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  • Circuito Cultural Pampulha 2023 – Pampulha 80 anos

    Criado em 2018 (1ª Edição) o projeto Circuito Cultural Pampulha, surgiu com a proposta de levar atrações ao Conjunto Moderno da Pampulha, de Oscar Niemeyer. Terá como atrações musicais a cantora Fabiana Cozza, o Grupo Teresa, o cantor Cliver Honorato, e o rapper e Dj Thales Dusares.

  • Circuito Cultural Pampulha 2025
    Circuito Cultural Pampulha 2025
    Circuito Cultural Pampulha 2025

    Entre os dias 27 e 31 de maio, a região da Pampulha será novamente tomada por uma intensa programação artística durante a 4ª edição do Circuito Cultural Pampulha. Consolidado como um dos eventos culturais mais relevantes de Belo Horizonte, o circuito chega com atrações gratuitas que envolvem teatro, dança, circo, música, fotografia e oficinas, com apresentações pensadas para todas as idades e públicos. 

    A programação privilegia artistas mineiros e projetos que resgatam memórias afetivas e culturais, promovendo uma vivência artística ampla em um dos cartões-postais da cidade. Um dos destaques é 3ª edição do concurso Fotografe a Pampulha, que estimula a produção artística sobre o território e valoriza olhares criativos de moradores da capital e região metropolitana. A abertura do evento será na terça-feira, dia 27 de maio, às 20h, com a peça Maio, Antes Que Você Me Esqueça”, protagonizada por Ilvio Amaral e Maurício Canguçú, no Teatro Raul Belém Machado. 

    A programação conta com uma Mostra de Artes Cênicas que reúne cinco espetáculos: dois de teatro adulto, um infantil, uma apresentação de dança e uma de circo. A curadoria é da atriz Magdalena Rodrigues, com mais de 35 anos de carreira, reconhecida por seu trabalho dedicado à formação e circulação de obras no teatro brasileiro. As apresentações acontecem no Teatro Raul Belém Machado. Além das artes cênicas, o Circuito Cultural Pampulha vai contar com apresentações musicais para todas as idades também no Teatro Raul Belém Machado. Entre as atrações confirmadas estão o cantor Tavinho Leoni, o grupo Circo Marimbondo, voltado ao público infantil, e a banda Candongueiros.

  • Circuito Cultural UFMG #emcasa - "Apresentação da Mimulus Cia de Dança"
    Circuito Cultural UFMG #emcasa - "Apresentação da Mimulus Cia de Dança"
    Circuito Cultural UFMG #emcasa - "Apresentação da Mimulus Cia de Dança"

    O Circuito Cultural UFMG, projeto da Diretoria de Ação Cultural (DAC) da Universidade Federal de Minas Gerais, retoma sua temporada semestral de espetáculos a partir de quarta-feira, 14 de abril.

    Em uma única exibição, que estreia às 19h no canal da DAC no YouTube , a Mimulus Cia de Dança apresentará dois trabalhos: O Que Não Tem Fim e Por Um Fio.

    A apresentação é gratuita e o vídeo ficará disponível no canal, após a transmissão.

    Desde os anos noventa, a Mimulus vem priorizando uma proposta singular de retomada do repertório das danças de salão, com um olhar na contemporaneidade.

    Na exibição da próxima semana, ela costura uma sequência do espetáculo O Que Não Tem Fim, produção audiovisual criada durante a pandemia em 2020, com trechos de Por Um Fio, lançado em 2009.

    Segundo o diretor Jomar Mesquita, juntar os dois trabalhos foi uma forma de contrastar uma obra feita no período pré-pandêmico, com outra feita durante a pandemia. “Elas representam formas muito diferentes de se trabalhar, de se criar.

    vídeo gravado no ano passado fala muito da nossa trajetória de 30 anos no nosso galpão, que tem as paredes impregnadas com a nossa história e que ficou fechado, reabriu e agora está fechado novamente.

    Ele fala desse momento muito difícil para todos nós, em que a gente busca e encontra novas formas de criar e levar nossas criações para o público. E Por Um Fio mostra como era feito antes.

    Ele foi gravado ao vivo, num palco de teatro, e é um dos nossos principais trabalhos.

    Ele transita um pouco pelo universo da angústia, apesar de falar disso de uma forma mais enérgica, inspirada na vida e obra de Arthur Bispo do Rosário”, explica. Por Um Fio foi apresentado na Bélgica, França, Itália, Portugal, Estados Unidos e Brasil.

    Nele, a companhia transpõe o fascínio pelos bordados do artista plástico Arthur Bispo do Rosário, para o emaranhado de braços e corpos que bordam coreografias.

    O emaranhado de fios elétricos e filamentos das lâmpadas incandescentes se confundem com os fios condutores das coreografias e com a sucata do trabalho dos bailarinos, que lhes servem de matéria prima para a composição da obra.

    O espetáculo foi feito na ocasião do centenário de nascimento de Arthur Bispo do Rosário e dos 20 anos de sua morte.