A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, da Fundação Municipal de Cultura e da Empresa Municipal de Turismo de Belo Horizonte - Belotur, realiza, de 6 a 15 de dezembro, programação cultural e turística gratuita de comemoração do aniversário de 122 anos da cidade.
A programação é ampla: lançamento do Circuito Municipal de Cultura, 6ª edição do Festival Descontorno Cultural, Concerto da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e Final Nacional do Duelo de MCs. Entre as atrações artísticas, estão nomes como Jorge Ben Jor, Rincon Sapiência, Tamara Franklin, Orquestra Ouro Preto e Pigmaleão, Velha Guarda Musical de Vila Isabel, Viluje, Groove da Esquina, Edu Pio, Grupo Calangos, Cia El Indivíduo, Hot e Oreia, Clara Lima e César MC.
As atividades turísticas incluem a inauguração de lunetas de observação na Pampulha, city tours e palestra especiais e atividades do projeto Territórios Urbanos, na Lagoinha.
Serviço Aniversário de Belo Horizonte De 6 a 15 de dezembro
Para celebrar os 127 anos da capital mineira, a Prefeitura de Belo Horizonte preparou uma programação cultural especial que acontece ao longo do mês de dezembro, em diferentes regiões da cidade. Na agenda estão shows, apresentações artísticas, inauguração de exposições, ações literárias, atividades da área de patrimônio, entre outras, que ocuparão ruas, praças e equipamentos culturais municipais.
Confira abaixo a programação completa:
CENTROS CULTURAIS
CENTRO CULTURAL JARDIM GUANABARA
Rua João Álvares Cabral, 277 - Jardim Guanabara
Celebração de 16 anos.
Dia 3, terça-feira 10h - Apresentação Bora Bolhas com Agne Murça 18h - Roda de Capoeira Brasil das Gerais
Dia 4, quarta-feira 8h20 - Confraternização Vida Ativa 15h - Encontro Troca de Saberes 18h - Demonstração e aula aberta Taekwondo CTMB
Dia 5, quinta-feira 9h - Intervenção de Grafite - alunos Arte da Saúde 9h30 - Pintura Facial Colorindo Sorrisos com Lívia Dayrell 10h - Ação especial de valorização da saúde grupo de Prevenção de Quedas 19h - Mari Lou Canta os Sambas do Coração
Dia 6, sexta-feira 8h30 - Confraternização grupo Ginástica Localizada 18h - Noturno nos Museus
Permita-se Iluminar Exposição Fotográfica realizada pela Escola Municipal Milton Amaral. Retrata a expressão do medo de existir, assim como o sapinho do livro “O sapo Iluminado”, de Tânia Cristina Dias e Carol Fernandes. Classificação: Livre Visitação: terça a sexta, das 9h às 19h; sábados, das 9h às 17h
CENTRO CULTURAL SÃO BERNARDO
Rua Édna Quintel, 320 - São Bernardo
Celebração de 30 anos.
Dia 7, sábado 10h às 16h – Perifeira - comida, vestuário e artesanato 10h – Oficina do Circuito Tapume 10h às 16h – Feira de Escambo de livros 10h – Apresentação Mestre Linguinha e turma integrada (PEI-EMMS) 10h40 – Oficina Brincadeiras Circenses 13h às 17h – Biblioteca ao ar livre 14h – Breakinglândia - oficina de breaking 15h – Apresentação Rosas do São Bernardo 15h – Encontro de Brinquedos e brincadeiras 16h – Show Daniel CF - 20 anos de Hip Hop 16h30 – Espetáculo Prosa sobre a felicidade com Gladson de Paula 17h30 – CCSB - 30 anos de cultura descentralizada em BH 18h30 – Show “Um Samba” para Mestre Conga com Ricardo Luiz e convidados
Mostra Arena 2024 | Exposição Grupo Rosas do São Bernardo Mostra sobre os 16 anos de trajetória do Grupo. De 3 a 7 de dezembro, terça a sexta, das 9h às 19h; sábado, das 9h às 17h
CENTRO CULTURAL ALTO VERA CRUZ
Rua Padre Júlio Maria, 1577 - Vera Cruz
Celebração de 28 anos.
Dia 7, sábado 15h – Fadinha das Bolhas 15h às 20h – O Som das Quadras 15h30 – brinquedos, oficina de grafite, pipoca, algodão doce, pintura facial (ação em parceria com o AEPETI - Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil
CENTRO CULTURAL SALGADO FILHO
Rua Nova Ponte, 22 - Salgado Filho Celebração de 16 anos.
Dia 7, sábado Mostra Espaço Livre para as Artes – Edição de Aniversário Edição especial do Projeto Espaço Livre para as Artes, com a participação de artistas locais 14h – Abertura da Exposição Ciclo de Poéticas 14h30 – Abertura, com exibição de vídeo, da Mostra Espaço Livre para as Artes 15h30 – Aula show balé, com Escola Mineira de Bailados 16h – Aula aberta: Mindinho Bateria Mirim 17h – Show Kadara, com Júlia Deodoro 18h – Bolo Comunitário 19h – Boi Livre do Arena
Ciclo de Poéticas da Escola Livre de Artes Arena da Cultura A exposição apresenta o evento Transe da Trança, uma imersão nas criações do Módulo Residência do curso de artes visuais. Público: livre Visitação: terça a sexta, das 9h às 19h; sábados, das 9h às 17h
Mostra Arena 2024 | Exposição “Respire! Poéticas é nóis! Agora vai!” + Boi Livre. Artes Visuais e Patrimônio Cultural Abertura: dia 7, sábado, das 17h às 22h Visitação: terça a sexta, das 9h às 19h; sábados, das 9h às 17h
CENTRO CULTURAL USINA DE CULTURA
Rua Dom Cabral, 765 - Ipiranga Celebração de 8 anos.
Dia 14, sábado 11h – Espetáculo A Fotografia - Cia Caxangá 12h – Projeto Cordelteca 14h – Premiére Minas 16h30 – Sarau dos Crias 17h30 – Oficina de Tecido Acrobático - Anna Helizabeth 19h – Som das Quadras
Circuito Tapume – Mostra de Lambe-Lambes de Beagá O projeto Circuito Tapume, em Belo Horizonte, contempla a exposição de murais nos centros culturais em todas as regionais de BH. Realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. Público: livre Visitação: até dia 12, terça a sexta, das 9h às 19h; sábados, das 9h às 17h
Mostra Arena 2024 | Ecos do Picadeiro: entre sonhos e lonas Montagem de conclusão do curso de Circo De 5 a 8 de dezembro, quinta e sexta-feira, às 20h; sábado, às 18h e às 20h; domingo, às 19h.
CENTRO CULTURAL SÃO GERALDO
Rua Silva Alvarenga, 548 - São Geraldo Celebração de 15 anos.
Dia 14, sábado 9h – Vivência de Capoeira c/ Mestre Beto 13h – Grupo de Carimbó Flores de Minas 13h45 – Dança Afro c/ Júnia Bertolino 14h30 – Palco Aberto 15h35 – Show com Glaysson Astoni 17h – Espetáculo “Muros” – Cia. Morro Encena
Dia 15, domingo 16h - O Som das Quadras
CENTRO CULTURAL LIBERALINO ALVES DE OLIVEIRA
Av. Antônio Carlos, 821 – Dentro do Mercado da Lagoinha
Dia 3, terça, das 9h às 10h
Projeto Cordelteca Bate-papo sobre arte de fazer cordel, com a poeta Madu Costa. Público: Adulto
Horizontes do Samba - Patrimônio Cultural BH 11h às 12h - Reunião Extraordinária do Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural – CDPCM-BH. Análise do Dossiê de Registro e deliberação do Samba como patrimônio cultural de Belo Horizonte. 14h30 às 22h - Roda com mestras e mestres do samba de Belo Horizonte. Escola de Samba Unidos dos Guaranys encontra Escola de Samba Cidade Jardim; blocos caricatos Leões da Lagoinha e Estivadores do Hawaí; Samba da Calixto e Convidadas; Bloco Afro Fala Tambor encontra Samba da Meia Noite. Realizado em parceria com o Circuito Municipal de Cultura. Dia 7, sábado, das 11h às 22h
Mostra Arena 2024 | Exposição Mergulhos das Cores Design Popular De 2 a 31 de dezembro, terça a sexta, das 9h às 19h; sábados, das 9h às 17h
Belo Horizonte, Nossa Cidade No aniversário de 127 anos de Belo Horizonte, venha conhecer o acervo da Biblioteca através de livros que falam sobre a Capital Mineira. Público: Livre Visitação: terça a sexta, das 9h às 19h; sábados, das 9h às 17h
Bordado em Pauta Exposição de trabalhos em bordado xadrez, confeccionados pelas mestras artesãs da Lagoinha em oficinas realizadas semanalmente no CCLAO. Público: Livre Visitação: terça a sexta, das 9h às 19h; sábados, das 9h às 17h
CENTRO CULTURAL BAIRRO DAS INDÚSTRIAS
Rua dos Industriários, 289 - Indústrias I (Barreiro)
Dia 14, sábado, às 14h
Espetáculo “Saci” Com direção de Elisa Santana, a peça propõe, de forma lúdica e delicada, um novo olhar para essa criatura lendária do folclore brasileiro e suas múltiplas representações na sociedade atual. Classificação: livre
Exposição Natal Encantado BDI O Centro Cultural se transformará em um verdadeiro cenário natalino, repleto de decorações, peças artesanais e muito amor. Explore um mundo de criatividade e originalidade, com mostras de itens únicos, que vão desde enfeites e lembranças até delícias natalinas. Classificação: Livre Visitação: terça a sexta, das 9h às 19h; sábados, das 9h às 17h
CENTRO CULTURAL LINDEIA REGINA
Rua Aristolino Basílio de Oliveira, 445 - Regina
Dia 7, sábado, às 19 horas,
Heathers: O Musical O espetáculo é uma adaptação para os palcos do filme de mesmo nome. A montagem é realizada pelo projeto “Mais Teatro, Mais Vida”, sob coordenação teatral de Lucilesio Costa, com direção de Rafas e Gabbi Sant. Classificação: 12 anos
Noite no Sertão Apresentação de músicas sertanejas de raiz com artistas da região e convidados. Mestre de cerimônias: Jacarandá. Público: livre Dia 13, sexta, das 19h às 22h
Rock da Regina – Especial 15 Anos O tradicional Rock da Regina completa 15 anos com 40 edições realizadas e consolida-se como um espaço potente para a articulação de artistas e revelação de talentos do rock da região do Barreiro. Público: juvenil e adulto Dia 14, sábado, das 17h30 às 21h30
Semente Crioula A exposição reúne pinturas da artista plástica, cantora e compositora Leopoldina Azevedo, que ilustraram as canções do seu álbum “Semente Crioula”. Público: livre Visitação: terça a sexta, das 9h às 19h; sábados, das 9h às 17h
CENTRO CULTURAL PADRE EUSTÁQUIO
Rua Jacutinga, 550 - Padre Eustáquio
Celebração de 16 anos.
Dia 7, sábado
9h - 13h - Arena do Forró 10h - 11h - Mesa da partilha 10h às 13h - Circuito de Oficinas "Teatro para as Infâncias" 13h - 14h - Roda de leitura 14h - 16h - Oficina Droma Romani 15h30 às 17h - Encontro de Brinquedos e Brincadeiras 16h - 17h30 - Apresentação musical Alarico Rezende convida Àtila e Apolinário (Dois de Minas) 17h30 - 17h45 - Flores de Minas - carimbó 18h - 19h - Apresentação musical Onésio Alves 19h às 20h - Karaokê do Padreco
Dia 13, sexta, das 19h às 21h
Feira de Poesia Especial: a Poesia pede Paz Sarau com protagonismo dos poetas e escritores locais. Edição Especial: Poetas por um mundo melhor. Público: a partir de 14 anos
Espetáculo Vero Veríssimo O projeto de pesquisa teatral TAF – Teatro Arte Funcional – traz ao palco do CCPE o espetáculo Vero Veríssimo, uma experiência cênica que homenageia o olhar crítico e bem-humorado do renomado cronista Luiz Fernando Veríssimo. Público: juvenil, adulto e idoso Dias 14 e 15, sábado, às 19h; domingo, às 17h
Exposição Territórios Vivos – Histórias e Recortes da Periferia de BH Exposição fotográfica realizada a partir das histórias visuais captadas pelos participantes da Foto & Tal – Oficina de Narrativa Fotográfica. Público: livre Visitação: terça a sexta, das 9h às 19h; sábados, das 9h às 17h
CENTRO CULTURAL PAMPULHA
Rua Expedicionário Paulo de Souza, 185 - Urca
Dia 11, quarta, das 16h às 18h
Matinê Cultural Sênior Tarde de diversão com música. Público: adulto e idoso
Mostra Centro Cultural Pampulha Evento de confraternização de fim de ano com muita música, apresentação de dança e muita curtição. 14h – Roda de capoeira com turma do Mestre Bentivi e convidados 15h – Espetáculo de balé – Brincadeiras e Brinquedos de Criança, do Ballet Val Adriani 16h – Dança do Ventre, do Studia Flávia Farrah 17h – Carimbó, com o grupo Amoras Flor de Liz e grupo convidado Flores de Minas 17h15 – Cantata de Natal, com o Coral dos Desafinados 18h15 – Dança Cigana, com o grupo Rosa Vermelha e grupo convidado Neus’Arte Dia 14, sábado, das 14h às 21h
Magia da Dança 18h30 – Samba, com Waldir Gomes e banda Dia 14, sábado, das 14h às 21h
Mostra de Lambe-Lambes de Beagá – Circuito Tapume Pela primeira vez, o Circuito Tapume – Mostra de Lambe-Lambes de Beagá toma as ruas da cidade em um festival exclusivamente dedicado aos lambe-lambes. A programação conta com instalações artísticas de dez artistas visuais selecionados via chamamento público com o objetivo de valorizar e promover a arte urbana em Belo Horizonte. Realizada com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. Público: livre Visitação: até 12/12, terça a sexta, das 9h às 19h; sábados, das 9h às 17h
CENTRO CULTURAL URUCUIA
Rua W-3, 500 - Urucuia
Dia 14, sábado, às 19h Batalha do Cardoso Batalha de MCs que promove a junção dos elementos do Hip-Hop como formação social e política. Público: livre
CENTRO CULTURAL VILA FÁTIMA
Rua São Miguel Arcanjo, 215 - Nossa Senhora de Fátima
Exposição Érica Awano A exposição apresenta o trabalho da quadrinista Érica Awano, homenageada do FIQ-BH 2018. Público: livre Visitação: terça a sexta, das 9h às 19h; sábados, das 9h às 17h
CENTRO CULTURAL VILA MARÇOLA
Rua Mangabeira da Serra, 320 – Vila Marçola
Dia 6, sexta, às 10h
A Fotografia Espetáculo de palhaçaria e máscaras da Cia. Caxangá. Público: livre
CENTRO CULTURAL ZILAH SPÓSITO
Rua Carnaúba, 286 - Zilah Sposito
Dia 11, quarta, às 9h
Projeto Cordelteca Vivência de cordel com o poeta e sociólogo Ricardo Evangelista. Roda, ritmo, rima e métrica. Público: livre
A Besta Fera do Cabelo Negro Espetáculo teatral e musical da Cia. Juntaostrem, que tem a proposta de valorizar a cultura mineira, resgatando suas raízes e conectando essas origens à contemporaneidade. Classificação indicativa: livre Dia 14, sábado, às 16h
BIBLIOTECA
BIBLIOTECA PÚBLICA INFANTIL E JUVENIL DE BELO HORIZONTE
Rua Guaicurus, 50 - Centro
Prosa Poética: Percursos Literários por BH
Dia 3, às 10h – Parque Municipal Américo Renné Giannetti – em frente às estátuas das escritoras Carolina Maria de Jesus e Lélia Gonzales; Dia 10, 10h – Praça da Liberdade – em frente às estátuas dos escritores Fernando Sabino, Otto Lara Resende, Paulo Mendes Campos e Hélio Pelegrino; Dia 17, 10h – Parque das Mangabeiras.
Roda de Leitura: Lendo BH Em ocasião do mês de aniversário da nossa cidade, promovemos leituras de lugares e de escritores de Belo Horizonte. Dias 4, 11 e 18, quartas-feiras, às 10h.
Encontro Semanal de Contadores de Histórias: Desafio de lendas urbanas de Belo Horizonte Na última sexta-feira 13 ano a ideia é arrepiar BH! O desafio será contar histórias assombradas e lendas urbanas da nossa capital. Dia 13, sexta-feira, às 9h30
Dança da meia-noite A partir da famosa lenda urbana do “Capeta do Vilarinho”, a oficina propõe narrar a lenda e produzir textos que retratem as reações do dançarino ou dançarina ao descobrir que seu parceiro ou parceira era o capeta disfarçado. Dia 13, sexta-feira, às 14h30
Detetives na Biblioteca A partir de um trecho do livro “O Menino no Espelho”, de Fernando Sabino, as crianças participantes serão convidadas a um trajeto literário investigativo, buscando pistas na Biblioteca para encontrarem seu tesouro literário. Dia 14, sábado, às 10h30
OUTROS EQUIPAMENTOS DA CULTURA
ARENA DA CULTURA - ESCOLA LIVRE DE ARTES
Av. dos Andradas, 367, 2º andar - Centro
Mostra Arena 2024 Dia 3, terça-feira, das 19h às 21h | Entre Turmas da Música
Dia 4, quarta-feira, das 14h às 22h | Aulas Abertas. Modelo, Traço, Respiração: desenho, movimento, rastro, invenção;
Dia 7, sábado, das 16h às 19h Exposição “Arte na Lata” Exposição “Vestindo Espaços: Corpos e Lugares em Cena e Além”; Instalação Corpo-A-Corpo: Corpo-Arena e os Bastidores em Exposição; Laboratório de Iluminação; Oficina Se Achegue - Corpo Convite ao Estar Encontro; Exposição “O Arena é um respiro: retratos e narrativas de estudantes”; Afetos Vestidos: Desfile, trabalhos do Bairro das Indústrias e Zilah Spósito
CENTRO DE REFERÊNCIA DA CULTURA POPULAR E TRADICIONAL LAGOA DO NADO
R. Min. Hermenegildo de Barros, 904 - Itapoã Celebração de 32 anos.
Dia 15, domingo 15h – Abertura da exposição “Capoeira em Belo Horizonte”
Conversa ao Pé do Fogão Projeto que valoriza uma das práticas mais antigas da humanidade: o ato de reunir pessoas em torno de um fogão à lenha para um bate-papo, tomando um café e degustando sabores das culinárias populares. No mês de dezembro, o projeto recebe o Grão Mestre Dunga, considerado o patrono da capoeira na cidade. Público: Livre Dia 11, sábado, das 14h às 17h
ARQUIVO PÚBLICO DA CIDADE DE BELO HORIZONTE
Lançamento da 11ª edição da Revista Eletrônica do APCBH | Parceria com Mercado Central
Lançamento do periódico científico anual do APCBH, que contempla artigos, resenhas, ensaios e propostas pedagógicas de uso de documentos em sala de aula para diferentes níveis de ensino. Início de parceria entre o APCBH e o Mercado Central. Dia 13, sexta-feira, às 10h Local: Mercado Central de Belo Horizonte (Av. Augusto de Lima, 744 – Centro)
MUSEUS
NOTURNO NOS MUSEUS 2024 O Noturno nos Museus é um convite para conhecer e revisitar a programação cultural dos museus da cidade, em horário noturno e especialmente desenvolvida para essa celebração. O evento tem atrações culturais de diversas áreas, incluindo inauguração de exposições, shows musicais, espetáculos, entre outras. Para facilitar a mobilidade da população, teremos vans circulando pela cidade, através de uma parceria com a Fundação Educacional Lucas Machado - FELUMA. Dia 6, sexta-feira, das 18h às 23h
CASA DO BAILE - CENTRO DE REFERÊNCIA DE URBANISMO, ARQUITETURA E DESIGN
Av. Otacílio Negrão de Lima, 751 - Pampulha Pampulha 80 Anos
Ações realizadas com apoio cultural do Ministério Público do Estado de Minas Gerais, através de recursos do Fundo Especial do Ministério Público - FUNEMP Lançamento do guia cultural e turístico “Guia Interativo da Pampulha”; Lançamento da obra de educação patrimonial “Conhecer Para Cuidar – Casa do Baile”; Lançamento do documentário “Conjunto Moderno da Pampulha - Patrimônio Cultural da Humanidade” Dia 5, quinta-feira, às 18h30
MUSEU DE ARTE DA PAMPULHA – MAP
Exposição “Camará” | 9ª edição Bolsa Pampulha A exposição “Camará” apresenta o resultado da residência artística da 9ª edição do Programa Bolsa Pampulha. A Mostra traz obras que tratam de ancestralidade, forças naturais e contextos históricos e contemporâneos. A curadoria é de Juliana Gontijo (SP) e Pollyana Quintella (RJ). Dia 17, terça-feira, às 19hs Local: Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB (Praça da Liberdade, 450 – Funcionários)
MUSEU DA IMAGEM E DO SOM DE BELO HORIZONTE
Av. Álvares Cabral, 560 - Lourdes Celebração 10 anos MIS Lançamento de Catálogo com inventário do acervo tridimensional do museu, em comemoração aos 10 anos do MIS BH, com discotecagem de vinil do DJ Thomás Amaral Dia 20, sexta-feira, às 19h
MUSEU HISTÓRICO DE BELO HORIZONTE – MHAB
Av. Prudente de Morais, 202 - Cidade Jardim Abertura exposição Negricidade MUQUIFU Exposição em parceria com o Museu dos Quilombos e Favelas Urbanos – MUQUIFU no foyer do auditório. Haverá uma cerimônia para homenagear os escravizados que trabalhavam na Fazenda do Leitão: “Felicíssima, Generosa e Nicolau”. Também fará parte da programação o levantamento de bandeira do Rosário e uma Roda de Conversa. Dia 14, sábado, a partir das 16h
CINEMA
CINE SANTA TEREZA
Rua Estrela do Sul, 89, Santa Tereza – Praça Duque de Caxias V Mostra Periferia Cinema Do Mundo
Mostra com produções audiovisuais realizadas nas periferias da capital mineira e na Região Metropolitana. Realizado em parceria com o Circuito Municipal de Cultura. Programação de filmes: Portal da PBH De 11 a 15 de dezembro
TEATROS
TEATRO MARÍLIA
Av. Alfredo Balena, 586, Santa Efigênia
Aniversário de 60 anos
Espetáculo Órfãs de Dinheiro * Com Inês Peixoto Classificação indicativa: 12 anos Dia 7, sábado, 20h
Espetáculo Clownstrofobia * Com Real Fantasia Classificação indicativa: Livre. Dia 8, domingo, às 16h
Terça da Dança - Mostra do Resultado do edital Corpo Territórios * Classificação indicativa: Livre. Dia 10, terça-feira, às 19h
*Atrações realizadas em parceria com o Circuito Municipal de Cultura
Motra Arena 2024 | Show Favela em Cantata Com a Velha Guarda do Samba Dia 2, segunda-feira, às 20h
TEATRO FRANCISCO NUNES
Av. Afonso Pena, S/N – Centro - Parque Municipal Américo Renné Giannetti Música de Domingo Especial – Aniversário de Belo Horizonte Sergio Santos e Maíra Manga apresentam “As Vozes e o Violão”. Show realizado em parceria com o Circuito Municipal de Cultura. Dia 8, domingo, às 11h
20 anos da Série Literária “Coleção BH: a cidade de cada um” Apresentação artística, lançamentos de novos títulos, mapa de BH e presença dos idealizadores, autores da coleção. Dia 10, terça-feira, às 18h30
Quinta no Raul Especial – Aniversário de Belo Horizonte Apresentação do show “Desculpe o Auê - Uma homenagem à Rita Lee” com a cantora XXXXX. Realizado em parceria com o Circuito Municipal de Cultura. Dia 12, quinta-feira, às 20h
Belo Horizonte: Cidade Criativa da Gastronomia
Belo Horizonte é uma cidade jovem, com uma população de mais de 2,5 milhões de pessoas e raízes plantadas nas cidades do interior de Minas Gerais, de onde vieram os primeiros habitantes da nova capital. Essa formação faz de BH, como é carinhosamente conhecida, a cidade síntese da cultura mineira e vitrine maior de nossas tradições. Mas Belo Horizonte vai além: a efervescência cultural que a cidade vive hoje está intimamente ligada à criatividade e à história da nossa gastronomia.
Somos uma cidade criativa, um centro onde as artes, a gastronomia, o design, a moda, a arquitetura, a literatura, o conhecimento científico e a tecnologia se encontram e se renovam.
A 3ª cidade do Brasil com o maior número de profissionais trabalhando em atividades criativas.
Cidade indicada pelo Population Crisis Commitee, da ONU, como a metrópole com a melhor qualidade de vida na América Latina.
A capital brasileira com os melhores índices de consumo cultural e frequência em atividades culturais (Instituto Datafolha).
A capital do estado brasileiro com o maior número de Patrimônios Mundiais reconhecidos pela UNESCO.
Cercada pela Serra do Curral, que lhe serve de moldura natural e referência histórica, Belo Horizonte ocupa território de 331 km² em localização privilegiada. Sua área de influência conta com os 34 municípios da Região Metropolitana, o que amplia a população para 4,9 milhões de habitantes, e se expande para cerca de 80 cidades num raio de 100 quilômetros, movimentando um mercado de 6,4 milhões de consumidores a mais.
Crédito: BH Airport
A cidade se beneficia da ampla malha rodoviária do estado, a maior do Brasil, e da proximidade geográfica com os principais mercados emissores do turismo brasileiro. O Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, considerado recentemente o melhor do país e um dos principais polos da malha aérea brasileira, possui voos diretos para Miami, Orlando, Lisboa, Panamá e Buenos Aires e está conectado aos nossos maiores aeroportos.
Belo Horizonte dispõe de ampla gama de atrativos turísticos e culturais de qualidade: é a cidade que mais ampliou a oferta de produtos turísticos nos últimos anos (Ministério do Turismo - 2015), sendo reconhecida pelas boas práticas estabelecidas. A cidade vem qualificando a oferta de serviços e atraindo novos negócios, alcançando o 5º maior PIB entre os municípios brasileiros, com o setor terciário respondendo por 86% do total das nossas riquezas.
A criatividade está no DNA belo-horizontino e manifesta-se na cidade de diversas formas. Embora mineiro tenha a fama de ser quietinho, além da gastronomia, algumas dessas manifestações são reconhecidas mundialmente.
Em 2016, a UNESCO reconheceu o Conjunto Moderno da Pampulha como Patrimônio Mundial, trazendo à tona o valor da arquitetura moderna num estado reconhecido mundialmente pelo barroco.
O Conjunto Moderno da Pampulha marca o início da arquitetura genuinamente brasileira e serviu de ensaio para o genial arquiteto Oscar Niemeyer conceber Brasília, capital nacional e também Patrimônio Mundial da Humanidade.
Belo Horizonte também oferece, ao Brasil e ao mundo, o Circuito Liberdade. Maior complexo cultural da América Latina em seu gênero, conta com 17 instituições localizadas no entorno da centenária Praça da Liberdade, com equipamentos de música, literatura, artes plásticas, cinema, mineralogia, ciências, astronomia, empreendedorismo e gastronomia.
Um dos destaques é o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), um dos 100 museus mais visitados do mundo (The Art Newspaper magazine).
Impressionante, não é? Mas nós não chegamos até aqui por acaso. Não mesmo.
Uma história que permanece viva nas mesas e nos corações.
Crédito: Cezar Cavaliere / Eduardo Almeida
Minas Gerais possui uma autêntica história de amor com a gastronomia. Para comprovar, basta perguntar a qualquer mineiro qual é o melhor lugar da casa, e a resposta estará na ponta da língua: a cozinha. Pois é em volta da mesa e ao lado do fogão que nossa cultura tem sido passada de geração em geração há mais de 300 anos – ou, desde que os primeiros exploradores saíram de São Paulo e da Bahia para transpor nossas montanhas em busca de ouro e pedras preciosas. A descoberta do ouro, em 1665, faz surgir os primeiros povoados. Outros viriam ao longo do tempo e por outros motivos. Um desses lugarejos se chamava Curral Del Rei.
O primeiro ciclo, cujo apogeu se deu no século XVIII, está ligado à exploração do ouro, atividade que atraiu enorme contingente de pessoas. Foi nessa época que os hábitos dos índios, dos portugueses e de seus escravos africanos influenciaram-se mutuamente, forjando a base do que conhecemos hoje como a típica cozinha mineira. Embora marcado pela exploração de riquezas, nesse período conhecemos a escassez de alimentos: de repente, havia muita boca para pouco feijão, e os gêneros alimentícios ficaram caros e difíceis de serem obtidos.
Vem da necessidade o aprendizado de se aproveitar ao máximo todos os recursos alimentares disponíveis à época, incluindo a caça e a pesca. Para driblar a fome, nos quintais das moradas se cultivava hortaliças e se criava pequenos animais para o abate, como a galinha, o frango e o porco. Essa era uma tradição portuguesa que chegou com os colonizadores e se incorporou de tal maneira à nossa cultura que até hoje pode ser encontrada no fundo das casas em pequenas cidades do interior do estado.
O feijão
Base de importantes pratos da nossa gastronomia, o feijão foi introduzido aos nossos hábitos pelos tropeiros, homens que viajavam por longas distâncias a cavalo conduzindo tropas de burros carregados de mantimentos e utensílios para abastecer a multidão de trabalhadores das minas de ouro. Os tropeiros carregavam sua própria cozinha, tendo o feijão como ingrediente básico sobre o qual era acrescentada a farinha de mandioca, o torresmo de porco, a carne de charque e os brotos que encontravam pelo caminho. Dessa mistura nasceu o Feijão Tropeiro, prato que atravessou os séculos e hoje, acompanhado de arroz, linguiça ou lombo de porco e couve, é um dos sinônimos de cozinha mineira. O casamento do feijão com a farinha também nos deu o Tutu, outro prato tradicional que ainda hoje está presente em nossas mesas.
Crédito: Acervo Belotur
Mandioca e Milho No tempo da escassez, o cultivo da mandioca e do milho se revelou fundamental. Versáteis, tanto a raiz quanto o cereal inspiraram as cozinheiras da época a criar receitas salgadas e doces que até hoje fazem parte dos nossos cardápios. Da farinha de mandioca vem a onipresente farofa e suas incontáveis misturas. Já o milho, esse se desdobrou em receitas variadas, como o fubá, o angu, o mingau, o bolo e o cobu. O fubá é uma farinha de milho bem fininha que, levada ao fogo e misturada à água, faz o angu; se misturada ao leite, vira mingau; e, se misturada com ovos, leite, açúcar e especiarias, quando levada ao forno vira broa e, se envolta em folha de bananeira, vira o cobu.
Fartura O segundo ciclo a influenciar nossa gastronomia é conhecido como “a ruralização” da economia regional. A febre do ouro chegava ao fim e tinha início uma época em que a vida econômica e social se concentrou em grandes fazendas, onde se criava gado e se expandia o cultivo de alimentos, principalmente legumes e hortaliças. Aos poucos, a carne vermelha foi sendo apreciada nas mesas onde, antes, a galinha, o frango e o porco reinavam absolutos. Essa foi a época da fartura de alimentos e da introdução dos pratos à base de carnes refogadas e servidas com suculentos caldos, como a Vaca atolada, a Canjiquinha e o Frango com quiabo, entre outros. A cozinha da fazenda é molhada e, por isso, acompanhamentos como o angu e os legumes e folhas refogados eram a norma.
Crédito: Victor Schwaner
O queijo mineiro O hábito de se manter uma horta perto das cozinhas trouxe para os pratos mineiros o sabor de alimentos colhidos, picados e feitos na hora, garantindo a preservação do suco natural, das cores vibrantes e do aroma rico que encanta os olhos e satisfaz o paladar de locais e estrangeiros há séculos. Também vem da cozinha da fazenda outra delícia do tradicional jeito mineiro de receber: as compotas de doces de fruta e de leite, sempre acompanhados por fatias de queijo.
O queijo mineiro merece destaque: reconhecido por sua singularidade de textura e sabor, é mais uma iguaria trazida pelos portugueses que chega aos dias de hoje reconhecido como Patrimônio Cultural Brasileiro pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2008). O processo de produção do nosso queijo também garante sua originalidade: leite de vaca cru, um pouco de sal e o “pingo”, um fermento natural que o diferencia dos demais laticínios. O queijo, associado a uma farinha de mandioca extremamente fina, o polvilho, é responsável pelo quitute mineiro mais vendido no Brasil: o famoso pão de queijo.