Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Como seriam algumas das pinturas mais icônicas do mundo na época do Covid-19? - Centro Cultural UFMG
    Como seriam algumas das pinturas mais icônicas do mundo na época do Covid-19? - Centro Cultural UFMG
    Como seriam algumas das pinturas mais icônicas do mundo na época do Covid-19? - Centro Cultural UFMG

    Como seriam algumas das pinturas mais icônicas do mundo na época do Covid-19?

    Os diretores de criação Jeff Roy e Drake Paul, fotógrafo associado ao John McNeil Studio, criaram o projeto “The Art of Quarantine” para falar do isolamento social através das pinturas famosas de Van Gogh, Edvard Munch, Edward Hopper, Grant Wood, Renee Magritte, Georges Seurat, dentre outros.

  • Foto: Glaucia Rodrigues
    Foto: Glaucia Rodrigues
    COMO SOBREVIVER EM FESTAS E RECEPÇÕES COM BUFFET ESCASSO | TEATRO RAUL BELÉM MACHADO

    SINOPSE:

    O ator Carlos Nunes conduz uma comédia divertida sobre situações típicas em festas e eventos, ensinando, com muito humor, como escapar de momentos constrangedores especialmente quando o buffet é escasso. Ao lado de Diego Krisp e Marcos Khass, o espetáculo apresenta personagens marcantes que garantem gargalhadas do início ao fim. Ao final, o público ainda recebe um “certificado” do irreverente curso de sobrevivência em festas.

    • DATA: 22 e 23 de maio, sexta-feira e sábado às 20 horas.
    • CLASSIFICAÇÃO: 12 ANOS
    • DURAÇÃO: 80 Min.

    INGRESSOS

    • R$40,00 INTEIRA/R$20,00 MEIA/R$35,00 PROMOCIONAL ANTECIPADO
    • Adquira seus ingressos no site SYMPLA e fisicamente na bilheteria do teatro (duas horas
      antes do espetáculo).

    Rua Leonil Prata, 53 - Alípio de Melo, Belo Horizonte

  • CÓMO TE LHAMA

    O Bloco Cómo te Lhama? nasceu do encontro entre artistas brasileiros e latino americanos residentes em BH que têm como interseção o carnaval de rua e a paixão pelos ritmos latinos. O bloco enfoca a cumbia – ritmo de origem colombiana e de forte expressão na América Latina – mas passeia por estilos como reggaeton, ragga, guaracha, salsa, quarteto e pelos ritmos brasileiros como o carimbó, afoxé e maracatu. O bloco desfilou pela primeira vez em 2017 e desde então vem trazendo a oportunidade de incluir a cultura e a paisagem sonora das regiões mais populares da América Latina no contexto do carnaval belo horizontino, de forma cada vez menos separatista.