Descrição de imagens para pessoas com deficiência visual como recurso educativo
A oficina é uma introdução às técnicas de audiodescrição, utilizadas, em vários contextos, para permitir o acesso de pessoas com deficiência visual a diversos conteúdos, dentre eles, os culturais. No encontro, aberto a educadores e ao público em geral, serão apresentadas as técnicas básicas de audiodescrição, descrição de imagens e ferramentas de inteligência artificial no contexto de descrição de imagens para pessoas cegas. O público irá participar de uma dinâmica sensorial na Casa do Baile, na qual será possível colocar em prática esses preceitos. A ação integra a programação da 22ª Semana Nacional de Museus, cujo tema é “Museus, Educação e Pesquisa”. As vagas são limitadas.
Descubra Belo Horizonte Através da Música: Belotur Lança Estratégia de Music Branding
Belo Horizonte tem um novo jeito de se promover como destino turístico: através da música. Pela primeira vez, a Belotur aposta no Music Branding, uma estratégia inovadora que utiliza a música como ferramenta para fortalecer a identidade cultural da cidade e conectar-se emocionalmente com o público. O ponto de partida desse projeto é um perfil no Spotify com 16 playlists temáticas que celebram o Carnaval e os encantos da capital mineira.
O Que é Music Branding e Como Ele Valoriza BH?
Music Branding é uma estratégia de marketing que cria uma identidade sonora única para marcas, produtos ou, como no caso de Belo Horizonte, para cidades. Essa abordagem já foi utilizada em destinos turísticos como Cidade do México, Salvador e Barcelona, promovendo experiências autênticas e reforçando a imagem cultural de cada local.
No Brasil, onde o consumo de música atinge cerca de 24,9 horas semanais por pessoa, segundo a Federação Internacional da Indústria Fonográfica, a escolha da plataforma Spotify foi estratégica. “Queremos mostrar ao mundo toda a riqueza cultural de Belo Horizonte, conectando as pessoas à essência da nossa cidade por meio da música. Se é para comunicar, nada mais justo do que estar presente onde as pessoas consomem conteúdo e na linguagem que elas entendem”, explica Bárbara Menucci, presidente da Belotur.
Playlists que Contam Histórias
As playlists foram criadas com o objetivo de traduzir Belo Horizonte em forma de música. O projeto foi dividido em duas frentes principais:
Belo Horizonte como destino turístico: Oito playlists inspiradas em pontos icônicos da cidade, como a Praça do Papa, a Pampulha e o Mercado Central. Cada uma delas combina diferentes gêneros musicais para traduzir a atmosfera única de cada local.
Carnaval de Belo Horizonte: Oito playlists que celebram a diversidade e a energia dos blocos de rua, reunindo ritmos como samba, axé, funk e as produções da nova cena musical de BH.
A curadoria musical envolveu uma ampla pesquisa, resultando na seleção de mais de 400 artistas mineiros. Além de divulgar os patrimônios culturais e os espaços emblemáticos da cidade, o projeto tem como missão valorizar os talentos locais, conectando música, território e identidade de forma única.
Conecte-se com BH Através da Música
Essa iniciativa reforça o compromisso de Belo Horizonte em inovar na promoção turística e cultural, oferecendo novas formas de conexão com moradores e visitantes. As playlists já estão disponíveis no Spotify e prometem embalar momentos inesquecíveis para quem quer sentir a essência da cidade através da música.
🎵 Acesse o perfil da Belotur no Spotify e descubra Belo Horizonte por meio do som!
Descubra nossa Culinária
A capital foi o segundo destino brasileiro mais bem avaliado por sua gastronomia pelos turistas estrangeiros que visitaram o Brasil em 2016 e 2017 (Ministério do Turismo) e conta com um leque de opções diversificado o bastante para ganhar de vez o coração de quem vem dos quatro cantos do Brasil e do mundo.
Nossa oferta gastronômica se diferencia não só pela história, tradição e diversidade, mas também por transformar o ato de comer em uma experiência singular. Quando você se sentar a uma mesa aqui, não espere apenas o que vai agradar ao paladar. Não espere o óbvio. O prazer da mesa em Belo Horizonte está atrelado ao prazer de ser bem recebido.
Você não vai apenas experimentar os melhores torresmo e pão de queijo do Brasil, mas também conhecer sabores criados pelo nosso celeiro de renomados chefs de cozinha, reconhecidos nacional e internacionalmente, em constante qualificação, renovação, inovação e inspiração.
Fotos: Gustavo Andrade/Acervo Backer
Mais de 50 Festivais Gastronômicos integram o calendário oficial de eventos da cidade, entre aqueles que enaltecem as raízes da comida mineira e da comida boa dos bares, passando por um circuito que reverencia as panelas mais famosas das vilas, aglomerados e favelas, até festas que reúnem o melhor da culinária de diversos países. Aliás, dos 35 mil estrangeiros residentes em Minas, 70% estão na capital (Polícia Federal, 2017). Da Índia à Itália, eles também contribuem para mesclar a alta gastronomia e a culinária popular, fugindo do óbvio e resultando em uma experiência gastronômica inesquecível.
A criatividade herdada dos tempos coloniais — quando sobrava ouro e faltava comida — resultou em uma identidade gastronômica que valoriza ingredientes típicos e também abre-se a diversas influências, como a indígena, a africana e a europeia. Feijão tropeiro, angu, frango ao molho pardo, queijo, cachaças, doces são apenas o começo de uma viagem que revisita sabores e hábitos.
Foto: Acervo Fuegos Festival
É circuito boêmio que você quer? A “Capital Mundial dos Bares”, cidade com o maior número de bares e restaurantes por habitante do Brasil, tem vários. Do tradicional Santa Tereza a bairros como Savassi, Funcionários, Anchieta, Sion, Prado, São Bento, Santo Antônio, São Pedro, Lourdes, Serra e Santa Efigênia, multiplicam-se opções gastronômicas com espírito de vida noturna.
O Centro da cidade firmou-se como roteiro peculiar da gastronomia, graças à revitalização de espaços clássicos no imaginário de Belo Horizonte - como o edifício Maletta, que mistura restaurantes com décadas de história a novas casas de drinks e petiscos que ocupam sua charmosa varanda; cafés, bares e botecos e locais em que se pode experimentar um dos mais conhecidos pratos da gastronomia popular belo-horizontina: o Kaol, sigla que une cachaça (com k), arroz, ovo e linguiça. Com o tempo, a receita clássica foi incrementada e ganhou a companhia da couve, do torresmo, do molho de tomate e da farofa.
Já o “Circuito Sapucaí”, localizado na rua de mesmo nome, apresenta ao visitante desde restaurantes comandados por chefs reconhecidos até opções de balada. A rua tem uma arquitetura singular, que proporciona uma vista deslumbrante do centro da cidade. Prefere sair da região central e sul e conhecer outras partes da cidade que unem comida boa e boemia? Vá para a região da rua Alberto Cintra e da Avenida Fleming, no caminho para a Pampulha; ou explore a Zona Leste, com os novos e velhos botecos, com ar retrô ou tradicional, a exemplo da turma jovem que se aglomera no Bairro Pompéia.
Foto: Acervo Gira
Prefere curtir o movimento da cidade de dia ou com a família? Pode escolher: clima de fazenda, cantina italiana, bistrô francês, cardápio natural, ambientes cheios de sofisticação e elegância ou ainda estabelecimentos focados em regionalismos. Tudo se encontra aqui em Belo Horizonte para um almoço despretensioso e delicioso. Ou sofisticado e saboroso.
Outras atrações imperdíveis para os amantes da gastronomia são os mercados. O mais famoso é o Mercado Central, que há mais de oito décadas é um dos pontos turísticos obrigatórios da cidade, com mais de 400 lojas e milhares de histórias, sem falar nas iguarias, como o Fígado acebolado com Jiló. Criado em 1929 para centralizar o abastecimento da cidade, ocupa um quarteirão inteiro do centro de Belo Horizonte e no seu interior existe uma mistura de religiosidade, cultura popular, tradição, produtos e pratos deliciosos e de alta qualidade.
O Mercado Distrital do Cruzeiro é mais um espaço que já se estabeleceu como point gastronômico e cultural, com 40 anos de história. Já nos arredores de Belo Horizonte, na vizinha cidade de Nova Lima, novos mercados gastronômicos valorizam o autêntico, o original e os produtos da estação.
Foto: Nereu Jr/Acervo Paladino
Além de cursos e degustações, outra experiência de relevância é a visita à BeGreen, primeira fazenda urbana da América Latina. O espaço, localizado ao lado de um shopping da cidade, tem como objetivo encurtar as distâncias entre o alimento e o consumidor final. Lá pode-se comprar folhas, hortaliças e outros produtos agroecológicos, além de se visitar as estufas e saborear delícias.
Com mais de 300 eventos que contemplam toda cadeia produtiva gastronômica, do produtor ao consumidor final, do campo diretamente para a cidade, a mesa mineira também desempenha um papel de incentivar a economia, propor uma reflexão sobre o modelo de consumo de alimentos e incentivar uma alimentação com mais qualidade e conhecimento da origem dos produtos e ingredientes.
Foto: Acervo Gira
Já falamos de botecos, bares, restaurantes, mas aposto que você está pensando: uma boa mesa não é feita só de um belo prato. A Região Metropolitana de Belo Horizonte desponta como grande produtora de cerveja artesanal, contando com cervejarias premiadas nacional e internacionalmente. Em 2018, cervejas mineiras conquistaram 40 medalhas no World Beer Awards, um dos mais importantes concursos do mundo, sendo considerado o Oscar da cerveja artesanal.
Quer uma notícia melhor ainda? Vários estabelecimentos abrem as portas para que os fãs da bebida possam conhecer o processo de produção e aprender sobre a variada gama de sabores à disposição. Belo Horizonte é a síntese dos sabores mineiros, traduzida no ato de receber e comer bem, seja em casa, bares, restaurantes, feiras e festivais gastronômicos, ponto de encontro das famílias e dos amigos, que se estende aos turistas e visitantes. Só que é mais: Belo Horizonte respira também a criatividade dos novos sabores e a redescoberta das tradições. A gastronomia da capital é surpreendente.