Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Brezzy.On tem os cabelos lisos e vermelhos e pele negra. Ela usa piercing no nariz e uma corrente prateada no pescoço. Ao redor dos olhos, aplicações de miçangas brancas completam a maquiagem.
    Brezzy.On tem os cabelos lisos e vermelhos e pele negra. Ela usa piercing no nariz e uma corrente prateada no pescoço. Ao redor dos olhos, aplicações de miçangas brancas completam a maquiagem.
    BREZZY.ON

    IMUNE

    Brezzy.On tem os cabelos lisos e vermelhos e pele negra. Ela usa piercing no nariz e uma corrente prateada no pescoço. Ao redor dos olhos, aplicações de miçangas brancas completam a maquiagem.

    CRÉDITO: CONIIIN

    Izadora Guimarães, conhecida como Brezzy.On, passou a integrar o movimento hip-hop aos 13 anos, colaborando na organização de batalhas de rimas pela região nordeste da capital mineira. Sua apresentação na Virada Cultural de Belo Horizonte 2021 faz parte da programação do festival IMuNe – Instante da Música Negra, produzido pelo coletivo de mesmo nome formado por Bia Nogueira, Cleópatra, Gui Ventura e Raphael Sales.

    #ParaTodosVerem

    Brezzy.On tem os cabelos lisos e vermelhos e pele negra. Ela usa piercing no nariz e uma corrente prateada no pescoço. Ao redor dos olhos, aplicações de miçangas brancas completam a maquiagem.

     

  • Foto interna Br Hostel
    Foto interna Br Hostel
    Br Hostel

    O hostel oferece cama confortável, quarto (com suíte em todos eles), cozinha equipada, Wi-fi grátis, tv a cabo, bar rooftop, áreas em comum pra lá de descontraídas, informações turísticas, passeios diversos por BH e cidades vizinhas e muitas outras comodidades para o hóspede.

  • Brígida Campbell: Ao Lado de um Pardal o Dia Dorme Antes
    Brígida Campbell: Ao Lado de um Pardal o Dia Dorme Antes
    Brígida Campbell: Ao Lado de um Pardal o Dia Dorme Antes

    Brígida Campbell abre amanhã, 13/07 às 19h, no espaço Mama Cadela, a exposição individual "Ao Lado de um Pardal o Dia Dorme Antes", com curadoria de Bruno Vilela.

    As obras da artista retratam a presença de plantas e animais habitando ambientes, com traços gráficos típicos das paredes das cidades.

    A mostra conta com gravuras, colagens, esculturas, desenhos, entre outros suportes e tem como inspiração movimento notado durante a pandemia, quando a ausência de pessoas nas ruas fez com que várias cidades do mundo fossem ocupadas por animais e plantas, que, sem a presença humana, puderam estar nestes espaços de outra maneira.

    A mostra continua até o dia 06/08