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  • Coral no Pipiripau
    Coral no Pipiripau
    Coral no Pipiripau

    Nos dois primeiros sábados de dezembro, a primeira e a última sessão do Presépio do Pipiripau serão seguidas por uma apresentação de um coral da UFMG. Participam da programação os corais da Faculdade de Letras, da Faculdade de Medicina, do Instituto de Ciências Biológicas e da Organização de Aposentados e Pensionistas da UFMG. O Presépio do Pipiripau, criado ao longo do século XX pelo artesão Raimundo Machado, sincroniza 586 figuras móveis, distribuídas por 45 cenas, que contam a história da vida e da morte de Jesus Cristo, costurada ao cotidiano de uma cidade, com sua variedade de artes e ofícios. A sessão do presépio começa com uma breve explanação sobre a obra e seu autor. Na sequência, o presépio é ligado e as centenas de peças que o compõem entram em movimento. Cada sessão tem a duração aproximada de 15 minutos. Após as sessões de 11h e 17h, nos dias 07 e 14/12, acontece a apresentação dos corais, conforme detalhado na programação. O local de cada apresentação será informado na hora, pois pode haver alterações em caso de chuva. O “Coral no Pipiripau” é o resultado de uma parceria do Centro de Extensão do Museu com corais da UFMG com o objetivo de enriquecer a visita ao presépio no mês de dezembro.

    07/12 - 11:00 Coral da FALE / UFMG

    07/12 - 17:00 Coral da Medicina / UFMG

    14/12 - 11:00 Coral da OAP / UFMG

    14/12 - 17:00 Coral Cantáridas - ICB / UFMG

  • Coral Ribeirão de Areia - Circuito Cultural UFMG
    Coral Ribeirão de Areia - Circuito Cultural UFMG
    Coral Ribeirão de Areia - Circuito Cultural UFMG

    Na quarta (16/6), às 19h, estreia a apresentação do Coral Ribeirão de Areia, do Vale do Jequitinhonha, no canal da DAC no YouTube.

    O Coral Ribeirão de Areia foi criado em 2011, numa iniciativa da Associação Jenipapense de Assistência à Infância (AJENAI), na comunidade rural Ribeirão de Areia, município de Jenipapo de Minas, a aproximadamente 700 km de Belo Horizonte.

    No início, era uma oficina de expressão vocal e corporal que reunia crianças e jovens. Ao longo dos anos, o grupo foi mudando com o crescimento dos integrantes e a entrada de novos membros, e hoje é formado por pessoas de várias idades, entre 8 a 42 anos.

    Com seu trabalho artístico e social, o grupo fortalece e valoriza a cultura popular da região, especialmente pela pesquisa de cantigas da rica tradição local, além de também cantar músicas populares de abrangência nacional e mensagens relevantes.

  • CORDÃO DO CALANGO

    O Cordão do Calango é oriundo da cidade de Jequitinhonha, no Vale do mesmo nome, o qual no ano de 2001 desfilou pela primeira vez no carnaval daquela cidade. O Bloco surgiu com o único intuito de resgatar a magia e o encantamento dos antigos carnavais que outrora contagiava todos os foliões ao ritmo das tradicionais marchinhas, já que em Jequitinhonha o axé baiano dos anos 80 tinha tomado “de assalto” o ritmo do nosso carnaval.O Cordão do Calango é um bloco de raiz familiar, tanto que o nome do Bloco é uma homenagem ao patriarca da família, que tinha o apelido de Carlos Calangugê, figura humana carismática de grande destaque na sociedade daquela cidade, que como toda imensa família gostava muito de “brincar...pular” carnaval.Assim, o Cordão do Calango é uma realidade importada do Vale do Jequitinhonha, tanto que estamos com total animação para abrilhantar pela 5ª. vez seguida no pujante e crescente Carnaval da Capital de Todos Foliões Mineiros – Edição 2020.