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  • Teatro de Bolso Júlio Mackenzie - Sesc Palladium
    Teatro de Bolso Júlio Mackenzie - Sesc Palladium
    Teatro de Bolso Júlio Mackenzie - Sesc Palladium

    O ambiente intimista do Teatro de Bolso Júlio Mackenzie recebe espetáculos, shows, bate-papos e projetos permanentes prestigiados pelo público, como o Quarta instrumental, Salve o Compositor!, Sonora Brasil, Digas! Poesia Falada, entre outros. Com programação mensal, o teatro apresenta encontros entre artistas, convidados e público, além de shows e espetáculos teatrais. O local tem capacidade para receber 82 pessoas e atende às normas de acessibilidade, com um assento para obesos, três espaços para cadeirantes, quatro para idosos, gestantes, lactantes, pessoas com criança de colo e pessoas com mobilidade reduzida.

  • Teatro de Bolso
    Teatro de Bolso
    Teatro de Bolso Sesiminas

    O espaço é dedicado às apresentações artísticas e culturais, gravações, sessão de fotos e ensaios. Com aproximadamente 200m² de área construída, o Teatro de Bolso consegue, através do equilíbrio entre o conceito e a intenção projetual, uma obra de grande expressão cultural.

    Capacidade: 103 lugares sendo 2 assentos para obesos e mais 1 espaço reservado para cadeirantes.

    Camarim: camarim coletivo com capacidade para 8 artistas, composto por 2 sanitários e 1 chuveiro.

    Acessibilidade: 1 espaço reservados para cadeirantes, banheiros e acesso adaptados para deficientes.

    Palco: formato de semi-arena

    É possível receber todos os tipos de eventos, sejam eles culturais, sociais ou corporativos.  A  estrutura para produções é composta por um projeto acústico, que considerou, entre outros fatores, o tempo de ressonância do som, a interferência de ruídos externos e internos e também dos materiais de acabamento; o projeto de ar condicionado, que visa à climatização do ambiente para proporcionar maior conforto interior com um nível mínimo de ruído; e, ainda, o projeto de incêndio, que conta também com sistema de sprinkler.

    Além de contar com os serviços terceirizados prestados por empresas e funcionários contratados do SESIMINAS que inclui foyer, banheiros para público, bilheteria, estacionamento para artistas, manutenção da rede elétrica, limpeza e portaria 24 horas.

     

     

     

     

     

     

     

  • Teatro de bonecos e animações "Diálogos com a morte" - Circuito Cultural UFMG #emcasa
    Teatro de bonecos e animações "Diálogos com a morte" - Circuito Cultural UFMG #emcasa
    Teatro de bonecos e animações "Diálogos com a morte" - Circuito Cultural UFMG #emcasa

    Um teatro de bonecos inspirado na arte oriental do Butoh e nas reflexões do período de pandemia. “Diálogos com a morte” é o primeiro trabalho realizado pela união de Carolina de Pinho e Leandro Marra, e tem estreia marcada para quarta-feira, dia 5, pelo Circuito Cultural UFMG #emcasa.

    A apresentação virtual terá lançamento às 19h no www.youtube.com/culturaufmg, e ficará disponível no canal para quem não puder acompanhar a estreia. A realização é da Diretoria de Ação Cultural da UFMG.

    A história retrata a conversa entre uma mulher e a personalização da Morte. No diálogo, elas se questionam sobre relações íntimas entre “as mortes de si mesmas em vida e as vidas geradas por mortes”. “A morte é ainda um tema tabu em nossa sociedade que, nesse momento, tem estado extremamente presente, trazendo inúmeros questionamentos e reflexões, que motivaram a criação desse espetáculo”, explicam os criadores da peça, que foi montada durante a pandemia. A inspiração veio de artistas e pensadores como Antonin Artaud, Friederich Nietzsche, Kazuo Ohno, Ingmar Bergman, Gonzalo Arango, Georges Bataille, dentre outros. O texto traz ainda influências do Butoh, arte dramática japonesa que mistura dança, mímicas e expressão corporal.

    A arte oriental é estudada por Carolina de Pinho, doutoranda em Artes da Cena pela UFMG, onde atualmente pesquisa o Butoh de Takao Kusuno. Fora do ambiente acadêmico, ela atuou no teatro documentário Territórios (Teatro 171) e no espetáculo Variáveis Ocultas (Campanha de Popularização do Teatro e da Dança), para citar seus trabalhos mais recentes.

    A direção do espetáculo é partilhada com Leandro Marra, que oferece à dramaturgia toda sua experiência de 19 anos como ator-manipulador, criador de bonecos, iluminador e fotógrafo em teatro e animação. Entre alguns de seus principais trabalhos estão as premiadas peças De banda pra lua (Grupo de Teatro Armatrux) e Som das Cores (Cia Catibrum). Ele também construiu os bonecos premiados pelo Prêmio SHELL, do espetáculo Marina (Cia Pequod).