Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Busto de Alberto Mazoni Andrade.
    Busto de Alberto Mazoni Andrade.
    Busto de Alberto Mazoni Andrade

    A cabeça, em bronze, do professor Alberto Mazoni, foi inaugurado no dia 28 de janeiro de 1967, por iniciativa dos professores da Escola de Engenharia e Arquitetura da UFMG, Escola Federal de Minas de Ouro Preto, das lideranças de escolas e igrejas batistas e representantes da mocidade batista, presentes no ato de inauguração do monumento, no décimo aniversário de sua morte, para manter sua memória.

    O pedestal, concebido pelo genro do homenageado, arquiteto Josué Flores Lira, tem a forma de um paralelepípedo retângulo, foi feito em concreto e revestido em mármore , tendo duas placas de bronze. No monumento está escrito o nome do autor e a data da obra: Meschessi, BH 1967.

  • Busto de Aleijadinho.
    Busto de Aleijadinho.
    Busto de Aleijadinho (Antônio Francisco Lisboa)

    O busto de Antônio Francisco Lisboa, “O Aleijadinho”, foi baseado num retrato do artista, feito pelo pintor Euclásio Penna Ventura e encontrado no Arquivo Público Mineiro, pelo historiador e pesquisador Miguel Chquiloff.

    A obra, em bronze, do escultor Alberto de Castro, foi oferecida à Assembleia por Miguel Chquiloff, como forma de agradecer o reconhecimento oficial do retrato, pelo legislativo mineiro.

  • Busto de Américo Gasparini.
    Busto de Américo Gasparini.
    Busto de Américo Gasparini

    Busto esculpido em bronze, de 65 cm, assentado em um pedestal de granito preto e placa de bronze.

    Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito do Rio de Janeiro, Américo Gasparini exerceu em Belo Horizonte, durante vários anos, suas atividades profissionais como advogado. Fundou a Associação Mineira dos Proprietários e foi presidente do Clube dos Advogados do antigo Palestra Itália, hoje Cruzeiro.

    Em 1937, atendendo à recomendação do seu grande amigo Felice Rosso e recebendo o legado doado por este, lançou as bases da Fundação que tem o nome do doador e em 1945, inaugurava o Hospital “Felício Rocho” em cuja direção se manteve até a sua morte. Durante 34 anos o Dr. Américo Gasparini trabalhou para garantir a manutenção e desenvolvimento da grande obra hospitalar, não medindo esforços para que os objetivos idealizados pelo doador fossem alcançados.