Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • 21ª Edição do Projeto Expedições do Patrimônio
    21ª Edição do Projeto Expedições do Patrimônio
    21ª Edição: Projeto Expedições do Patrimônio

    Com o tema “UMA VISITA AO QUILOMBO SOUZA”, a 21ª edição do Projeto Expedições do Patrimônio oferecerá uma vista educativa orientada a este quilombo urbano que há mais de um século compõem a paisagem de Santa Tereza.

    A visita será orientada por Gláucia Cristine, liderança do quilombo e filha da Matriarca Lídia Martins.

    Durante o evento, além de dialogar diretamente com os membros da comunidade, os participantes farão um tour educativo pelo território com suas 14 residências que abrigam 33 moradores.


    Terão acesso ao território de 2.538 m² que é parte da área de 6.680 m² adquirida em 1910 pelo casal Petronillo e Elisa de Souza, fundadores da comunidade. Conhecerão espaços marcantes das celebrações e encontros festivos dos quilombolas.

    Entrarão em contato direto com história, tradições centenárias, espaços de memória e marcantes da tradição da família Souza. 
     

  •  21ª Edição: Rato and Roll Favela Festival
    21ª Edição: Rato and Roll Favela Festival
    21ª Edição: Rato and Roll Favela Festival

    A 21ª Edição do Rato and Roll Favela Festival será no dia 20 de julho, a partir das 13 horas, na Vila São Tomás.

     Desde 2010 realizado de forma independente, desta vez por meio do edital BH Múltiplas Artes e Culturas - Edição Paulo Gustavo os organizadores contam com apoio para trazer bandas que tem se destacado no cenário de Belo Horizonte. 

    O Rato and Roll Favela Festival traz o melhor do Rock and Roll & Blues com cinco bandas de diferentes vertentes do rock, do blues, soul, jazz, progressivo, metal, stoner e hard rock: Seu Madruga, Gritta, Gilberto Mauro e a Caboclada, Ablusadas e Loss. 

    O evento leva arte e cultura para a comunidade da Vila São Tomás, Zona Norte de Belo Horizonte, que carece de áreas de lazer e de um centro cultural próximo. 

    Os shows também serão transmitidos pelo youtube através do Canal SLCP. O Festival, idealizado por Elmo Sebastião, O Maior Anão do Mundo, ao longo da sua existência, foi um recorte do melhor da cena musical alternativa belo-horizontina, realizado em local público, de fácil acesso às pessoas com limitações aparentes ou não aparentes, (Rua São Luis, entre Rua Maria Cândida e Rua Barão de Coromandel, no Bairro São Tomás, Regional Norte de Belo Horizonte), com apresentação de bandas ao vivo e média de público de dois mil espectadores. 

    Com a finalidade de promover o acesso, a fruição e a formação de público em Belo Horizonte, mais do que apresentações musicais, o festival incentiva as trocas de saberes entre os integrantes das bandas e o público, composto também de artistas, onde haverá a exposição de artes plásticas com artistas locais previamente selecionados; a exposição fotográfica com 80 imagens captadas nas edições anteriores da festividade que todo ano celebra o dia mundial do Rock and Roll em julho. 

    A importância do projeto Rato and Roll Favela Festival - 21ª edição - é proporcionar a continuidade das ações que visam formar público e fomentar a produção artística autoral e independente da cena musical mineira. 

    A busca é pela visibilidade ampliada tanto para as bandas quanto à produção do próprio festival, tendo como meta a consolidação do evento como uma alternativa da cadeia produtiva musical, acessível, democrática e solidária. 

    A motivação para a existência do festival deriva de uma análise crítica sobre a distribuição desigual de bens e serviços culturais na cidade. 

    A constatação de um vácuo na cena musical belo-horizontina, especialmente para o público jovem da periferia, impulsionou a concepção do Rato and Roll Favela Festival como parte integrante da política pública cultural da cidade.

     Este evento busca suprir a falta de propostas culturais de qualidade para o jovem dessa região, muitas vezes obrigado a buscar cultura em locais distantes. 

    O festival tem um importante papel na promoção da cultura local e na democratização do acesso à arte e à música. 

    Ao ser realizado na periferia, contribui para a descentralização e democratização cultural, proporcionando acesso, fruição e formação de público em um ambiente que historicamente tem sido marginalizado no âmbito cultural. 

    A 21ª edição do Rato and Roll Favela Festival, baseia-se na experiência acumulada ao longo das edições anteriores e em outros trabalhos de promoção de culturas alternativas. 

    A intenção é aplicar esse conhecimento prático na produção de um evento multicultural que contribua para a descentralização e democratização do acesso à cultura dentro do espaço urbano. 

    Além da valorização da produção artística local, o festival tem atividades paralelas, como exposição fotográfica com fotografias das edições anteriores do festival, resgatando esta memória cultural do Rato and Roll.

  •  21ª Feira de Artesanato do Vale do Jequitinhonha UFMG
    21ª Feira de Artesanato do Vale do Jequitinhonha UFMG
    21ª Feira de Artesanato do Vale do Jequitinhonha UFMG

    Evento chega à 21ª edição de 12 a 17 de setembro com cerca de 90 expositores e programação musical diária
     
    A região do Vale do Jequitinhonha é marcada por uma vasta produção de bordados, tecelagem, peças de cerâmica e outros tipos de artesanato.

    A cada ano, a UFMG traz para Belo Horizonte parte dessa riqueza cultural de Minas Gerais com o objetivo de promover o trabalho desses artistas e ampliar as possibilidades de reconhecimento e comercialização de seus produtos. Neste ano, 90 expositores, representantes de 26 municípios e 37 associações de artesãos, incluindo os povos indígenas Aranã e Pankararu-Pataxó, da Aldeia Cinta Vermelha em Araçuaí, participam da 21ª edição do evento, que tem início na segunda-feira, dia 12.

    A entrada é gratuita e aberta ao público na Praça de Serviços do Campus Pampulha da UFMG (Av. Antônio Carlos, 6.627). 
     
    Organizada pela Pró-reitoria de Cultura da UFMG, por meio do programa Polo de Integração da UFMG no Vale do Jequitinhonha, a feira tem programação com apresentações musicais, exposição e homenagem a uma guardiã da cultura e uma mestra artesã. 
     
    Criada com o objetivo de colocar os artesãos do Vale do Jequitinhonha em evidência na capital mineira, a feira segue com o princípio de valorizar a troca de experiências entre artesãos, universidade e comunidade local. 

    Além da comercialização dos produtos artesanais, de segunda a sexta, a feira contará com apresentação musical de Déa Trancoso, Nino Aras, Paulo Mourão e Wilson Dias, além do Grupo Meninas de Sinhá. Durante os seis dias de evento, o público que passar pela feira também poderá conferir a instalação plástico-sonora Sinfonia, do artista visual de Araçuaí, Pierre Fonseca. Por meio de um painel interativo, as pessoas poderão ver e ouvir o canto de diferentes pássaros do cerrado, utilizando a tecnologia QR Code de seus celulares.