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  • Teatro Marília
    Teatro Marília
    Encontro de Coreógrafia de Quadrilha | Teatro Marília

    Sinopse: A coreografia junina tem fundamental importância para a Cultura Junina, as coreografias inovadoras, releituras ou a manutenção das tradicionais são um oxigênio para que a nossa cultura siga perseverando e se fortalecendo, portanto promover espaços de diálogo sobre essa arte é de extrema importância para essa vertente da Cultura Popular que tanto amamos e o Bate Papo Coreográfico vem ao encontro de tudo isso com a intenção de fortalecer as raízes dessa Cultura em nossa cidade
    Produção: União Junina Mineira 

    • Data: 10 de Maio de 2025                                                                          
    • Horário da apresentação: 13h                                                                       
    • Gênero:Dança                                                                                                           
    • Duração: 6 horas                                                                                            
    • Endereço: Av. Professor Alfredo Balena, 586 - Santa Efigênia - Belo Horizonte/MG        
    • Classificação etária: Livre                                                                       
  • Fotografia colorida de Siwe, homem indígena com cocar na cabeça, ao fundo outras pessoas.
    Fotografia colorida de Siwe, homem indígena com cocar na cabeça, ao fundo outras pessoas.
    Encontro de Culturas Indígenas

    O Circuito Municipal de Cultura promove, em parceria com o Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional Lagoa do Nado, o Encontro de Culturas Indígenas pela Cura da Terra no sábado, dia 30. A programação, que acontece em formato presencial, comemora os 30 anos do equipamento cultural, localizado na região Norte da capital – 22 anos como centro cultural e oito anos como CRCP. A programação traz o ‘Festejo multiétnico Yawara Pixuna e os Caminhos de Pachamama’, que, através do Comitê Mineiro de Apoio às Causas Indígenas, reúne os povos Kambiwá, Aranã Caboclo, Pataxó e os Povos Andinos para celebrar o encontro e a diversidade, a riqueza da cultura e a espiritualidade.

    O evento também terá uma bate-papo com a artista e ativista das causas indígenas Darupü’ünaTikuna (AM) e com o educador indígena e diretor escolar, Siwê Pataxoop (MG), mediado por Rafael Fares (BH). A apresentação do evento fica por conta de Rosália Diogo (MG), coordenadora do equipamento cultural. O acesso ao evento é livre a partir das 10h, sujeito à lotação do espaço. A iniciativa segue os protocolos de prevenção à covid-19 vigentes em Belo Horizonte: para acesso ao evento é obrigatório uso de máscara e apresentação do cartão de vacinação que comprove a segunda dose da vacina. Além disso, para acessar o parque, é necessário estar imunizado, há pelo menos 10 dias, contra a febre amarela. Para mais informações acesse www.circuitomunicipaldecultura.com.br.

  • Encontro de Culturas Indígenas ocorre no parque Lagoa do Nado no sábado, dia 30


    No próximo sábado, 30, o encontro presencial, que acontece no Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional Lagoa do Nado, terá ‘Festejo multiétnico Yawara Pixuna e os Caminhos de Pachamama’ e um bate-papo com a artista Darupü'üna Tikuna (AM) e com o diretor escolar, Siwê Pataxoop (MG)

    O Circuito Municipal de Cultura promove, em parceria com o Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional Lagoa do Nado, o Encontro de Culturas Indígenas pela Cura da Terra no sábado, dia 30. A programação, que acontece em formato presencial, comemora os 30 anos do equipamento cultural, localizado na região Norte da capital – 22 anos como centro cultural e oito anos como CRCP. A programação traz o ‘Festejo multiétnico Yawara Pixuna e os Caminhos de Pachamama’, que, através do Comitê Mineiro de Apoio às Causas Indígenas, reúne os povos Kambiwá, Aranã Caboclo, Pataxó e os Povos Andinos para celebrar o encontro e a diversidade, a riqueza da cultura e a espiritualidade.

    O evento também terá uma bate-papo com a artista e ativista das causas indígenas Darupü’ünaTikuna (AM) e com o educador indígena e diretor escolar, Siwê Pataxoop (MG), mediado por Rafael Fares (BH). A apresentação do evento fica por conta de Rosália Diogo (MG), coordenadora do equipamento cultural. O acesso ao evento é livre a partir das 10h, sujeito à lotação do espaço. A iniciativa segue os protocolos de prevenção à covid-19 vigentes em Belo Horizonte: para acesso ao evento é obrigatório uso de máscara e apresentação do cartão de vacinação que comprove a segunda dose da vacina. Além disso, para acessar o parque, é necessário estar imunizado, há pelo menos 10 dias, contra a febre amarela. Para mais informações acesse www.circuitomunicipaldecultura.com.br.

    Saiba mais sobre a programação

    Com canto, dança e reza, o ‘Festejo multiétnico Yawara Pixuna e os Caminhos de Pachamama’ terá a presença dos povos Kambiwá, Aranã Caboclo, Pataxó e os Povos Andinos, reunidos por meio do Comitê Mineiro de Apoio às Causas Indígenas. O encontro traz músicas tradicionais dos povos indígenas brasileiros, o Toré e o Toante, e também o ritual de uma oferenda para Mãe Terra pelos parentes andinos. Os povos indígenas presentes também convidam para o encontro os povos pretos de terreiro, de quilombo, de periferia e LGBTQI+ para celebrar o encontro e a diversidade, a riqueza da cultura e da espiritualidade.

    O momento, além de evidenciar o enfrentamento aos crescentes crimes de ódio, em especial, o preconceito contra tradições indígenas que são base da resistência da cultura popular brasileira, celebra o encontro entre os Encantados de povos de Abya Yala/Pachamama e de povos de Pindorama/Nak. O Comitê Mineiro de Apoio às Causas Indígenas é um coletivo formado por diversas etnias do Brasil, Peru e Bolívia que se organiza, desde 2012, com o objetivo de manter a cultura viva mesmo longe do território de origem.

    O Comitê Mineiro de Apoio às Causas Indígenas é um coletivo conformado por diversas etnias do Brasil, Peru e Bolívia, cada qual com sua cultura e saberes, que se organiza, desde 2012, com o objetivo de manter a cultura viva mesmo longe do território de origem.

    Bate-papo - O evento também terá uma conversa com Darupü'üna Tikuna (AM) e Siwê Pataxoop (MG). Darupü'üna é artista, ativista das causas indígenas, Conselheira Municipal de Promoção da Igualdade Racial (cadeira Outras Etnias) e Conselheira Estadual de Política Cultural - MG (cadeira Culturas Indígenas). A artista, do clã de mutum, pertence à etnia tikuna - o mais numeroso povo indígena na Amazônia brasileira. Siwê é diretor da Escola Estadual Indígena Pataxó Muã Mimatxi, em Itapecerica (MG), e membro titular da Comissão Estadual de Educação Escolar Indígena do estado de Minas Gerais. A conversa será mediada por Rafael Fares (MG), poeta, compositor, doutor em literatura indígena, pesquisador e produtor da exposição Mira! Artes Visuais Contemporâneas dos Povos Indígenas.

    SERVIÇO

    Encontro de Culturas Indígenas pela Cura da Terra

    Data: 30 de abril

    Horário: 10h

    Entrada: evento presencial gratuito

    Classificação: livre

    Local: Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional Lagoa do Nado (Rua Ministro Hermenegildo de Barros, 904, Itapoã)

    Ingressos: acesso ao evento é livre a partir das 10h, sujeito à lotação do espaço

    Protocolos de prevenção à covid-19: para acesso ao evento é obrigatório uso de máscara e apresentação do cartão de vacinação que comprove a segunda dose da vacina.

    Vacinação contra febre amarela: É obrigatória a imunização com aplicação de dose da vacina de febre amarela há, pelo menos, 10 dias antes da visita ao parque. Caso o visitante não apresente o cartão de vacina, deverá preencher uma declaração, disponibilizada no local, de que já foi imunizado.