Noturno Museus - 2022 - Museus

Content Builder
  • Bate papo e Apresentação: Moçambique Branco de Araguari - Memorial Vale
    Bate papo e Apresentação: Moçambique Branco de Araguari - Memorial Vale
    Bate papo e Apresentação: Moçambique Branco de Araguari - Memorial Vale

    31/07 – MOÇAMBIQUE BRANCO DE ARAGUARI: BATE-PAPO E APRESENTAÇÃO

    No dia 31 de julho, sábado, às 10 horas, o projeto Diversidade Periférica traz uma atração que vem do interior de Minas Gerais, da cidade de Araguari: o Moçambique Branco de Araguari, que é um grupo folclórico religioso que traz o sincretismo das tradições católicas com as origens africanas, manifestando a fé em Nossa Senhora do Rosário, São Benedito, Santa Efigenia e os Pretos Velhos.

    O vídeo será um bate-papo com os integrantes do grupo, para contar ao público sobre essa tradição.

    A guarda de Moçambique Branco de Araguari foi fundada em 1929. Hoje o grupo é coordenado pelo Capitão Mor João Batista da Silva e pelo seu filho Capitão Jeferson Jorge.

    Há uma média de 250 participantes e são considerados a casa real, portadores do direito de guardar as coroas de São Benedito e Nossa Senhora do Rosário (representadas por dois casais de Reis).

    As guardas de moçambique se diferenciam das guardas de congado em alguns aspectos, como cores das roupas, instrumentos musicais, tipos de danças realizadas, entre outros detalhes, mas têm em comum a devoção à grande mãe: Nossa Senhora do Rosário, e os cortejos que saem às ruas dançando e cantando.

    O projeto Diversidade Periférica traz mensalmente para o Memorial Minas Gerais Vale uma programação artístico-cultural com conteúdos que mergulham na trajetória ancestral dos becos e vielas do espaço de saber chamado Favela, e também das comunidades de periferia de Belo Horizonte e vizinhanças.

    Patrícia Alencar, curadora do Diversidade Periférica, é mineira nascida na Favela do Morro do Papagaio, em Belo Horizonte.

    É ativista social, gestora cultural, arte educadora e dançarina, engajada na luta contra o racismo e pela igualdade social, desenvolve suas atividades desde 1998.

    Hoje é uma das Diretoras da CUFA (Central Única de Favelas), co-fundadora da Frente Favela Brasil e também faz parte da Associação Sócio Cultural Bataka.

    Produziu eventos de relevância para Belo Horizonte, como o Dia das Favelas, Taça das Favelas, Carnafavela, Hip Hop Rua, entre outros.

    Sua atuação tem como premissa a transformação social por meio das artes e por meio do protagonismo de moradores de favelas.

  • Bate papo: Ecologia Integral
    Bate papo: Ecologia Integral
    Bate papo: Ecologia Integral

    Nesta sexta-feira (24), às 17h, a coordenadora geral do Ilali, Centro Agostiniano em Ecologia Integral, e mestre em Economia para Transição, Fernanda Rocha Vidal, vai conversar com o médico sanitarista Apolo Heringer sobre Ecologia Integral. O bate-papo será transmitido pelo canal do Centro Ilali no Youtube.

    Apolo Heringer, referência na causa ambientalista no país, é o idealizador do Projeto Manuelzão, de despoluição do Rio das Velhas e luta por melhorias nas condições ambientais para promover qualidade de vida. No bate-papo, Heringer falará sobre os limites entre a sustentabilidade ecossistêmica e a atividade econômica e responderá uma questão: ‘Nosso planeta está no limite?’. “Temos que ‘ecologizar’ a economia. A atividade econômica deve estar dentro dos limites de sustentabilidade ecossistêmica, porque ‘sustentabilidade’ virou uma palavra oca, está virando marketing de empresas, e a economia não pode extrapolar os limites ambientais explícitos”, afirma Heringer.

    O Ilali, espaço de educação localizado em Mário Campos, Minas Gerais, é uma iniciativa da Sociedade Inteligência e Coração (SIC), que também responde pelas quatro unidades do Colégio Santo Agostinho, em Belo Horizonte, Contagem e Nova Lima. O propósito central do espaço é convidar indivíduos para um diálogo construtivo que transforme a maneira das pessoas de se relacionarem com o mundo, apresentando novas possibilidades de convivência com a natureza rumo à uma sociedade sustentável.

  • Bate-Papo: Economia Criativa: Case Remexe, com Edição Especial do Favelinha Fashion Week
    Bate-Papo: Economia Criativa: Case Remexe, com Edição Especial do Favelinha Fashion Week
    Bate-Papo: Economia Criativa: Case Remexe, com Edição Especial do Favelinha Fashion Week

    Bate-papo sobre economia criativa, setor que gera emprego e renda e tem muito espaço ainda para crescer.

    “Em Minas Gerais, cerca de 460 mil pessoas estão empregadas na economia criativa. O número equivale a 9,84% das vagas formais do setor no Brasil. Em número de empregos, Minas só fica atrás de São Paulo (31,6%). É o que mostra o estudo inédito sobre o perfil da economia criativa no Estado, elaborado pelo Observatório, um núcleo de pesquisa do P7 Criativo, criado por Sebrae, Fiemg e Governo de Minas” (Fiemg).

    Como exemplo, representantes do Centro Cultural Lá da Favelinha vão apresentar a experiência do Negócio Remexe, que produz moda upcycling dentro do Aglomerado da Serra. O grupo se consolidou com um negócio criativo e gera renda para seus integrantes.

    Para fechar o encontro, o Remexe vai apresentar sua última coleção em uma edição especial do Favelinha Fashion Week no Memorial Minas Gerais Vale.

    Em 2019, o Remexe participou do Garota Hacker, projeto de tecnologia criativa e impacto social. A iniciativa foi apoiada pela Fundação Vale, por meio do Programa de Empreendedorismo Social Comunitário, e contou com a execução do Instituto Kairós e da Zu-UK.
    Este evento integra o projeto Contemporâneo, do Memorial Minas Gerais Vale.

    Entrada gratuita, sujeita a lotação. Retirada de senhas uma hora antes do evento.