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  • Cineclube Acessível FCS - Outubro
    Cineclube Acessível FCS - Outubro
    Cineclube Acessível FCS - Outubro

    O Cineclube Acessível tem como objetivo promover ações culturais que estimulam o acesso e a participação de todos os públicos para fruição da programação do Cine Humberto Mauro, com foco nas pessoas com deficiência e em situação de vulnerabilidade social. A proposta engloba, além de conteúdos audiovisuais com recursos de acessibilidade, o fomento de um espaço de visibilidade e protagonismo das pessoas com deficiência, estimulando o encontro, a diversidade e a inclusão.

    Programação:

    profanAÇÃO, de Estela Lapponi | (BRA, 2018) | 18 anos | 25’ 

    Cinco artistas – um surdo, dois com baixa visão, um cadeirante e um perclitante – se encontram e vasculham, através de jogos performáticos, as contradições entre as suas experiências pessoais e o olhar estereotipado que persiste em nossa sociedade. Durante o processo criativo, Lapponi, realizou uma chamada pública com o mote “tudo aquilo que você sempre quis perguntar para uma pessoa com deficiência, mas nunca teve coragem” para que as pessoas enviassem as perguntas que foram utilizadas no filme. A ideia era estabelecer uma relação com o público desde os bastidores. Com o intuito de propiciar uma experiência estética de coexistência entre eles, na qual estejam em situação de equidade na apreciação de uma obra, o curta integra como parte de sua linguagem os recursos de acessibilidade (audiodescrição, legenda em português e Libras). A classificação indicativa do curta é de 18 anos.

  • Cineclube Acessível: Olhos de Erê - FCS
    Cineclube Acessível: Olhos de Erê - FCS
    Cineclube Acessível: Olhos de Erê - FCS

    Com três recursos de acessibilidade (Libras, Legendagem para Surdos e Ensurdecidos – LSE e Audiodescrição), a obra deste mês do Cineclube Acessível é “Olhos de Erê”, de Luan Manzo e Bruno Augusto Alves Vasconcelos.

    O filme conta a história de Luan, um menino de seis anos e meio de idade, que tem um celular em suas mãos, com uma câmera. Bisneto da sacerdotisa Mametu Muiandê, do quilombo e terreiro de Candomblé Manzo N’gunzo Kaiango, o garoto atravessa a cidade de Belo Horizonte aparentemente sozinho. Entretanto, ele não está só, pois faz sua caminhada acompanhado pela presença dos santos. A força, a beleza e a pujança desse mundo momentaneamente emudecido aparecem. E encantam!

    O curta estará disponível a partir desta sexta, 25 de junho, na plataforma CineHumbertoMauroMAIS. Classificação indicativa: livre.

  • Foto convidativa do cineclube que ocorrerá no palácio das artes no dia 03/03
    Foto convidativa do cineclube que ocorrerá no palácio das artes no dia 03/03
    Cineclube Comum- Visões Táteis

    Um dos mais tradicionais projetos de exibição cinematográfica da capital mineira, o Cineclube Comum chega, pela primeira vez, ao Cine Humberto Mauro. A partir de uma parceria entre a Fundação Clóvis Salgado (FCS) e o Instituto Cervantes, o público poderá acompanhar, ao longo do ano de 2026, a mostra “Visões Táteis”, em sessões mensais que terão comentários de integrantes do Cineclube Comum (Fábio de Carvalho, Helena Elias e Victor Guimarães) e de pesquisadores de cinema da cidade. A programação começa no dia 3 de março (terça-feira), às 19h30, com os filmes do cineasta e inventor espanhol José Val del Omar (1904-1982), e segue até o fim do ano, sempre nas primeiras terças-feiras de cada mês. A entrada é gratuita; metade dos ingressos estarão disponíveis, de forma on-line, a partir de meio-dia do dia das sessões, no site do Sympla; o restante será distribuído presencialmente na bilheteria principal do Palácio das Artes e no totem, no hall, meia hora antes de cada exibição, mediante a apresentação de documento com foto.

     

    A sessão de abertura traz três curtas-metragens que compõem “Tríptico Elemental de España” de Val del Omar, formado por “Aguaespejo Granadino (La Gran Siguiriya)” (1953-1955), “Fuego en Castilla (Tactilvisión del Páramo del Espanto)” (1958-1960) e “Acariño Galaico (De barro)” (1961-1962), além do pioneiro “Vibración de Granada” (1934-1935). Nascido em Granada em 1904, José Val del Omar foi, além de cineasta, fotógrafo, escritor, educador, e se destacou também como inventor de máquinas e aparatos técnicos, que contribuíram com sua busca incessante de uma arte capaz de mobilizar múltiplos sentidos simultaneamente. “Seus filmes possuem uma qualidade tátil muito evidente, produzida através de procedimentos técnicos e formais, como suas coreografias de luz, que proporcionam aos espectadores uma outra experiência de exibição na sala escura”, caracteriza Victor.