Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • BLOCO DIVINA BANDA

    A Divida Banda é uma homenagem aos 50 anos de carreira do músico e agitador cultural Marilton Borges. Para tal, seu filho Rodrigo Borges (voz e violão) escalou uma banda formada pelos amigos e instrumentistas Ian Guedes (guitarra), Juliano Nunes (baixo) e Mauro Beléu (bateria), além do próprio Marilton (teclado). No repertório estarão temas autorais, do Clube da Esquina, MPB, Novos Baianos, Mangue Beat, Vanguarda Paulista, reggae, anos 90 e muito mais. Concebida para ser uma bateria democrática, envolvendo toda a população interessada, a "Tereza, Beleza", liderada por Maurício Tizumba, chega com tudo para mostrar a força e a energia dos "Tambores de Minas" (principal instrumento), com mais 50 integrantes. É o terceiro ano que o Bloco irá participar do carnaval e espera um público aproximado de 10 mil pessoas.

  • BLOCO DO ALFREDIN

    As atividades do Alfredin deram inicio no segundo semestre de 2018, preparando para sua estreia no carnaval de 2019. O nascimento do bloco foi possível graças a gigantesca manifestação cultural que se tornou o carnaval de Belo Horizonte. O Bloco do Alfredin nasce de um movimento cultural que acontece a mais de 5 anos no bairro do Padre Eustáquio, que é a Roda do Padreco. A Roda do Padreco é um movimento coletivo que visa a pratica de Choro semanal, numa roda aberta e democrática para quem quiser participar da roda. Com essa prática semanal de tocar Choro, tivemos a ideia de criar um bloco caracterizadamente de Choro, para tocarmos este gênero genuinamente brasileiro no carnaval, e num formato de bloco de rua. Com essa ideia, homenageamos, o que para muitos é, o maior nome deste gênero, o Pixinguinha ( Alfredo da Rocha Viana Filho ).Instrumentação:- 08 à 14 Sopros (Clarinete, Flauta, Sax, Trombone )- 12 Surdos- 08 Caixas- 06 Agogos de coco- 01 Caixeta- 06 Reco Recos- 06 Ganzás

  • BLOCO DO BAILE DA SERRA

    O Bloco do Baile da Serra surgiu em agosto de 2019, diante da impossibilidade de sujeitas/os periféricas/os ocuparem os espaços públicos e de lazer em seu próprio Território, aproveitando-se da linguagem do funk - tão disseminada no Território – para organizar moradoras/es da Vila Cafezal, a mais antiga do Aglomerado e, historicamente, lugar de moradia de músicos, em um cortejo que percorre as ruas e becos da Vila que leva nome de instrumentos musicais. É composto por uma bateria de 10 integrantes, sendo que os instrumentos musicais utilizados são: Surdo de terceira, caixa, repique, surdo de marcação, chocalho, tamborim, cavaquinho. O Bloco pretende fundir as sonoridades carnavalescas com as do funk, sendo assim, fazem parte da musicalidade também a controladora do DJ e as caixas de som específicas de funk. Objetivos: afirmar a cultura funk, em diálogo com outras musicalidades afro, tendo como perspectiva a disseminação de tal cultura por meio de debates e oficinas.