Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Espaço de preservação da memória e da história da saúde, da enfermagem e da nutrição
    Espaço de preservação da memória e da história da saúde, da enfermagem e da nutrição
    Centro de Memória da Escola de Enfermagem - UFMG

    O centro, além de espaço de preservação da memória e da história da saúde, da enfermagem e da nutrição, tem como objeto, atuar como um centro de reflexão e do fazer histórico no âmbito da Universidade em seu processo educativo, cultural e científico, articulado com o ensino, a pesquisa e a extensão, ampliando a relação entre a Escola de Enfermagem e a Sociedade.  Desde 2006, o Centro de Memória integra a rede de museus da UFMG. O acervo histórico do Centro de Memória é constituído por documentos, fotos e recortes de jornais, fontes para pesquisadores interessados na recuperação da memória da instituição.

  • Centro de Memória da Faculdade de Letras - UFMG
    Centro de Memória da Faculdade de Letras - UFMG
    Centro de Memória da Faculdade de Letras - UFMG

    Espaço dedicado à conservação e exposição de documentos, publicações acadêmicas e literárias e objetos que contam a história da faculdade. 

  • Acervo Centro de Memória da Faculdade de Odontologia
    Acervo Centro de Memória da Faculdade de Odontologia
    Centro de Memória da Faculdade de Odontologia

    Foi criado, em 2008, no bojo das comemorações do centenário da Faculdade de Odontologia e tinha como proposta de atuar como laboratório de pesquisa histórica e social, espaço de organização arquivística de acervos documentais e memorialísticos e, principalmente, como espaço museológico destinado à preservação dessa memória no âmbito das atividades de ensino de graduação e pós-graduação, pesquisa e extensão.
    Faz parte da Rede de Museus e Espaços de Ciência e Cultura da UFMG.
    A exposição apresenta, além de acervo proveniente da própria Faculdade, uma série de instrumentos de trabalho de Affonsino Altivo Diniz, um dentista-prático que atuou na cidade de Santa Luzia, na região metropolitana de Belo Horizonte, entre o final do século XIX e meados do século XX. O acervo é constituído por materiais diversos, confeccionados em metal, tecido, madeira, porcelana, vidro, papel, couro, borrachas, cerâmica e mármore.