Aula de ballet infantil
Com Cristiene Valente, segundas, às 16h00 e sextas às 9h00
A partir de 5 anos
Para se inscrever entre em contato com o centro cultural.

Com Cristiene Valente, segundas, às 16h00 e sextas às 9h00
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24/06 – AULA DE CULINÁRIA AFETIVA “MEMÓRIAS”, COM KELMA ZENAIDE
No dia 24 de junho, quinta-feira, às 20 horas, o projeto Diversidade Periférica traz “Memórias”, que será uma aula de culinária afetiva com a cozinheira Kelma Zenaide. Kelma apresentará sua arte feita com afeto para revelar os sabores de sua cozinha ancestral, que alimenta o corpo e a alma.
Kelma Zenaide é idealizadora e proprietária da kitutu Gourmet, que trabalha na criação de pratos e produtos como temperos, molhos de pimenta, drinks, doces, pratos autorais e releitura de clássicos.
A base de sua gastronomia é a afro-brasileira, considerando as influências africanas e indígenas. Seu trabalho extrapola o território mineiro, devido as influências do norte e nordeste, inspirada na tecnologia ancestral e afetiva.
Trás consigo o requinte através da simplicidade, tanto na mescla dos ingredientes que compõe os pratos como também na forma de servi-los, utilizando madeira, folhas, bambu, cerâmica, pedra, cobre, vidro, esmaltado, palhas, barro, taças e copo lagoinha.
O projeto Diversidade Periférica traz mensalmente para o Memorial Minas Gerais Vale uma programação artística-cultural com conteúdos que mergulham na trajetória ancestral dos becos e vielas do espaço de saber chamado Favela, e também das comunidades de periferia de Belo Horizonte e vizinhanças.
Patrícia Alencar, curadora do Diversidade Periférica, é mineira nascida na Favela do Morro do Papagaio, em Belo Horizonte.
É ativista social, gestora cultural, arte educadora e dançarina, engajada na luta contra o racismo e pela igualdade social, desenvolve suas atividades desde de 1998. Hoje é uma das Diretoras da CUFA (Central Única de Favelas), co-fundadora da Frente Favela Brasil e também faz parte da Associação Sócio Cultural Bataka. Produziu eventos de relevância para Belo Horizonte, como o Dia das Favelas, Taça das Favelas, Carnafavela, Hip Hop Rua, entre outros.
Sua atuação tem como premissa a transformação social por meio das artes e por meio do protagonismo de moradores de favelas.
Aulas de forró no Centro Cultural São Bernardo. Com professor Calebe. Toda quinta, às 20h, sábados às 19h.
O Centro Cultural São Bernardo (CCSB) nasceu da mobilização da comunidade. A inauguração ocorreu em 18 de dezembro de 1994. Desde então, o CCSB é um equipamento aberto e plural, que colabora decisivamente para a formação do indivíduo consciente e criativo. A nova sede, inaugurada em 2004, possui auditório, sala de oficinas, biblioteca, camarim, cozinha, administração e área externa.