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  • Flyer ilustrado de divulgação do evento
    Flyer ilustrado de divulgação do evento
    Cortejo Bloco da Esquina - Carnaval BH 2026

    O Bloco da Esquina anuncia seu cortejo de CarnavaL com uma homenagem especial a Lô Borges, sob o tema “Sou do Mundo, Sou Minas Gerais”. O desfile acontece no dia 15 de fevereiro, domingo de Carnaval, a partir das 8h, terá 1 hora de concentração e 3 horas de desfile, com acesso gratuito, no trecho da Avenida dos Andradas entre as avenidas Alphonsus de Guimarães e Silviano Brandão. 

    Inspirado por canções e símbolos marcantes da obra de Lô Borges, como Paisagem da Janela, Um Girassol da Cor do Seu Cabelo e Trem Azul, o cortejo evoca ideias de liberdade, movimento, pertencimento e sonho, convidando o público a vivenciar a cidade por meio da música.

    O desfile de 2026 reafirma a universalidade da obra de Lô Borges e sua profunda ligação com Belo Horizonte, destacando a força e a contemporaneidade da cena musical mineira. Mais do que uma homenagem, o Bloco da Esquina celebra a criatividade, a delicadeza e a liberdade que atravessam gerações.

    A experiência reúne bateria, banda, coral, intervenções artísticas, frente teatral, ala coreografada performática e artistas convidados, consolidando o bloco como uma das manifestações mais potentes e singulares do Carnaval de Belo Horizonte.

    Entre os destaques estão a banda e os arranjos conduzidos pela guitarra baiana de Renato Muringa; a bateria com cerca de 160 integrantes, regida por Analu Braga e Emília Chamone, que inclui um naipe exclusivo de tambores mineiros; além de um coral carnavalesco com 100 integrantes, sob a regência da cantora Bárbara Barcellos. A estreia da ala performática coreografada amplia ainda mais a dimensão estética e narrativa do cortejo, prometendo um desfile emocionante e inesquecível.

  • Cortejo: Bloco Sem Manicômios e Sem Prisões
    Cortejo: Bloco Sem Manicômios e Sem Prisões
    Cortejo: Bloco Sem Manicômios e Sem Prisões

    Na festa mais colorida e animada de Belo Horizonte, o bloco de carnaval Sem Manicômios e Sem Prisões promete agitar os foliões nas ruas da cidade. 

    Com viés político e social, a favor de uma sociedade sem segregação, e bateria aberta à participação do público, o cortejo desfila no dia 18 de fevereiro, domingo, às 15h, na Praça Duque de Caxias, bairro Santa Tereza. 

    Criado, em 2017, por um grupo de abolicionistas penais, que integravam o Laboratório de Estudos e Pesquisas da UFMG sobre trabalho, cárcere e direitos humanos, o Bloco Sem Manicômios e Sem Prisões foi idealizado com o objetivo de popularizar a luta antiprisional e outras formas de opressão. 

    Inicialmente, o bloco recebeu o nome de Bloco Sem Prisões e, a partir de 2018, com a participação de integrantes dos movimentos de luta antimanicomial, tornou-se Bloco Sem Manicômios e Sem Prisões. “O bloco une política, cultura, diversidade e alegria, com a proposta de lutar, dançar, cantar e defender uma sociedade livre”, explica Alessandra Vieira, uma das fundadoras do bloco, ao lado de Aiezha Martins. 

    Com um repertório animado e diverso, mesclando vários ritmos, a bateria aberta ao público é formada por foliões que se dispõem a tocar e cantar durante o desfile. “No cortejo cantamos e dançamos por um mundo mais livre, combinando militância, folia e alegria. Todo mundo pode levar seu instrumento e se juntar a nossa bateria.

     É um momento perfeito para se divertir com os amigos e a família”, destaca Aiezha. 

    Ao longo dos anos, o bloco contou com a participação da Bateria Quebra Tudo, composta por jovens do bairro Ribeiro de Abreu, e membros do Trem Tam Tam, usuários dos Centros de Referência em Saúde Mental – CERSAM.

  • Apresentação do grupo Boi Livre. Imagem mostra algumas pessoas assistindo um apresentação
    Apresentação do grupo Boi Livre. Imagem mostra algumas pessoas assistindo um apresentação
    Cortejo -  Boi Livre

    Foto: Divulgação

    No oitavo dia de programação do 11º Festival de Arte Negra de Belo Horizonte, o Mercado da Lagoinha recebe o Cortejo Boi Livre.

    O Boi Livre é um grupo de cultura popular magistrado por mestre Faria e seus discípulos, tendo como principal foco saudar e brincar a memória do totemismo do Boi. Algumas etnias bantu respeitam o boi com aspecto religioso, como os Ba-Naneca, que cultuam ao boi Geroa em agradecimento de colheitas. A apresentação no FAN BH tem intenção de recordar essas memórias Bantu adormecidas.

    Toda a programação do FAN BH 2021 é gratuita. O evento é realizado cumprindo todos os protocolos de combate à covid-19 vigentes em Belo Horizonte. O festival é uma realização da Prefeitura de Belo Horizonte, a partir da Secretaria Municipal de Cultura, Fundação Municipal de Cultura, em parceria com o Centro de Intercâmbio e Referência Cultural (CIRC).