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  •  "Do Clássico ao Contemporâneo" - São Paulo Cia de Dança
    "Do Clássico ao Contemporâneo" - São Paulo Cia de Dança
    "Do Clássico ao Contemporâneo" - São Paulo Cia de Dança

    A São Paulo Companhia de Dança (SPCD), gerida pela Associação Pró-Dança e dirigida por Inês Bogéa, sobe ao palco do Grande Teatro do Sesc Palladium nos dias 29 e 30 de setembro (quinta e sexta-feira, às 20h30) com a montagem “Do clássico ao Contemporâneo”, que mostra a versatilidade dos seus bailarinos em três obras que transitam entre os estilos: “Divertissement de Paquita”, “Só Tinha de Ser com Você” e “Agora.

    “Estou muito feliz de voltar a Belo Horizonte, essa cidade que me acolheu por tantos anos enquanto bailarina do Grupo Corpo, com os espetáculos da São Paulo Companhia de Dança. Todas as vezes que aqui estivemos fomos muito bem recebidos e estamos ansiosos por mais uma temporada”, fala Inês Bogéa, diretora artística da São Paulo Companhia de Dança. “Pensamos em um programa que transita entre o clássico e o contemporâneo para mostrarmos a diversidade de repertório da Companhia e, também, a versatilidade dos nossos intérpretes”.

    Esta é a sétima vez que a SPCD se apresenta em Belo Horizonte. O clássico se apresenta no Divertissement de Paquita (2022), de Diego de Paula – bailarino da SPCD -, remontado a partir da obra de 1847 de Marius Petipa (1818-1910). Paquita conta a história de uma jovem órfã criada por ciganos que salva a vida do filho de um general francês, Lucien. Eles se apaixonam, mas precisam enfrentar desafios para viver esse amor.

    O divertissement se concentra na cena final do balé, quando o casal comemora a possibilidade de estar junto em um baile alegre e enérgico.

    De Henrique Rodovalho, volta ao palco a contemporânea Só Tinha de Ser com Você (2020), uma sensível e singular releitura coreográfica do álbum Elis & Tom (1974), clássico da música brasileira. Este grande sucesso do coreógrafo foi criado originalmente em 2005 para sua companhia, a Quasar Cia. de Dança, e ganhou uma versão especial para os bailarinos da São Paulo Companhia de Dança.

  • Documentário: "A Cadeira do Ausente Revisitada" com Alexandre Brum Correa - Memorial Minas Gerais Vale
    Documentário: "A Cadeira do Ausente Revisitada" com Alexandre Brum Correa - Memorial Minas Gerais Vale
    Documentário: "A Cadeira do Ausente Revisitada" com Alexandre Brum Correa - Memorial Minas Gerais Vale

    A Cadeira do Ausente Revisitada é documentário sobre um dia do autor em isolamento enquanto se prepara para revisitar uma peça mímico corporal muito especial para o artista: a última criada por Étienne Decroux sobre Corinne Soum que a ensinou a Alexandre, primeiro homem a apresentá-la publicamente. Integra o projeto Contemporâneo.

  • Documentário: “A Casa Verde de Todas as Cores" - Ateliê Casa Bracher
    Documentário: “A Casa Verde de Todas as Cores" - Ateliê Casa Bracher
    Documentário: “A Casa Verde de Todas as Cores" - Ateliê Casa Bracher

    Dia 11 de junho, a artista plástica Fani Bracher completa 77 anos de vida.

    Para comemorar, o Ateliê Casa Bracher exibe o documentário inédito “A Casa Verde de Todas as Cores", dirigido por sua filha, Blima Bracher, que apresenta pela primeira vez ao público um recorte da carreira da pintora através de seu mais recente trabalho: 13 grandes painéis pintados nas paredes na casa da família em Piau, na Zona da Mata mineira (fotos em anexo. Crédito de Larissa Bracher).

    Fani sempre foi uma artista inquieta e nem mesmo os anos foram capazes de pará-la.

    Em 2019, ela começou a fazer intervenções artísticas nos móveis e objetos da casa.

    Um dia, já aos 75 anos, subiu em uma escada e começou a desenhar as paredes que logo foram tomadas por pinturas abstratas e coloridas, totalizando 30 metros quadrados de extensão.

    As obras acabaram dando origem ao documentário que mostra a realização do último afresco, feito agora, em maio deste ano.

    Antes das pinturas ganharem as paredes da casa, Fani pintou diversos objetos e também usou a técnica de craquelê: mesa, cadeira, baús, bule, espelho, azulejos, geladeira ganharam intervenções.

    “Gosto muito de interferir no meio em que estou vivendo.

    Comecei pintando um lugar de tratar passarinhos que era do meu pai, depois fui para o depósito de lenha. Em seguida, vieram as paredes”, conta a artista.

    Diferentemente de seus quadros a óleo, nos quais os tons de cinza e preto predominam, os painéis ganharam cores fortes e vibrantes. “Depois que comecei a trabalhar com chita, perdi um pouco o pudor das cores.

    A chita mistura laranja com roxo e dá certo, não tem um filtro”, explica Fani, que pretende estender a pintura para o muro externo da casa. Misturar materiais e elementos é uma marca do trabalho da artista que começou a carreira nos anos 70, em Ouro Preto, onde reside até hoje com o companheiro, o também pintor Carlos Bracher.

    Parte de suas obras podem ser vista no tour virtual do projeto Ateliê Casa Bracher, no qual, desde dezembro, mais de 150 obras da coleção pessoal do casal de artistas estão disponíveis online.

    O lançamento do doc “A Casa Verde de Todas as Cores" será dia 11, a partir das 20h, pelas redes sociais do Ateliê Casa Bracher (Youtube e Instagram), de graça.