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  • Banheiros fixos - Carnaval 2025

     

    PBH vai instalar mais de 100 pontos fixos de banheiros para o Carnaval 2025

    A Prefeitura de Belo Horizonte vai instalar mais de 100 pontos fixos de banheiros para atender aos foliões durante o feriado de Carnaval, que ocorrerá entre os dias 28 de fevereiro e 4 de março. As cabines sanitárias estarão distribuídas em diversos pontos da cidade, incluindo os bairros Cruzeiro, Buritis, Barro Preto, Pompéia, Santa Tereza, Floresta, São Luíz, Santa Amélia, Centro e Savassi.  O mapa com os endereços dos pontos pode ser conferido logo abaixo.

     Somados os pontos fixos, que funcionam apenas no feriado, e as cabines volantes, que acompanham a programação de todos os blocos de rua da cidade, a Belotur disponibiliza, entre os dias 15 de fevereiro e 9 de março, 13.610 diárias de banheiros químicos para os foliões do Carnaval de Belo Horizonte. Deste número, 318 cabines são adaptadas para pessoas com deficiência.

     

  • Banheiros fixos - Carnaval BH 2026
  • “Banho de Sol”, da Zula Cia. de Teatro
    “Banho de Sol”, da Zula Cia. de Teatro
    “Banho de Sol”, da Zula Cia. de Teatro

    A peça “Banho de Sol”, montagem da peça da Zula Cia. de Teatro e sucesso de público, está de volta ao palco do Teatro do Centro Cultural Minas Tênis Clube, neste sábado, 2 de novembro, às 19h. O espetáculo é fruto do projeto “A arte como possibilidade de liberdade”, e tem como foco o encontro entre artistas e mulheres em privação de liberdade e as modificações provocadas por essa experiência em cada uma. O texto é de Talita Braga, que também integra o elenco, junto a Gláucia Vandeveld, Kelly Crifer e Mariana Maioline. Os ingressos  podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro ou no site www.eventim.com.br. Classificação: 14 anos. O encontro entre as artistas e as detentas de um complexo penitenciário feminino, que durou um ano, trouxe reflexões. “A princípio, a ideia era somente fazer com que essas mulheres tivessem a oportunidade de vivenciar uma experiência artística, momentos de troca, de afeto, de integração entre elas e ver como essas atividades reverberavam no cotidiano delas. Mas, a realidade vivenciada por nós foi tão intensa que nos provocou a criação de uma obra, para que essa vivência pudesse fazer ecoar as vozes dessas mulheres em situação de cárcere”, destaca Talita Braga, atriz e fundadora da Zula Cia. de Teatro. O projeto “A arte como possibilidade de liberdade” tirou as atrizes da zona de conforto. “Achávamos que teríamos muito a dar e pouco a receber. No entanto, a intensidade dessa troca nos colocou em cheque. Nós nos confrontamos com nossos privilégios de mulheres brancas de classe média, com nossos preconceitos e nossa arrogância. Encontramos afeto verdadeiro, cumplicidade, cuidados umas com as outras e fomos atravessadas por esses sentimentos”, afirmam Gláucia Vandeveld, Kelly Crifer, Mariana Maioline e Talita Braga.