
“Filhos de Xangô”, show do músico, compositor e ator mineiro Ton Guimarães faz uma homenagem à cultura africana através de um passeio por sua trajetória criativa, tanto quanto poeta como compositor, passando por ritmos como o samba, o rock, o blues e a MPB, trazendo também a força e a representatividade dos tambores oriundos dos terreiros. Filhos de Xangô, que também é o título da músico composta por Ton, em 2003, quando ainda atuava no Rio de Janeiro, é um show de resistência em tempos de intolerância, e traz um repertório formado por obras do próprio músico e releituras de artistas de épocas diferentes como Itamar Assumpção e Líniker. “São os únicos momentos do show em que não canto minhas músicas, e trago estes dois artistas de gerações distintas que, cada um à sua maneira, representa a diversidade da música negra no Brasil”, diz Ton Guimarães.
06/09 – Teatro de Câmara do Cine Brasil Valourec
19/10 – Espaço Cultural Suricato
21/11 – Teatro Funarte
17/12 – Espaço Yoshifumi Yagi/ Teatro Raul Belém Machado
FILHOS DE XANGÔ
CRÉDITO: RENATO SÁ
No show “Filhos de Xangô”, o músico, compositor e ator mineiro Ton Guimarães faz uma homenagem à cultura africana a partir de um passeio por sua trajetória criativa, tanto como poeta quanto compositor, passando por ritmos como o samba, o rock, o blues e a MPB, trazendo também a força e a representatividade dos tambores que vêm dos terreiros. O repertório é formado por obras do próprio músico e releituras de artistas de épocas diferentes, como Itamar Assumpção e Liniker. Criado dentro da tradição da umbanda, o compositor reverencia essa herança utilizando elementos tradicionais como os tambores e a presença dos ogãs Edson Guimarães, seu pai, e Waldemir Rodrigues, remetendo a algo muito forte nas religiões afro-brasileiras, que é o respeito à ancestralidade.
#PraTodosVerem
A imagem mostra um grupo de pessoas diante de um portal quadrado e palmeiras ao fundo. A câmera as captura de baixo para cima, de maneira que parecem quase em uma altura similar ao portal. São sete homens e uma mulher, todos negros, com expressões compenetradas e sorrisos sutis – à exceção da mulher, que sorri com mais firmeza no centro da imagem.