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  • Concertos da Liberdade: "O Novo Mundo"
    Concertos da Liberdade: "O Novo Mundo"
    Concertos da Liberdade: "O Novo Mundo"

    Sob a regência do renomado maestro alemão Oliver Weder, a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (OSMG), juntamente com o Coral Lírico de Minas Gerais (CLMG), apresenta “O Novo Mundo”, com um programa composto por obras de Antonín Dvořák e dos italianos Giuseppe Verdi e Giacomo Puccini, compositores essenciais para a música clássica. 

    A primeira obra a ser interpretada no dia 8 será a introdução de “Nabucco”, de Verdi, ópera que foi um ponto de virada crucial na carreira do autor, resgatando-o de um período difícil em que considerou abandonar a música. Esta obra, que narra a história do rei da Babilônia e a expulsão dos judeus de sua terra, é reconhecida como um dos maiores triunfos artísticos do compositor italiano, e sua composição emotiva fez de Verdi uma figura de destaque e um símbolo nacional.

    Em seguida, virão trechos de “Le Villi” (As fadas), “La Rondine” (A andorinha), “Turandot” e “Tosca”, de Puccini, e os dois últimos contarão com a participação do Coral Infantojuvenil Palácio das Artes.Para encerrar a primeira parte do programa, o barítono Pedro Vianna, do Coral Lírico de Minas Gerais, participará de uma ária como solista.

    Na segunda parte do programa, será apresentada a “Sinfonia nº 9” de Dvořák, mais conhecida como “Sinfonia do Novo Mundo”.

    A apresentação ocorre na quarta-feira (8/5) às 20h, no Grande Teatro Cemig Palácio das Artes.

    No dia anterior ao concerto, terça-feira (7/5), às 12h, será apresentada ao público mais uma edição do projeto “Sinfônica ao Meio-Dia”, com parte do programa e entrada gratuita.

  •  Concertos da Liberdade: “Paixões Extremas”
    Concertos da Liberdade: “Paixões Extremas”
    Concertos da Liberdade: “Paixões Extremas”

    Sob a regência da maestra Ligia Amadio, a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais convida o público para uma noite de intensas emoções musicais com o concerto “Paixões Extremas”. 

    O programa conta com a participação especial da soprano Carolina Faria como solista. A abertura da noite traz a Abertura Coriolano, op. 62, de Ludwig van Beethoven, uma obra vigorosa e dramática, composta em 1807 para a tragédia homônima de Heinrich Joseph von Collin. O contraste entre a força impetuosa e os momentos de lirismo traduz com perfeição o conflito interior do personagem romano, marcado pela luta entre o dever e os sentimentos pessoais. Na sequência, a soprano Carolina Faria interpreta as Wesendonck Lieder, de Richard Wagner. 

    O ciclo de cinco canções, originalmente para voz e piano e posteriormente orquestrado por Felix Mottl, foi inspirado nos poemas de Mathilde Wesendonck, esposa do mecenas Otto Wesendonck e grande paixão de Wagner. Duas dessas canções – Im Treibhaus e Träume – serviram de esboço para trechos de sua monumental ópera Tristão e Isolda, obra que revolucionou a música do século XIX com sua intensidade emocional e linguagem harmônica inovadora. Encerrando o programa, a orquestra interpreta a Sinfonia n. 6 em si menor, “Patética”, de Piotr Ilyich Tchaikovsky, última obra sinfônica concluída pelo compositor. Carregada de lirismo, melancolia e dramaticidade, a sinfonia é considerada seu testamento musical. 

    Com sua estrutura inovadora, que culmina em um movimento final sombrio e resignado, a “Patética” se tornou um dos marcos mais expressivos do repertório orquestral. O concerto “Paixões Extremas” convida o público a mergulhar em um universo de contrastes intensos – entre o heroísmo de Beethoven, o amor proibido de Wagner e a angústia existencial de Tchaikovsky – revelando toda a potência transformadora da música.

  • Imagem de divulgação do Concerto
    Imagem de divulgação do Concerto
    Concertos da Liberdade: Requiem de Mozart

    Antecipando a celebração da Semana Santa, uma das obras mais emblemáticas do compositor austríaco Wolfgang Amadeus Mozart e do repertório erudito, o "Réquiem em ré menor". 

    A peça será interpretada pela Orquestra Sinfônica e pelo Coral Lírico de Minas Gerais, na companhia dos solistas Andréa de Paula (soprano), Julia Solomon (mezzosoprano), Lucas Viana (tenor) e Sávio Sperandio (baixo), sob regência do maestro André Brant. Encomendado por um homem desconhecido e mascarado, o "Réquiem" foi a última obra de Mozart, escrita enquanto ele estava doente e finalizada por seu discípulo Franz Süssmayr. Repleta de passagens memoráveis, a peça é conhecida pela intensidade e pela bela harmonia entre coro e orquestra, que prometem encantar o público.