Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Cristo Redentor - Barreiro

    A maior parte do território do Barreiro está em altitude superior a mil metros, o que favorece a apreciação de amplos horizontes. O destaque vai para a Praça do Cristo Redentor. O monumento foi construído em 1956, no alto do bairro Milionários. A obra, em sua parte de alvenaria, tem uma altura de 11,8 metros, sendo que a cabeça mede 1,8 m e o restante do corpo 10 m. Sua base ocupa uma área de 4 m². Possui uma altura de 1,2 m acima do nível da superfície e 2,0 m como alicerce, em concreto ciclópico.


    O comprimento total dos braços, compreendendo a distância entre a ponta do dedo médio e a outra extremidade, mede 13,5 m. Cada mão tem a extensão de 1,3 m. O corpo da estátua é sustentado por quatro colunas e os braços por vigas em duas colunas e seu interior é oco. O projeto da estátua foi realizado pelo engenheiro Mozar Moreira da Silva, os cálculos estruturais foram executados pelo engenheiro Domingos Baré e a parte de alvenaria pelo mestre de obras Raimundo Ribeiro. A estrutura foi construída no local sendo que as mão e a cabeça foram esculpidas por João Scuotto.


    Avistado ao longe, o local é uma das melhores opções para quem quer apreciar o conjunto de bairros e serras do Barreiro. A partir dele se tem ampla vista da grande cadeia de montanhas da região. Com arena, ampla área de convivência e localização privilegiada, a Praça do Cristo também é visitada por quem busca a prática de esportes e lazer, além de atividades culturais e religiosas.


    Endereço: Praça Cristo Redentor - Milionários (Rua Dona Lalá Fernandes com Rua Mannes)
    Funcionamento: 24h
    Acesso gratuito

  • Cristóvão Laruça

    Há mais de 18 anos no Brasil, o português é chef executivo e proprietário dos restaurantes Turi, Caravela - reconhecido pela Taste Portugal como um dos melhores restaurantes portugueses do mundo - Capitão Leitão e Fazenda Cervejeira. Sua cozinha parte das memórias afetivas, inclusão, sustentabilidade e comércio justo

  • Cristovão Tezza e Luiz Ruffato no #Sempre Um Papo Em Casa
    Cristovão Tezza e Luiz Ruffato no #Sempre Um Papo Em Casa
    Cristovão Tezza e Luiz Ruffato no #Sempre Um Papo Em Casa

    Os escritores Luiz Ruffato e Cristovão Tezza são os convidados de Afonso Borges para falaram sobre os seus mais recentes livros “O Verão Tardio” (Cia das Letras) de Ruffato e “A Tensão Superficial do Tempo” (Todavia), de Tezza. Essa será mais uma edição virtual do “Sempre um Papo” com transmissão ao vivo no Youtube e Facebook do Projeto e encontro vai acontecer no dia 5 de agosto, quarta-feira, às 18h.

    #SempreUmPapoEmCasa, esta sequência de atividades é patrocinada pela Cemig, com recursos da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais. 

    “A Tensão Superficial do Tempo” Cândido é especialista em piratear filmes. No entanto, sua atividade oficial é dar aulas de química em um cursinho, onde tem participação societária. Curitiba ainda vive sob os efeitos das operações policiais que colocaram a cidade no centro da crise política que assola o país, efeitos que Cândido sente no seu dia a dia. Sentado em um banco de parque, Cândido vê as pontas se encontrarem: o fim amargo do casamento, as pretensões profissionais esmagadas, o novo afeto negado, a vida que se dissolve num caldo de guerra política e social. Neste novo romance, Tezza usa o momento recente do país para investigar os pontos de contato entre público e privado, política e intimidade, desejo e solidão.

    Cristovão Tezza nasceu em Lages, Santa Catarina, em 1952. Um dos mais celebrados autores brasileiros contemporâneos, traduzido para mais de quinze países, é autor de vários romances, entre eles O FILHO ETERNO, que recebeu os prêmios Jabuti e Portugal Telecom. Dele, a Todavia publicou A TIRANIA DO AMOR (2018), finalista dos prêmios São Paulo, Jabuti e Oceanos.

    “O Verão Tardio”

    Sexto romance de Luiz Ruffato, “O Verão Tardio” é uma história de inadequação. Depois de mais de vinte anos, Oséias, um homem abandonado por mulher e filho, decide regressar a sua cidade-natal, Cataguases, em Minas Gerais. Durante seis dias, seguimos passo a passo suas andanças, visitas a familiares, encontros com velhos personagens locais. A sombra do suicídio de uma de suas irmãs, Lígia, e a comunicação falha com praticamente todos a sua volta acompanham suas tentativas de reatar os fios do passado. Em meio a um Brasil que parece ir do projeto à ruína a todo momento, O verão tardio propõe uma reflexão sobre uma sociedade em que as classes sociais romperam completamente o diálogo e, como afirma um de seus personagens, se tornaram “planetas errantes” prontos para entrarem em rota de colisão e se destruírem. Trata-se de uma narrativa poderosa sobre um homem e suas tentativas de reatar os fios do passado. Uma jornada às bordas de um Brasil cindido, em que o diálogo não parece mais possível.

    Luiz Ruffato nasceu em Cataguases, Minas Gerais, em 1961. Publicou diversos livros, entre eles Inferno provisório, De mim já nem se lembra, Flores artificiais, Estive em Lisboa e lembrei de você, Eles eram muitos cavalos e A cidade dorme, todos lançados pela Companhia das Letras. Suas obras ganharam edições em Portugal, Argentina, França, Itália e Finlândia, entre outros. Em 2016, foi agraciado com o Prêmio Internacional Hermann Hesse, na Alemanha.