Noturno Museus - 2022 - Museus

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  •  Coral no Pipiripau
    Coral no Pipiripau
    Coral no Pipiripau

    Nos dois primeiros sábados de dezembro, as visitas ao Presépio do Pipiripau terão um encanto a mais: a apresentação de corais de Belo Horizonte.

    No dia 2 de dezembro, a programação tem início com o coral Educantantes, formado por educadores do Museu, seguido do Coral Cariúnas, coral juvenil ligado ao programa de mesmo nome, voltado para a atenção de crianças e adolescentes.

    No turno da tarde, apresenta-se o Coral Ases da Liberdade, união dos corais Ases (do Serpro) e Vozes da Liberdade (do Ministério Público Federal de Minas Gerais). Encerrando a programação do dia, o Coral Vozes da Saúde, da Faculdade de Medicina da UFMG e Faculdade de Ciências Médicas, faz sua apresentação.

    No dia 9 de dezembro, a programação é retomada, no turno da manhã, com a abertura do Educantantes (MHNJB), seguida da apresentação do Coral Cantáridas, do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG. No turno da tarde, é a vez do Coral Campus em Canto, do Núcleo Coral da UFMG.

    E, encerrando a programação, o Coral dos Desafinados faz uma apresentação repleta de surpresa, humor e lirismo.

    O evento vai acontecer na varanda do presépio, que terá sessões nos intervalos das apresentações dos corais.

    O Presépio do Pipiripau, criado ao longo do século XX pelo artesão Raimundo Machado, sincroniza 586 figuras móveis, distribuídas por 45 cenas, que contam a história da vida e da morte de Jesus Cristo, costurada ao cotidiano de uma cidade, com sua variedade de artes e ofícios.

    A entrada no Museu, a visita ao presépio e a programação do “Coral no Pipiripau” são gratuitas, sem necessidade de retirada de ingressos.

    A programação do Coral no Pipiripau, promovida pelo Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG, conta com a participação do Educantantes (MHNJB), Coral Cariúnas, Coral Ases da Liberdade, Coral Vozes da Saúde, Coral Cantáridas (ICB/UFMG), Coral Campus em Canto (UFMG) e Coral dos Desafinados.

  • Coral no Pipiripau
    Coral no Pipiripau
    Coral no Pipiripau

    Nos dois primeiros sábados de dezembro, a primeira e a última sessão do Presépio do Pipiripau serão seguidas por uma apresentação de um coral da UFMG. Participam da programação os corais da Faculdade de Letras, da Faculdade de Medicina, do Instituto de Ciências Biológicas e da Organização de Aposentados e Pensionistas da UFMG. O Presépio do Pipiripau, criado ao longo do século XX pelo artesão Raimundo Machado, sincroniza 586 figuras móveis, distribuídas por 45 cenas, que contam a história da vida e da morte de Jesus Cristo, costurada ao cotidiano de uma cidade, com sua variedade de artes e ofícios. A sessão do presépio começa com uma breve explanação sobre a obra e seu autor. Na sequência, o presépio é ligado e as centenas de peças que o compõem entram em movimento. Cada sessão tem a duração aproximada de 15 minutos. Após as sessões de 11h e 17h, nos dias 07 e 14/12, acontece a apresentação dos corais, conforme detalhado na programação. O local de cada apresentação será informado na hora, pois pode haver alterações em caso de chuva. O “Coral no Pipiripau” é o resultado de uma parceria do Centro de Extensão do Museu com corais da UFMG com o objetivo de enriquecer a visita ao presépio no mês de dezembro.

    07/12 - 11:00 Coral da FALE / UFMG

    07/12 - 17:00 Coral da Medicina / UFMG

    14/12 - 11:00 Coral da OAP / UFMG

    14/12 - 17:00 Coral Cantáridas - ICB / UFMG

  • Coral Ribeirão de Areia - Circuito Cultural UFMG
    Coral Ribeirão de Areia - Circuito Cultural UFMG
    Coral Ribeirão de Areia - Circuito Cultural UFMG

    Na quarta (16/6), às 19h, estreia a apresentação do Coral Ribeirão de Areia, do Vale do Jequitinhonha, no canal da DAC no YouTube.

    O Coral Ribeirão de Areia foi criado em 2011, numa iniciativa da Associação Jenipapense de Assistência à Infância (AJENAI), na comunidade rural Ribeirão de Areia, município de Jenipapo de Minas, a aproximadamente 700 km de Belo Horizonte.

    No início, era uma oficina de expressão vocal e corporal que reunia crianças e jovens. Ao longo dos anos, o grupo foi mudando com o crescimento dos integrantes e a entrada de novos membros, e hoje é formado por pessoas de várias idades, entre 8 a 42 anos.

    Com seu trabalho artístico e social, o grupo fortalece e valoriza a cultura popular da região, especialmente pela pesquisa de cantigas da rica tradição local, além de também cantar músicas populares de abrangência nacional e mensagens relevantes.