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  • Carnaval de BH 2026: quando a cidade vira potência coletiva

    Belo Horizonte não fez apenas mais um Carnaval. Fez história.

    O Carnaval de Belo Horizonte em 2026 não apenas levou milhões às ruas. Ele reposicionou a cidade no mapa do turismo nacional com força e consistência.

    Os turistas representaram 23,7% do público, percentual superior ao registrado em 2025. Vieram principalmente do interior de Minas, de São Paulo e do Distrito Federal, mas também de estados como Rio de Janeiro, Espírito Santo e Rio Grande do Sul. A capital mineira ainda recebeu visitantes da Alemanha, Estados Unidos, França, Itália, Paraguai, Portugal e Uruguai, confirmando que a folia de BH atravessa fronteiras.

    Quem veio, ficou. A permanência média foi de 3,8 dias, com gasto diário de R$ 575,38, crescimento em relação ao ano anterior. A hotelaria atingiu 83,5% de ocupação na cidade e quase 100% na região Centro-Sul, segundo a ABIH-MG. Na Rodoviária, cerca de 200 mil passageiros circularam no período. No BH Airport, mais de 260 mil pessoas passaram entre 12 e 19 de fevereiro.

    A cidade pulsou. E pulsou com impacto econômico concreto.

    Bloco Marinada 
    Foto: Rapha Garcia

    Geração de renda e valorização de quem constrói a festa

    Por trás dos trios, fantasias e cortejos, existe uma engrenagem que movimenta trabalho e oportunidade.

    O Carnaval gerou aproximadamente 25 mil postos de trabalho diretos e indiretos. Foram 11.528 ambulantes cadastrados oficialmente, fortalecendo o comércio popular e garantindo renda para milhares de famílias. A expectativa inicial era de lucro médio de R$ 5 mil no período, mas há relatos de vendedores que alcançaram faturamento de R$ 3 mil por dia durante o feriado.

    O investimento público também refletiu essa valorização. Foram R$ 3,21 milhões destinados aos blocos de rua e R$ 3,77 milhões às escolas de samba e blocos caricatos. A Avenida dos Andradas transformou-se em palco lotado, onde a Estrela do Vale e os Estivadores do Havaí celebraram títulos diante de arquibancadas cheias.

    Cultura é expressão. Mas também é economia.

     

    Escola de Samba - Estrela do Vale
    Foto: César Tropia / Acervo Belotur

    Infraestrutura, cuidado e organização

    O crescimento do Carnaval veio acompanhado de estrutura.

    A operação envolveu mais de 15 mil diárias de banheiros químicos, sendo 442 adaptados para pessoas com deficiência. Mais de 33 mil estruturas de proteção foram instaladas para preservar jardins, monumentos e equipamentos urbanos. A limpeza urbana recolheu 1.260 toneladas de resíduos, com 52 toneladas destinadas à reciclagem pelo programa Recicla Belô.

    Na saúde, os Postos Médicos Avançados realizaram 288 atendimentos, sem registros de maior complexidade. A atuação integrada dos órgãos municipais garantiu ordenamento, fiscalização e segurança ao longo de toda a programação.

    Organização não aparece no trio elétrico. Mas sustenta a festa.

    Foliões no Bloco Marinada 
    Foto: Rapha Garcia / Acervo Belotur

    Diversidade, pertencimento e consciência social

    O Carnaval de BH é também um espaço de convivência e afirmação de valores.

    Na Pesquisa do Folião, o público atribuiu nota 9,7 à importância da promoção do respeito à diversidade sexual e de gênero em eventos públicos. Entre os participantes, 33% declararam fazer parte da comunidade LGBTQIAPN+. Já em relação à responsabilidade ambiental, a média foi de 8,7, e 81,7% afirmaram atuar como promotores dessa pauta.

    São dados que revelam algo maior do que entretenimento. Revelam identidade.

    Bloco Caricato - Estivadores do Havaí
    Foto: César Tropia / Acervo Belotur

     

    BH em evidência e o futuro que já começou

    Em 2026, Belo Horizonte figurou entre os destinos mais buscados no Google para o Carnaval, ao lado de Salvador, Recife e Rio de Janeiro. O Portal Belo Horizonte alcançou mais de 11 milhões de impressões e 1,7 milhão de acessos ao hotsite da folia. Plataformas de hospedagem e viagens registraram crescimento na procura pela capital, e a Skyscanner apontou aumento de 24% nas buscas por passagens no período.

    Nada disso acontece por acaso. É resultado de planejamento, estratégia e diálogo com quem constrói a festa.

    O próximo período oficial já está definido: de 23 de janeiro a 14 de fevereiro de 2027. Agora, o trabalho é escutar blocos, escolas e trabalhadores para aprimorar editais, antecipar cronogramas e evoluir na operação.

    O Carnaval de Belo Horizonte não cresce apenas em tamanho. Cresce em consistência.

    Quando a cidade ocupa suas ruas com organização, diversidade e impacto econômico real, ela reafirma que cultura é desenvolvimento. Turismo é política pública. E festa também é planejamento.

    Belo Horizonte celebra, acolhe, movimenta e transforma.

    Te encontro em BH.

     

    Bloco Truck do Desejo 
    Foto: Wander Faria / Acervo Belotur

     

  • Imagem com o texto descritivo Melhor carnaval de rua do Brasil. Bora marcar? 31 janeiro a 22 de fevereiro
    Imagem com o texto descritivo Melhor carnaval de rua do Brasil. Bora marcar? 31 janeiro a 22 de fevereiro
    Carnaval de BH - Início 2026

    Te encontro no Carnaval de Belo Horizonte 2026.

  • Carnaval de BH: planejamento, turismo e uma cidade pronta para receber

    O Carnaval de Belo Horizonte não acontece por improviso. Ele é construído ao longo do ano, em decisões públicas, em investimentos consistentes, em estratégias que enxergam o turismo como política de desenvolvimento urbano, cultural e econômico.

    Uma cidade que colhe o que planeja

    Os dados da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis - ABIH / MG ajudam a contar essa história. A ocupação média da cidade gira em torno de 50%, mas cresce de forma significativa nas regiões onde o Carnaval se organiza com mais intensidade, como o Centro-Sul e a Savassi, que já registram taxas entre 60% e 70%. Esse movimento, que se repete ano após ano, revela mais do que a força da festa: revela a capacidade de Belotur de estruturar o Carnaval como política pública de atração turística.

    O comportamento do visitante também é conhecido e considerado no planejamento. A maior parte das reservas acontece nas duas semanas que antecedem a folia, período em que a cidade atinge seu pico de ocupação. Em 2025, Belo Horizonte chegou a uma média de 75%, enquanto a Savassi ultrapassou os 85%. Números que refletem um trabalho contínuo da Belotur e da Prefeitura de BH na promoção do destino, na articulação com o setor produtivo e na organização da festa de forma descentralizada e democrática, espalhando fluxos, oportunidades e renda pelo território. 

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    Turismo que gera renda, movimenta a economia e fortalece a cidade

    O Carnaval de Belo Horizonte também se consolida pelo perfil diverso de quem chega. Turistas de outros estados, especialmente de São Paulo e do Rio de Janeiro, se encontram com visitantes do interior de Minas em uma cidade preparada para acolher. Essa diversidade é fruto de uma estratégia que entende o turismo como vetor econômico, cultural e social.

    A maior demanda tem impacto direto na hotelaria, com elevação das diárias e ampliação do tempo de permanência, que hoje gira em torno de três dias. Ainda assim, BH mantém uma oferta plural, com opções acessíveis e de alto padrão, garantindo que o Carnaval seja inclusivo, sem perder qualidade. Mais tempo na cidade significa mais consumo, mais circulação em bares, restaurantes, comércios, serviços e atrações culturais, ampliando a geração de renda e empregos.

    Não é por acaso que muitos foliões estendem a estadia para conhecer a cidade além do Carnaval. A festa se transforma em porta de entrada para experiências turísticas, para a gastronomia, para os bairros, para a vida urbana que pulsa antes, durante e depois da folia. O resultado é um turismo mais sustentável, que não se esgota no evento, mas fortalece Belo Horizonte como destino ao longo de todo o ano.

    Bloco: Quando Come Se Lambuza
    Foto: Leo Lara / Acervo Belotur

    Mais do que números, esses resultados traduzem uma escolha. A de tratar o turismo como política pública estratégica, capaz de gerar renda, movimentar a economia, fortalecer o comércio local e criar oportunidades para quem vive a cidade. Ao longo do ano, a Belotur atua para posicionar Belo Horizonte no mapa dos grandes destinos urbanos do Brasil, articulando cultura, hospitalidade e planejamento, dentro dos pilares da Prefeitura. No Carnaval, esse trabalho se revela em sua forma mais pulsante: uma cidade preparada para receber, celebrar e transformar encontro em desenvolvimento.

    Te encontro no Carnaval de BH! 💖