Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • NDÊ! Trajetórias Afro-Brasileiras em Belo Horizonte
    NDÊ! Trajetórias Afro-Brasileiras em Belo Horizonte
    Vídeo-catálogo - NDÊ! Trajetórias Afro-Brasileiras em BH

    A exposição “NDÊ! Trajetórias Afro- Brasileiras em Belo Horizonte”, realizada pela Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura, permaneceu em cartaz no Museu Histórico Abílio Barreto por dois anos e, agora, ganha um vídeo-catálogo.

    Produzido no formato audiovisual, o catálogo apresenta depoimentos de diversos personagens, entre eles as próprias curadoras da mostra, Josemeire Alves Pereira e Simone Moura. O catálogo traz, ainda, parte do rico acervo de cerca de 300 peças exposto na mostra, com imagens e vozes de mulheres e homens negros (as), captados em situações diversas: de trabalho, lutas políticas, insurgências, religiosidades e vida familiar, nas mais diferentes temporalidades.  O vídeo, que teve a maior parte do conteúdo gravado em 2020, foi produzido seguindo todos os protocolos sanitários estabelecidos pela PBH para o combate à Covid-19.

    O vídeo-catálogo ficará disponível no dia 08/04 a partir das 10h no canal da Fundação Municipal de Cultura no youtube

  • Vídeo CLMG: “ROSA”, DE PIXINGUINHA E OTÁVIO DE SOUZA - Coral Lírico de Minas Gerais
    Vídeo CLMG: “ROSA”, DE PIXINGUINHA E OTÁVIO DE SOUZA - Coral Lírico de Minas Gerais
    Vídeo CLMG: “ROSA”, DE PIXINGUINHA E OTÁVIO DE SOUZA - Coral Lírico de Minas Gerais

    Encerrando as celebrações do Mês da Mulher, os integrantes do Coral Lírico de Minas Gerais fazem uma bela interpretação da valsa “Rosa”, canção clássica da MPB composta em 1917 por Pixinguinha, com letra atribuída a Otávio de Souza e arranjo de Mário Leite.

    O vídeo vai ao ar no dia 26 de março (sexta-feira), às 10h, pelas páginas da Fundação Clóvis Salgado no Instagram e no Facebook.

    A produção possui direção musical do Maestro Assistente do CLMG, Augusto Pimenta, da Maestrina Associada ao CLMG, Lara Tanaka, e participação do pianista do CLMG, Fred Natalino. Segundo Augusto Pimenta, o vídeo foi pensado como uma homenagem que tivesse um alcance e reconhecimento amplo dos espectadores. “O desafio foi buscar algo que, apesar de singelo, causasse uma identificação do público com a canção”, conta o maestro. “Longe das idealizações e posições sociais estáticas e rígidas, essa produção representa a diversidade de possibilidades do que é ser mulher no mundo hoje, ressaltando a ampla importância e presença da atuação feminina em diversos setores”.

    Pimenta destaca ainda a resiliência das coralistas, que continuam se esforçando nas gravações de forma remota, para entregar os trabalhos com a melhor qualidade possível. “É sempre um desafio buscar a harmonia entre músicos, que devem gravar suas partes da canção separadamente.

    Do ponto de vista técnico, o trabalho audiovisual tem sido um campo ainda novo para os profissionais do CLMG, que até então eram especializados em se apresentar ao vivo no palco”, destaca o maestro, parabenizando o desempenho dos profissionais envolvidos na produção inédita.

  • É possível notar uma foto de uma imagem de Iemanjá, cercada por flores
    É possível notar uma foto de uma imagem de Iemanjá, cercada por flores
    Videoconferência Expedições do Patrimônio

    Foto: Ricardo Laf

    Programação associada ao 11º Festival de Arte Negra de Belo Horizonte - FAN BH 2021: Videoconferência Expedições do Patrimônio - Edição Comemorativa: Festival de Arte Negra - FAN BH

    Classificação: livre

    Formato online

    Transmissão pelo canal do Youtube da Fundação Municipal de Cultura

    Com o tema “Patrimônio Cultural Afro-brasileiro na História de Belo Horizonte”, o encontro proporcionará aos participantes uma viagem panorâmica pela rica, diversificada e pujante história dos bens representativos da cultura negra belo-horizontina que já obtiveram o registro pelo Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural do Município de Belo Horizonte como patrimônio cultural imaterial na cidade. 

    São eles: as Festas de Iemanjá e dos Pretos Velhos; os quilombos Manzo Ngunzo Kaiango, Luízes, Mangueiras e Souza; o Terreiro Ilê Wopo Olojukan; e a Irmandade Nossa Senhora do Rosário do Jatobá. Será abordada a relevância destes bens como referência identitária, cultural e histórica para os moradores das mais diversas gerações. Uma análise sobre a história e a cultura afro-brasileira presentes no patrimônio cultural imaterial de Belo Horizonte.

    Público alvo: Estudantes de graduação, professores de todos os níveis da educação básica das redes pública e privada, diretores escolares, gestores educacionais e de centros culturais, mediadores de aprendizagem em museus e centros culturais e estudiosos, além de pessoas interessadas nos debates sobre o patrimônio. 

    As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo Portal da Prefeitura 

    pbh.gov.br/patrimoniocultural.

    * Atividade realizada pela Diretoria de Patrimônio Cultural e Arquivo Público.

    Toda a programação do FAN BH 2021 é gratuita. O evento é realizado cumprindo todos os protocolos de combate à covid-19 vigentes em Belo Horizonte. O festival é uma realização da Prefeitura de Belo Horizonte, a partir da Secretaria Municipal de Cultura, Fundação Municipal de Cultura, em parceria com o Centro de Intercâmbio e Referência Cultural (CIRC).