Noturno Museus - 2022 - Museus

Content Builder
  • Catuçai do Nandão

    A marca Catucaí do Nandão é uma das experiências refrescantes do Ojá - Mercado das Culturas, do 11º Festival de Arte Negra de Belo Horizonte - FAN BH, realizado no Mercado da Lagoinha.

    Não é apenas um drink. É também um conceito de independência e afirmação como empreendedorismo negro e engajamento político e social.

    Instagram: @catucai_do_nandao

  • Cauê - 1º Festival de Arte e Cultura da Serra da Moeda
    Cauê - 1º Festival de Arte e Cultura da Serra da Moeda
    Cauê - 1º Festival de Arte e Cultura da Serra da Moeda

    Vista no belo horizonte da capital mineira, a Serra da Moeda, situada ao sul da região metropolitana de BH e integrante do quadrilátero ferrífero, é uma das mais importantes formações geológicas do Brasil, com altitudes que ultrapassam os 1.600 metros.

    Cachoeiras, natureza e comunidades centenárias abraçam essa paisagem de encher os olhos e de enriquecer lembranças e memórias.

    Apresentando as várias faces da região, o Coletivo Cauê, do município de Moeda - MG, realizou uma mapeamento artístico e cultural que se desdobrou em projeto audiovisual que trará uma programação on-line e disponível para o Estado, para o Brasil e para o mundo, com apresentações musicais, mostras de artesanato, gastronomia e culinária, causos e histórias, cultura popular, poesia, fotografia e oficinas na área da cultura, protagonizadas por quem vive e mora rodeado pela Serra.

    Em tupi, Cauê significa gavião e é também uma forma de saudação, e traduz os diversos significados que permeiam o Festival.

    “Natureza, cultura, arte e sensibilidade podem trazer novos olhares em seus vôos e, através das expressões dos participantes do festival, fazer ressoar uma Serra da Moeda que, diversa, segue saudando ‘salve’ e ‘bem viver’ em suas águas criativas”, conta a cantora e compositora Sol Bueno, idealizadora e produtora cultural do projeto.

    O 1º Festival de Arte e Cultura da Serra da Moeda (Cauê) busca afirmar modos de existir comunitários, expressões artísticas e bens culturais que têm profunda conexão com o meio ambiente onde vivem.

    “É um ressoar da possibilidade real da existência local, com valorização de riquezas naturais e culturais, em que o turismo comunitário vem se constituindo uma das principais fontes de geração de renda”, explica Sol.

    “Mas além disso, é onde também se veem ameaçadas pela atividade minerária as diversas formas de expressão que estão estreitamente vinculadas ao seu lugar de existência e manifestção”, completa.

    Transmitido via YouTube, pelo canal do Coletivo Cauê Cultural, o primeiro dos 10 episódios do Cauê - Festival de Arte e Cultura da Serra da Moeda irá ao ar no sábado, 21 de agosto, com o show do Reibatuque, músico e compositor nascido e criado na comunidade quilombola de Marinhos, em Brumadinho, com forte ligação com o Moçambique e Congado, além das tradições que mantém sempre vivas em seu canto e poesia.

    A programação seguirá semanalmente aos sábados até outubro, trazendo nomes como Laércio Villar, um dos maiores e mais antigos bateristas de jazz em atividade em Minas Gerais e no país e morador do quilombo de Taquaraçu, em Moeda; as quitandas de Norma Silva, da comunidade de Marinho da Serra; o som da poesia e do rap de MC Tata de Itabirito; as sabedorias de Dona Ritinha, benzedeira e conhecedora das memórias do quilombola da Chacrinha dos Pretos, em Belo Vale.

    De acordo com Sol Bueno, os recortes do Festival trouxeram uma maior participação das mulheres, presença que sentiu falta observando registros audiovisuais anteriores sobre a região.

    “A construção do festival partiu de um olhar que deveria contemplar um mínimo de 50% de presença feminina. Foi bem mais.

    O Festival também tem uma presença marcante de pessoas moradoras de comunidades periféricas, rurais e quilombolas, como caminho para se propiciar maior visibilidade às vozes e às riquezas da Serra da Moeda, não visíveis a um primeiro olhar em passeios pelos trechos mais turisticamente frequentados, como trilhas e mirantes.

    Essas pessoas que estarão presentes no Festival também são a Serra da Moeda, dela dependendo para o seu estado e bem viver”, reforça a produtora ganhadora do 1º Prêmio da Música Popular Mineira, em 2020.

    As gravações cumpriram os protocolos de segurança exigidos pelo período respeitando a comunidade e a equipe envolvida.

    O Cauê - 1º Festival de Arte e Cultura da Serra da Moeda tem versão com interpretação em libras e conta com apoio da Lei Aldir Blanc, no estado de Minas Gerais e é realizado pela Pé de Pequi Cultural, com correalização do Coletivo Cauê e Instituto Aqua XXI.

  • Imagem Ilustrativa cheio de pessoas com bone de Cowboy
    Imagem Ilustrativa cheio de pessoas com bone de Cowboy
    Cavalgada do Toddynho

    Cavalgada do Toddynho apresenta djs, entretenimento, música sertaneja e gincana de brincadeiras sem restrição de idade. Além da apresentação dos cavalos  que são a atração principal do evento.