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  • Circuito Cultural UFMG Em Casa - Mês Outubro
    Circuito Cultural UFMG Em Casa - Mês Outubro
    Circuito Cultural UFMG Em Casa - Mês Outubro

    Circuito Cultural UFMG lança shows virtuais de Mariana Cavanellas, Thembi Rosa & O Grivo e muito mais

    Programação de outubro leva diversidade e cultura para as pessoas em casa

    A cantora e compositora Mariana Cavanellas é a artista que abre o mês de outubro no Circuito Cultural UFMG #emcasa. Outras quatro atrações se apresentam pelo projeto até o final do mês, com lançamentos semanais, sempre às 19h, no canal da Diretoria de Ação Cultural da UFMG no YouTube.

    Após a estreia, os vídeos ficam disponíveis no canal. Mariana Cavanellas

    Mariana Cavanellas é ex-integrante das bandas Lamparina e a Primavera e Rosa Neon e está trabalhando em seu primeiro álbum solo. O pocket show virtual que estreia na próxima quarta, dia 7, inclui seus dois lançamentos mais recentes “Macha” e “Não Vou Parar’, que farão parte do novo disco. As temáticas das composições abordam a forma como as pessoas lidam com o universo emocional e espiritual, ao mesmo tempo em que retratam como é a vida de uma mulher que é mãe e artista.

    Thembi Rosa & O Grivo

    Vídeodança, performance e instalação improvisada se misturam na apresentação #arames, da dançarina Thambi Rosa, em colaboração com o duo musical O Grivo. Pulsos, ritmos e escuta são as presenças que compõem cada momento dessa improvisação, que explora a interrelação entre sons, movimentos e objetos. A exibição será dia 14, às 19h, no canal Cultura UFMG no YouTube. A programação faz parte da Semana do Conhecimento UFMG.

    Aproximações tecnológicas: abordagens para o fazer musical utilizando computadores

    No dia 21, o Circuito se integra mais uma vez à programação da Semana do Conhecimento, com a apresentação dos alunos da Escola de Música da UFMG, Brandon Alves, Fellipe Miranda, Jonatah Cardoso e Rubens Silva. Cada artista realiza diferentes performances musicais a partir de programas e aplicativos eletrônicos. O resultado são paisagens sonoras, visuais e rítmicas a partir de ritmos inusitados como o pagodão baiano, funk carioca e músicas de artistas nacionais e internacionais.

    Semana do Servidor UFMG

    O grupo de dança folclórica Sarandeiros, da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional da UFMG, faz show virtual na quarta, 28, durante as comemorações ao Dia do Servidor Público. A celebração continua na quinta, 29, com apresentação voz e violão de Lu Mosqueira. Além de ser servidora na UFMG, a cantora se dedica ao aprimoramento de sua técnica vocal e performance passando por escolas renomadas como Babaya Casa de Canto e Cavallieri Escola de Música. Nessa apresentação, ela toca canções autorais influenciadas pelo samba, baião e bossa-nova.

  • Circuito Cultural UFMG Em Casa - Mês Setembro
    Circuito Cultural UFMG Em Casa - Mês Setembro
    Circuito Cultural UFMG Em Casa - Mês Setembro

    Juliana Perdigão e Marcelo Veronez são os artistas do Circuito Cultural UFMG em casa desse mês.

    No dia 2/9, tem apresentação virtual da cantora e multi-instrumentista @julianaperdigao , em formato voz e violão. Mineira radicada em São Paulo, já colaborou com Tom Zé, Arnaldo Antunes, Tulipa Ruiz, Ava Rocha e muitos outros.

    No dia 9/9, Marcelo Veronez convida Letícia Leal para uma releitura de canções do álbum 'Narciso deu um grito'. Também cantam inéditas, além de composições de Bertold Brecht, Marku Ribas, Geraldo Azevedo e outros.

    As apresentações estreiam sempre às quartas-feiras, 19h, em youtube.com/culturaufmg. Os vídeos ficam disponíveis depois no canal.

  • Circuito Cultural UFMG - Novembro Negro
    Circuito Cultural UFMG - Novembro Negro
    Circuito Cultural UFMG - Novembro Negro 2020

    Em 2020 o Novembro Negro da UFMG relembra que Ser Negra(o)(e) é motivo de Orgulho! Descobrir-se como parte de um grupo racial vulnerabilizado, alvo das diversas formas de violência e opressão tecidas pelo racismo, nem sempre é algo fácil. Geralmente é um processo marcado por violação de direitos e negação do próprio corpo, da própria identidade. Até que… Surge o momento de enegrecer para renascer! No interior do Ser (que se constrói individual, mas também coletivamente), o que estava oprimido, torna-se potência!

    Em um movimento de reconhecimento de nós mesmos, da nossa origem, da beleza de nossas marcas resgatamos a nossa estima, ao mesmo tempo em que rompemos com padrões estéticos, culturais, políticos que nos inferiorizam e desumanizam. Fortalecer a nossa identidade faz parte da luta! Uma Ação Afirmativa, por excelência, que reivindica o direito de ser quem somos, com toda nossa pluralidade. É este Orgulho deste Novembro Negro 2020 para que ele reverbere em todos os outros meses, em todas as esferas: da mais íntima às esferas da vida social que insistem em (re)produzir o racismo. 

    Programação:

    04/11: Adriana Araújo: Nascida na Pedreira Prado Lopes, região berço do samba de BH, a cantora traz um show imperdível para o Circuito Cultural UFMG da próxima semana, abrindo as comemorações do Novembro Negro por aqui. No pocket show, Adriana canta músicas do seu próximo CD, além de clássicos do samba nacional que remetem à negritude e ancestralidade da população negra.

    11/11: ‘Quando a negrice floresce’ mostra, através de poemas, leituras e contação de histórias, as palavras que levaram Fabiana Brasil a se descobrir uma mulher negra. A atriz e contadora de histórias parte das percepções de seu próprio florescimento nessa apresentação que estreia na próxima quarta-feira, no canal da Diretoria de Ação Cultural no YouTube.

    18/11: Azzula é uma das potentes expressões artísticas do cantor, compositor, ator e drag queen Sam Luca. No show “Som e ar”, ela apresenta canções autorais e cânones da MPB, acompanhada pelo músico e instrumentista André Resende. Ecoar as brasilidades cantando sobre diversidade, respeito, negritude e pluralidade afetiva é sua marca registrada.

    25/11: A apresentação do grupo de teatro gira em torno da suposta criação de um produto para pele negra, que abre chamado para que agências de publicidade encontrem perfis ideais para sua divulgação. No dia da realização do trabalho, surgem vários questionamentos diante da diversidade das modelos e da descoberta sobre a realidade da proposta a ser lançada. Com mais de dez anos de existência, o grupo e suas atrizes moradoras do Aglomerado da Serra exploram em suas peças temas ligados aos direitos humanos e à realidade social das periferias. Seus trabalhos costumam abordar questões de gênero relacionadas à desconstrução de estereótipos.