Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • ATIVIDADES EDUCATIVAS REGULARES VOLTAM À PROGRAMAÇÃO DA CASA DO BAILE

    A Casa do Baile - Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design promove, como parte de sua programação, atividades educativas regulares para os visitantes. Uma das ações é a “Casa Adentro”, uma visita mediada que aborda, de maneira aprofundada, a arquitetura, o paisagismo e a história da unidade museal e sua inserção no Conjunto Moderno da Pampulha. Com duração média de uma hora, serão realizadas todas as sextas-feiras, exceto feriados, às 10h e às 16h, e nos últimos sábado e domingo do mês (exceto feriados), também às 10h e às 16h.

    A equipe educativa da Casa do Baile também oferece visitas mediadas para o público em geral, sem o aprofundamento apresentado na ação “Casa Adentro”. Neste tipo de visita, são abordadas questões relacionadas à história, elementos da arquitetura e do jardim do espaço, além da exposição que esteja em cartaz. As visitas são realizadas de quarta a domingo, das 10h às 18h, de acordo com a disponibilidade dos mediadores.

    Outra atividade educativa realizada pela unidade museal é “Caminhos Arquitetônicos”. Rotas que partem da Casa do Baile promovem um exercício de leitura da paisagem, identificando os seus principais componentes e sua transformação ao longo da história da cidade. As caminhadas são realizadas sempre nas últimas quartas-feiras do mês (exceto feriados).

    Para as três atividades, que são gratuitas, são seguidos todos os protocolos sanitários de combate à covid-19 vigentes na capital mineira. Para participar da visita “Casa Adentro” e “Caminhos Arquitetônicos”, a inscrição deve ser feita pelo e-mail cb.fmc@pbh.gov.br. A Casa do Baile fica na Av. Otacílio Negrão de Lima, 751 - Pampulha.

  • ATIVIDADE SENSORIAL DO PAMPULHA TERRITÓRIO MUSEUS DESTACA A PAISAGEM SONORA DA CASA DO BAILE

    O Pampulha Território Museus apresenta a atividade Arquitetura dos Sentidos - Pampulha Sonora”, integrante da programação educativa da Casa do Baile - Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design. A ação é mediada por Cássio Campos, coordenador da Casa do Baile, e acontece de forma virtual, estimulando a percepção da paisagem ao redor do edifício da Casa, por meio da audição. A atividade estará disponível no site www.pampulhaterritoriomuseus.com.br, no dia 25 de maio, às 10h. O Pampulha Território Museus é uma realização da Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura, e do Instituto Periférico.

    O vídeo da atividade proporcionará um exercício de percepção e inventariação acústica da paisagem sonora do ambiente que rodeia a Casa do Baile. Arquitetura dos Sentidos" é uma iniciativa recorrente, que acontece desde 2013, através de visitas mediadas sensoriais que estimulam outras formas de percepção do espaço para além do visual. 

    A atividade é gratuita e de livre acesso ao público. Todo o processo de produção e gravação do vídeo ocorreu respeitando os protocolos de prevenção e combate à Covid-19 vigentes na cidade.

     

  • "Agosto Indígena" | Espaço do Conhecimento UFMG
    "Agosto Indígena" | Espaço do Conhecimento UFMG
    Atividades formativas: "Agosto Indígena" | Espaço do Conhecimento UFMG

    De acordo com o IBGE (Censo 2010) vivem hoje no Brasil 305 povos indígenas, que falam 274 línguas distintas. A população é de 896.917 pessoas, sendo que 324.834 moram nas cidades e 572.083 em aldeias de Norte a Sul do país.

    Para refletir sobre questões de extrema importância, por ocasião do Dia Internacional dos Povos Indígenas, celebrado em 9 de agosto, o Espaço do Conhecimento UFMG promove o “Agosto Indígena”, com programação de atividades formativas voltadas para o debate e a apresentação acerca da diversidade cultural indígena em nosso país.

    Confira a programação:

    Visitas mediadas à exposição Mundos Indígenas (Acessível em Libras)
    Dias: 06 e 27 de agosto, às 14h e 14 e 28 de agosto, às 15h
    *Nos dias 14 e 28, a atividade não será realizada em Libras

    Oficina ‘Os Sorielisarb: Quem são os outros?’
    Dias: 07 e 21 de agosto, às 15h
    Público: crianças a partir dos 5 anos, jovens e adultos (até 15 pessoas)

    Oficina ‘Desvendando as constelações Guarani’
    Dias: 13 de agosto, às 15h
    Público: crianças, jovens e adultos (até 15 pessoas)

    Oficina de pintura corporal Ye’kwana
    Dia: 20 de agosto , às 15h
    Público: crianças, jovens e adultos (até 15 pessoas)

    Educação na Praça – “A presença indígena na universidade: desafios para a construção de um diálogo de saberes”
    Dia: 27 de agosto, às 10h
    Público: professores do ensino básico e estudantes dos cursos de licenciatura (40 vagas)

    Exibição da sessão ‘Astronomia Indígena com Libras’ no Planetário (gratuita)
    Dias: 07, 13, 20 e 28, às 14h30

    Papo em Pauta – “UFMG território indígena: A territorialização que acontece no encontro – Encontro entre saberes e conhecimento científico”
    Dia : 30 de agosto, às 19h
    Onde: youtube.com/espacoufmg

    Integrando a programação do Agosto Indígena, o Espaço do Conhecimento UFMG realiza mais uma edição do Papo em Pauta tendo como convidadas mulheres indígenas, das etnias Xakriabá e  Tupinikim. Simone Xakriabá é graduada em Enfermagem pela UFMG, vinculada ao Programa de Vagas Suplementares para estudantes Indígenas e enfermeira da Unidade Básica de Saúde Indígena do Polo Barreiro Preto, na Terra Indígena Xakriabá-São João das Missões (MG).  

    Taís Cruz dos Santos  é estudante do curso de Medicina da UFMG vinculada ao Programa de Vagas Suplementares para estudantes indígenas. O debate será mediado por Livia de Souza Pancrácio de Errico, professora do Departamento de Enfermagem Materno Infantil e Saúde Pública da Escola de Enfermagem da UFMG e Tutora do Programa de Educação Tutorial – PET- Indígena Conexão de Saberes.

    A professora explica que no bate papo “vamos conversar sobre tradições, seja ela saberes originários ou conhecimento científico”. Ela chama a atenção ainda para o fato de os estudantes indígenas na Universidade constituírem forças potentes para movimentar um novo desenho de educação. “São territórios vivos, que corporificam as possibilidades do trânsito de saberes e conhecimentos científicos. Os indígenas avançam em movimentos de territorialização da e na Universidade.”

    Descobrindo o Céu - “Quantos céus tem no céu?”
    Dia e horário: 11 de agosto, às 17h
    Onde: youtube.com/espacoufmg

    O Agosto Indígena tem como foco promover reflexões e reafirmar o protagonismo dos indígenas, assim como suas trajetórias e lutas pelo reconhecimento de seus direitos fundamentais.