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  • Cura 2026 – Festival de Arte Urbana
    Cura 2026 – Festival de Arte Urbana
    Cura 2026 – Festival de Arte Urbana

    Com o tema “Descansar Enquanto”, o CURA – Festival de Arte Urbana divulga a programação da edição de 2026, de 19 a 30 de agosto, em Belo Horizonte. É a última passagem do festival pela Praça Raul Soares, que na última década se tornou um dos principais conjuntos de arte pública a céu aberto do país.

    Este ano, a curadoria artística foi feita com a contribuição da curadora convidada Luciara Ribeiro, pesquisadora dedicada às artes africanas, afro-brasileiras e indígenas e à decolonização da história da arte, que assinou a escolha dos artistas ao lado de Janaína Macruz e Priscila Amoni, idealizadoras do CURA.

    As empenas do ano ficam no Edifício Pignataro (Avenida Augusto de Lima, 869) e Edifício Florença (Rua Guaranis, 555) e são assinadas por Ailton Krenak e Mônica Nador. As pinturas começam em 19 de agosto e podem ser acompanhadas da praça: ver a obra nascer na fachada faz parte da experiência do festival.

    Pela primeira vez, o festival também conta com uma programação parceira no Sesc Palladium. No dia 20, em que a casa completa 15 anos, o CURA Palladium: Tinta, Corpo e Cidade leva uma nova obra de arte pública, assinada por Binho Barreto, para a fachada do prédio, com curadoria do festival, e uma noite que reúne pintura, dança e a cultura ballroom, ao lado da House of Barracuda. Na categoria Designers Delight, integrantes da cena criam looks inspirados em obras do acervo do CURA.

    A partir de 26 de agosto, a programação aberta toma conta da praça. Nos dias 26 e 27, das 11h às 22h, o festival leva pela primeira vez a pintura ao vivo para a Raul Soares: seis artistas pintam em painéis de três por quatro metros montados no gramado, e as obras ficam expostas até o fim do festival. São eles Tina Soul, Effe Godoy, Nica, Dalata, Tot e Fhero. A programação musical se estende pelos dias na praça, com DJs no gramado. De 28 a 30, funciona o Mirante CURA, uma instalação com vista da praça no fim do dia.

    No dia 27, a Mesa de Desenho, projeto de criação coletiva que Flávio Duarte conduz na cidade desde 2018, faz um encontro na praça, das 19h às 21h. A participação é aberta e gratuita, sem exigência de experiência ou formação.

    O fim de semana traz o festival para o alto e para o chão. Pelo terceiro ano, o highline cruza o vão entre os prédios do hipercentro, com atletas em cabos suspensos. Nos dias 29 e 30, a Rua de Lazer recebe crianças e famílias com jogos e brincadeiras, em parceria com a Prefeitura.

    Ao longo da programação, as visitas guiadas ao Edifício JK, em parceria com o Viva JK, sobem ao topo do prédio, de onde se avistam as obras do CURA espalhadas pela cidade, nos dias 27, 28, 29 e 30, às 16h30, com inscrições gratuitas (as senhas serão distribuídas ao público por ordem de chegada, 30 minutos antes do início de cada sessão). Também nesse período, o mapa afetivo da Praça Raul Soares ganha nova edição: em parceria com a Belotur, fica exposto em dez abrigos de ônibus da cidade e é relançado no dia 27, na praça, com mil exemplares distribuídos de graça.

  • CURA - Circuito de Arte Urbana
    CURA - Circuito de Arte Urbana
    CURA - Circuito de Arte Urbana

    Um dos maiores festivais de arte pública do país, o Circuito Urbano e Arte - CURA, realizou, em 2017, sua primeira edição na capital mineira. Pintados em grandes empenas (fachadas cegas), os murais vão de 450 e 1.780 metros quadrados, sendo um deles o mural mais alto pintado por uma mulher na América Latina com 56 metros de altura. 

    Com realizações anuais, o projeto busca temas e espaços a serem homenageados pelos artistas, que fazem parte da narrativa que se propõe abordar. Em 2019, as artes se concentraram na Lagoinha, região noroeste da capital, buscando o resgate e a mostra da cultura do bairro. Por outro lado, a edição de 2020 fez o uso de grandes fachadas de 4 empresas do hipercentro, com os maiores murais da projeto em BH. A 6º edição do CURA trouxe para a Praça Raul Soares as cores da natureza, tendo como tema as forças da floresta e seus seres encantados.

    A edição de 2022 terá como tema o solo, que sustenta e nutre. A ideia é seguir os caminhos da terra, do solo e das ruas para conectar linguagens e territórios através de uma arte relacional e inclusiva, da reflexão crítica e da mobilização social.

    Realizado, até a edição de 2021, por um conjunto de 20 artistas, as artes foram feitas com o objetivo de incentivar o diálogo com a cidade e debater a noção clássica de arte. Esse movimento acabou resultando na primeiro mirante de arte urbana do mundo: a Rua Sapucaí. De lá, é possível admirar todas as obras realizadas no centro da cidade, e conta ainda com lunetas instaladas pela Belotur em 2018, que deixaram a experiência ainda mais imersiva. Não existe registro de outro festival em que o público possa acompanhar ao vivo, de um só ponto, a feitura das obras. 

    Na edição 2019, a cidade ganhou outro mirante, na rua Diamantina, na Lagoinha, de onde é possível se observar com pinturas de prédios, muros e estabelecimentos comerciais, somando 11 obras de arte pública.

    Além das pinturas, o festival promove mesas de debates, feiras de arte, festas e ações especiais sempre conversando com a arte urbana e a cultura de rua. Veja os detalhes nas redes sociais do circuito. 

    No link, é possível encontrar um mapa com a localização das artes realizadas pelo Projeto CURA e outras intervenções urbanas pela capital. No site, encontram-se informações sobre as próximas edições do projeto.

  • CURA - Circuito Urbano de Arte

    Belo Horizonte respira arte, em seus museus, praças e ruas. Caminhando pela cidade, ao olhar para cima não é difícil se deparar com intervenções artísticas em fachadas de prédios, que substituem o cinza do concreto por uma explosão de cores e criatividade. Com mais de 60 obras de arte urbana espalhadas pela cidade, BH ressignificou muros, fachadas e empenas de edifícios, transformando-os em grandes telas em que artistas locais, nacionais e mundiais deixam seus traços inspirados em temas atuais e nas raízes da cultura mineira e brasileira.

    Esse tipo de iniciativa abre caminho para que a arte saia dos museus e ocupe os espaços públicos, mostrando o potencial artístico da própria zona urbana, como das obras e dos artistas.

    ‘Retorno’ - Lídia Viber
    Caio Flávio/Área de Serviço/CURA

    O CURA - Circuito Urbano de Arte é um dos responsáveis pelo centro da cidade ter se transformado em um museu a céu aberto. Criado em 2017, o festival já entregou 20 obras de arte em fachadas e empenas, entre 2017 e 2021, sendo 16 na região do hipercentro da capital mineira e quatro na região da Lagoinha, formando, assim, a maior coleção de arte mural em grande escala já feita por um único festival brasileiro. 

    Um dos melhores pontos para observar grande parte dessa coleção é a Rua Sapucaí, no bairro Floresta, que com suas lunetas e vista privilegiada se transformou no primeiro mirante de arte urbana do mundo!

    CURA  segue promovendo ações anuais de intervenção urbana, que vão além das fachadas dos prédios. Em 2021 eles criaram uma arte temporária especificamente para os arcos do Viaduto Santa Tereza e realizaram ainda uma pintura no chão da Avenida Amazonas, ao redor da Praça Raul Soares, feita por artistas peruanos.

    Em 2022, a 7º edição do CURA trabalhará com o tema "Terra" e trará criptoartistas e artes digitais como protagonista, selecionados via edital. A arte vencedora será transformada em NFT (estilo de arte digital) e impressa em formato de lambe-lambe (pôster artístico de tamanho variado, instalado em local público) para instalação na fachada do Hotel Sorrento, na Praça Raul Soares.

    Praça Raul Soares
    Cadu Passos/CURA

    Outras obras em pintura e grafite também serão realizadas pela região central da capital. Alguns dos prédios que farão parte desta edição são o Edifício Rochedo, na Rua Goitacazes, o Edifício Roma, na Avenida Paraná e o Edifício Copacabana, na praça Raul Soares.

    O processo de seleção dos artistas está em andamento e a divulgação do resultado acontecerá no dia 12 de setembro. A construção das artes acontecerá entre os dias 15 e 25 de setembro e poderá ser observada por quem passar pelos locais.

    No link, é possível encontrar um mapa com a localização das artes realizadas pelo Projeto CURA e outras intervenções urbanas pela capital.

    Para saber mais sobre as edições anteriores do projeto, basta acessar o site https://cura.art/.