo e Porto Alegre, no final deste mês de setembro.

  • Show: Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo
    Show: Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo
    Show: Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo

    MÚSICA DO ESQUECIMENTO é o disco de uma banda em formação, narrando aventuras familiares, amorosas, sexuais, intelectuais e estéticas; abordando a loucura apaixonante que é ser jovem e ter uma banda; buscando incansavelmente uma sonoridade interessante para tocar canções contemporâneas em português.

    É resultado de um longo processo de produção, iniciado na pandemia – com seus planos suspensos por tempo indeterminado, Sophia, Téo, Theo e Vicente decidiram dar uns passos à frente: começaram a criar arranjos novos para músicas novas, em algumas imersões criativas ao longo de 2020 e 2021.

    Mas só no fim de 2022 a banda pode entrar novamente em estúdio – onde esses arranjos pandêmicos foram tomando novas caras.

    A contribuição do compositor e pianista pernambucano VITOR ARAÚJO levou a caminhos surpreendentes. Um clima mais denso – arranjos de cordas, camadas texturais e uma pesquisa timbrística esmiuçada.

    A artista e produtore carioca ANA FRANGO ELÉTRICO, trabalhando junto a Vitor na pós-produção, alçou as viagens sonoras do grupo a outro nível – garantindo, com seu ouvido atento, que toda essa maluquice soasse dinâmica e inteligível.

    E, por fim, a participação certeira do compositor maranhense NEGROLÉO, cantando na faixa Quem vai apagar a luz, foi decisiva. Veio ao mundo então um disco muito diferente do anterior. Mais longo e mais denso. Quatorze faixas que se entrelaçam em um todo caótico e surpreendentemente coerente.

    Se, no primeiro disco, cada música era um caminho à parte, agora a banda parece ter finalmente encontrado uma sonoridade própria.

    Isso não significa menos diversidade estética: o que era pop ficou mais pop; o que era experimental, mais experimental; o que era lírico, mais lírico; e o que era rock and roll, mais rock and roll.

    Ficou mais intensa a química simbiótica entre o baixo de TÉO SERSON e a bateria de THEO CECATO, batendo juntos como um coração. Mais intensa a experimentação da guitarra barulhenta de VICENTE TASSARA, e seus jeitos esquisitos de se encaixar nos arranjos.

    Mais intensas as aventuras composicionais de SOPHIA CHABLAU – entre os hits acachapantes e as mais metalinguísticas investigações poéticas – bem como suas contribuições como instrumentista, entre a guitarra, o violão, o teclado e a bateria.

    E, nisso tudo, acabam se misturando, entre as quatorze faixas, composições de todos os quatro, num horizonte muito distante do power trio com uma cantora/compositora que norteou o primeiro disco.

    MÚSICA DO ESQUECIMENTO é mais um passo inesperado na trajetória do grupo, na insistência de escrever músicas não-óbvias, e encontrar maneiras não-óbvias de cantá-las e tocá-las. Na faixa Qualquer Canção, Sophia diz: “Eu não vou fazer qualquer canção só pra dizer o que eu sinto agora”.

    No paradoxo de fazer uma canção sobre não fazer qualquer canção, articula a encrenca no qual a banda se meteu: buscar, em suas tentativas investigações sonoras e poéticas, abrir caminhos, para que, algum dia, possa “alguém em algum lugar descobrir outra palavra.”