Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Domingo no Museu com: Quarteto Ora Pro Nóbis
    Domingo no Museu com: Quarteto Ora Pro Nóbis
    Domingo no Museu com: Quarteto Ora Pro Nóbis

    No dia 15 de dezembro, acontecerá uma edição especial do projeto Domingo no Museu, encerrando a programação desta temporada. E será celebrado o primeiro instrumento de qualquer ser humano: a voz. O evento receberá o quarteto vocal mineiro Ora Pro Nóbis, direto de Poços de Caldas.

    O Ora Pro Nóbis apresenta arranjos assinados por maestros renomados como Amaury Vieira e Zeca Rodrigues e na apresentação especial ao Domingo no Museu, contará com o talento de Renato Saldanha no violão e Serginho Silva na percussão e timbatera. Este trabalho celebra a música como um elo cultural que une tradições e estilos variados, criando uma experiência sonora vibrante e sofisticada, ideal para palcos que valorizam a excelência artística e o frescor da música contemporânea.

    A apresentação acontece no auditório do Museu Histórico Abílio Barreto (MHAB) e é gratuita.

  • Domingo no Museu: “Para Ouvir o Samba” - Música Histórico Abílio Barreto
    Domingo no Museu: “Para Ouvir o Samba” - Música Histórico Abílio Barreto
    Domingo no Museu: “Para Ouvir o Samba” - Música Histórico Abílio Barreto

    A riqueza e a diversidade do samba, enraizados na cultura popular brasileira com alma e swing, são celebradas pelo violonista e pesquisador Luís Filipe de Lima e pelo cantor e compositor Pedro Miranda, no show “Para Ouvir o Samba”, inédito em Belo Horizonte, dia 14 de agosto, às 11h30, na segunda fase da temporada 2022 do Música no Museu da Pampulha e Abílio Barreto (Domingo no Museu).

    Desta vez, o público poderá conferir no Museu Histórico Abílio Barreto, no Cidade Jardim, uma atmosfera informal, embalada pela descontração do samba, as saborosas histórias do seu percurso no país, em uma deliciosa manhã de domingo para todas as idades.

    O acesso será gratuito. A série de apresentações, que em agosto e setembro ocupará o Museu Histórico Abílio Barreto, é realizada pela Veredas Produções, com patrocínio do Instituto Unimed-BH, através dos recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. “Para Ouvir o Samba” tem como ponto de partida o livro homônimo, lançado no início de 2022, por Luís Filipe, fruto de ampla e rica pesquisa.

    A obra, com prefácio assinado por Nei Lopes e texto de contracapa por Martinho da Vila, resume o percurso histórico do samba urbano carioca, suas vertentes e personagens. No show, a literatura ganha a voz e os timbres desse duo afinado e comprometido a compartilhar um gênero musical tipicamente brasileiro.

    Luís Filipe e Pedro vão passear pelo samba de terreiro, samba-choro, partido-alto, samba-canção, samba-enredo, pagode dos anos 80, samba de breque, sambalanço, bossa nova e samba sincopado.

    O repertório pra lá de consagrado conta com nomes como Zé Kéti, Ismael Silva, Noel Rosa, Dona Ivone Lara, Silas de Oliveira, Jovelina Pérola Negra, Chico Buarque, Tom Jobim e Ary Barroso.

    Pedro Miranda é um dos talentos projetados no bairro da Lapa, no Rio de Janeiro, na década de 2000. Com quatro álbuns solo já lançados, participou de registros com os grupos Samba de Fato, Grupo Semente – ao lado da cantora Teresa Cristina – Cordão do Boitatá, Samba da Gávea e Segunda Lapa.

    E, não por acaso, integra o show “Para Ouvir o Samba”, já que Luís Filipe de Lima – violonista, compositor, arranjador, jornalista e doutor em comunicação e cultura pela UFRJ – produziu os seus três últimos álbuns.

    Entre eles, o ganhador do Prêmio da Música Brasileira, em 2017, na categoria de melhor disco de samba.

    Para além dos acordes e linhas, dirigiu 15 séries de shows para o Centro Cultural Banco do Brasil e seis caravanas do Projeto Pixinguinha.

  • Domingo no Museu: "Qual a Menor Idade do Amor?” com Wolf Borges
    Domingo no Museu: "Qual a Menor Idade do Amor?” com Wolf Borges
    Domingo no Museu: "Qual a Menor Idade do Amor?” com Wolf Borges

    No dia 5 de junho, Wolf Borges, acompanhado pelos músicos Ivan Corrêa (contrabaixo), Serginho Silva (percussão) e Elder Costa (violonista), apresenta o lançamento presencial do seu novo disco, “Qual a Menor Unidade do Amor?”, com participação especial da cantora Jucilene Buosi, no projeto Música no Museu da Pampulha (Domingo no Museu).

    O acesso será gratuito, mediante retirada de ingresso. “É maravilhoso poder contar com músicos de tanto talento em BH, que sempre admirei e acompanho seus trabalhos”, explicou Wolf.

    O Quintal do Museu Casa Kubitschek, pertencente ao Conjunto Arquitetônico da Pampulha, vai ser palco para o novo trabalho do cantor e compositor, artista de várias habilidades – letrista, poeta, roteirista e produtor cultural.

    Com referências caseiras como o Clube da Esquina, o trabalho de Wolf passeia pela música brasileira e seus diversos ritmos.

    O nome do seu novo álbum, “Qual a Menor Unidade do Amor?”, vem da canção composta pelo saudoso Tavito, que integrou o Clube. Outras parcerias também transbordam o disco, feitas com Simone Guimarães e Elder Costa.

    As canções são autorais e inéditas, viajantes do carimbó à milonga, passando pelo frevo, xote, maracatu, congada, ijexá, samba e uma balada com solos de guitarra à George Harrison.

    Esta não é a primeira vez que Wolf Borges se apresenta no projeto Música no Museu da Pampulha (Domingo no Museu), tendo passagens pela Festa da Música, Café com Música, Dois na Quinta e Zás.

    São 40 anos de carreira, sete discos autorais, um disco no qual interpreta clássicos mundiais e ainda a produção de vários CDs de artistas mineiros.

    O compositor também soma a produção do primeiro documentário de longa-metragem sobre a música do Sul de Minas (“Falsete”, 2016) e outras dezenas e produções.

    A série de apresentações no Quintal do Museu Casa Kubitscheck é realizada pela Veredas Produções, com patrocínio do Instituto Unimed-BH, através dos recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte.