Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • BLOCO ROCKNEJO

    Criado em 2018 por amigos apaixonados pelo Carnaval de BH, o Bloco RockNejo traz um grande diferencial, a união entre duas paixões nacionais: o Rock Nacional e o Sertanejo. A energia, interação e amor entre todos do Bloco, Bateria, Referência e Banda, são indiscutíveis e contagiantes, sem qualquer forma de discriminação. O Bloco esbanja carisma e simpatia por onde passa, tanto nos Show da Banda RockNejo quanto nos ensaios da Bateria. A Banda tem 6 integrantes (vocal, baixo, 2 guitarras, bateria e percussão). A Bateria para o Cortejo de 2020 conta com 70 percussionistas tocando tamborim, surdo, caixa, repique e xequerê. O Bloco objetiva não somente fazer o Cortejo, mas contribuir com integração social entre todos os participantes do Bloco. Também visa, em parceria com a Hemominas, divulgar e incentivar a Doação de Sangue e Médula, principalmente no período de Carnaval, cujo estoque é defasado devido a grande demanda.

  • Bloco Roda de Timbau 2025
    Bloco Roda de Timbau 2025
    Bloco Roda de Timbau 2025

    Nesta sexta, dia 28/2, às 19h30, o Bloco Roda de Timbau, que leva cerca de dez mil foliões, faz seu cortejo no Barro Preto (avenida Augusto de Lima, 1883), em homenagem ao percussionista cubano Santiago Reyther, morto em 2023. O bloco traz, neste carnaval de 2025, “um novo arranjo inspirado no ritmo cubano chamado guaguancô, que é um estilo da rumba, para tocarmos duas músicas em que vamos homenagear o mestre Santiago Reyther”, revela Petê. A percussão da Roda conta com uma bateria de 100 ritmistas regidos por Pedro Thiago, o Petê, e tem como característica a força da percussão afro-brasileira e a energia vibrante de sua bateria. Também haverá corpo de baile, fazendo intervenções artísticas, com passos de rumba e salsa durante o cortejo. O desfile do Bloco Roda de Timbau é gratuito e tem duração média de quatro horas. 

    O percussionista Petê, que foi aluno do cubano radicado em BH desde 1995 Santiago Reyther, entende que sua obra deve ser reverenciada. “Uma de suas maiores contribuições para a percussão em Belo Horizonte foi a introdução de conceitos inovadores, como a independência rítmica a quatro membros. Essa técnica envolvia a execução simultânea de congas, claves e bateria, ampliando significativamente as possibilidades dos percussionistas”, observa Petê. Santiago foi professor em BH de músicos como André Limão, Gal du Vale, Rafael Leite, Analu, Paulinho Froes, Nara Torres e Gabriel Bruce. Santiago formou-se Escola Nacional de Arte de Cuba, idealizada por Fidel Castro e Che Guevara, e se destacou como Diretor de Coral, Especialista em Arte Musical Profissional e na formação de docentes. 

    Petê vai colocar essa lição de percussão no cortejo do Bloco Roda de Timbau no dia 28/2. “Vamos tocar as músicas “Cuando un Rumbero se vá” e “La Gozadera”, compostas especialmente para este cortejo”, diz o regente. O músico afirma que Santiago Reyther influenciou a rítmica do bloco. “Tive o privilégio de estudar com Santiago durante sete anos, período que foi determinante para minha formação musical. Essa convivência me permitiu absorver fundamentos da música afrolatina, especialmente a importância das claves e os arranjos dos tambores que acompanham essas estruturas rítmicas. Esse aprendizado impactou profundamente o trabalho no bloco A Roda”, observa Petê.

  • BLOCO ROLITA CANSADA

    Surgiu da reunião de amigos da Vila Nossa Senhora Aparecida, Aglomerado da Serra, que jogavam bola no Campo do Horto. A partir dessa reunião semanal, de dez anos, o grupo decidiu organizar a Festa Junina da Rua Da Água, festa das crianças, o futebol do dia 01/01. Desde o ano 2018, passou a organizar oficinas de música para moradores/as da Vila, efetuando ensaios duas vezes por semana. Em sua festa junina anual convida grupos de dança do Aglomerado como forma de ajudar no fomento da cultura do Território. O Bloco possui uma bateria de 40 integrantes, toca Marchinhas de carnaval, sendo que os instrumentos são Surdo de terceira, tarol, repique, abobô, chic chic, tamborim, violão de 7 cordas e cavaquinho. Objetivos: Ser instrumento de integração comunitária de moradoras/es da Vila Nossa Senhora Aparecida, bem como espaço de difusão cultural. Perspectivas: se constituir como espaço de aprendizagem e afirmação das culturas afro tradicionais e do início do século XX.