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  • Show: "Uma voz, um instrumento" Do meu coração nu – Zé Manoel
    Show: "Uma voz, um instrumento" Do meu coração nu – Zé Manoel
    Show: "Uma voz, um instrumento" Do meu coração nu – Zé Manoel

    O cantor e compositor Zé Manoel, pernambucano radicado em São Paulo, apresenta no projeto “Uma voz, um instrumento”, parceria do Centro Cultural Minas Tênis Clube e a Alves Madeira Produção e Comunicação, o show “Do meu coração nu”.

    A apresentação conta com o repertório do disco que tem o mesmo título do show, lançado em 2020.

    No dia 19/8, sexta-feira, às 21h, no Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas.

    Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do teatro ou no site eventim.

    A classificação é livre. Zé Manoel é considerado uma das grandes revelações da música brasileira atual.

    Em 2021, seu álbum “Do Meu Coração Nu”, lançado em outubro de 2020, foi indicado ao Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Popular Brasileira.

    O disco de Zé Manoel é ovacionado pela jornalista especializada em música Patrícia Palumbo que diz que o álbum é “Um trabalho lindo, cheio de arranjos incríveis e com letras de tocar fundo na alma”.

    O álbum fala de ancestralidade e termina com um desejo de cura.

    Entre os vários músicos que participam do disco, estão o Grupo Bongar, a cantora e compositora Luedji Luna, a poetisa pernambucana Bell Puã, a cantora e compositora norte americana Gabriela Riley e o maestro Letieres Leite, além de contar com uma fala da historiadora Beatriz Nascimento (1942-1995), gravada em 1977.

    No inédito show “Do meu Coração Nu”, o artista, na companhia do saxofonista Alexandre Rodrigues faz uma leitura acústica do elogiado álbum, e outras canções da própria e premiada obra.

  • Show: "Uma voz, um instrumento" Zé Renato
    Show: "Uma voz, um instrumento" Zé Renato
    Show: "Uma voz, um instrumento" Zé Renato

    Zé Renato interpreta canções de Paulinho da Viola em mais um show da série “Uma voz, um instrumento”, no dia 1º/9, quinta-feira, às 21h.

    No show intitulado “O amor é um segredo”, o cantor e compositor capixaba, celebra os 80 anos do príncipe do samba.

    No show, Zé Renato será acompanhado do percussionista Paulinho Dias.

    Os ingressos  podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro ou no site eventim.

    A classificação é livre.

    Uma das mais belas vozes da música brasileira, Zé Renato é fundador do grupo vocal Boca Livre e mantém sólida carreira solo como cantor e compositor.

    Como intérprete, Zé Renato já visitou a obra de grandes compositores e, em 2019, lançou o álbum “O Amor é um Segredo”, com canções de Paulinho. "Optei por nove sambas, boa parte deles não tão conhecidos.

    Nas escolhas que fiz, há também uma explícita dose de tristeza - que, a meu ver, percebe-se nos mais lindos sambas que conheço.

    A tristeza é senhora, disse Caetano", disse Zé sobre o disco.

    Estão no disco “Só o tempo”, “Para um amor no Recife” e “Minhas madrugadas”.

    Na apresentação para o projeto “Uma voz, um instrumento”, estarão além das nove canções que compõe o disco, os clássicos como “Foi um rio que passou em minha vida”, “Pode guardar as panelas”,” Pecado capital” e “Coisas do mundo minha nega”.

  • Show: “Um Canto Amazônico” de Nilson Chaves
    Show: “Um Canto Amazônico” de Nilson Chaves
    Show: “Um Canto Amazônico” de Nilson Chaves

    Considerado um dos mais importantes artistas no Norte do país, o paraense Nilson Chaves chega a Belo Horizonte trazendo seu novo show: Um Canto Amazônico, apresentando os grandes clássicos de sua carreira, além de composições de artistas da Amazônia.

    No dia 17 o show terá as participações especiais de Saulo Laranjeira e do poeta Petrônio Souza. No dia 18 será a vez do parceiro de Nilson, o mineiro Flávio Venturini, e o poeta Petrônio Souza.

    Com reconhecimento internacional, Nilson Claves tem 21 discos gravados, além de cinco DVDs comemorativos de sua carreira.

    Desde a década de 1990, Nilson mantém turnês regulares pela Europa, com shows em várias países do continente.

    Em 1994 ganhou o Prêmio Sharp, o mais importante prêmio da MPB da época, com o CD “Não Peguei o Ita”.

    No mesmo ano, seu CD Waldemar, gravado ao lado do parceiro Vital Lima, foi indicado como um dos 10 melhores CDs brasileiros daquele ano.

    No ano 2000 foi indicado para o Grammy Latino com o CD “25 anos ao vivo”, com as participações da Orquestra Jovem e do Coral da Fundação Carlos Gomes, do Pará, na categoria de Raízes Brasileiras.

    Em 2001, Nilson comemorou seus 50 anos de vida reunindo 57 artistas brasileiros em um grande show realizado em sua terra natal, Belém.

    Entre os convidados estavam: Ivan Lins, Flávio Venturini, Fafá de Belém, Sá, Rodrix & Guarabira, Boca Livre, Zeca Baleiro, Sandra de Sá, Chico César, Paulinho Moska, Sebastião Tapajós, Jane Duboc, Xangai, Zé Renato, entre muitos outros nomes consagrados da Música Popular Brasileira.

    Até hoje o show é considerado como um dos maiores eventos de música popular do Norte do país, e teve quatro horas de duração.

    Outro marco em sua carreira foi o CD Maniva, de 2006, que teve coprodução de Zeca Baleiro.

    Nilson coordenou um dos maiores encontros de artistas do Estado do Amapá, com o show comemorativo dos 50 anos de vida dos compositores amapaenses Joãozinho Gomes e Val Milhomen.

    Os eventos aconteceram em dezembro de 2007 e agosto de 2008, na Fortaleza de São José de Macapá, principal cartão postal da capital do Estado, e contou com a presença e participação de mais de 50 artistas brasileiros, entre eles Sá & Guarabira; Chico César; Jane Duboc; Lecy Brandão; Flávio Venturini; Paulinho Moska, entre muitos outros.

    Em 2012 produziu o CD “Amores”, para o selo japonês Cend Music.

    Para o show do Bar Museu Clube da Esquina, além da participação especial de Saulo Laranjeira, Flávio Venturini e do poeta Petrônio Souza, Nilson estará acompanhado do percussionista Alcides Alexandre, e apresentará os grandes clássicos de sua carreira, como as canções Sabor Açaí, Não Vou Sair, Tempo Destino e Maniva, além de músicas de artistas da Amazônia.