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  • Encontro sobre comunicação, raça e interseccionalidades
    Encontro sobre comunicação, raça e interseccionalidades
    Encontro sobre comunicação, raça e interseccionalidades

    De 27 a 30 de outubro de 2020, será realizado o Encontro sobre Comunicação, Raça e Interseccionalidades (CRI), com palestras de pesquisadores do Programa de Pós-graduação em Comunicação Social da UFMG e de convidados de outras instituições de ensino. 

    O objetivo é debater questões ligadas ao racismo, sexismo e formas de resistência decolonial em diversas áreas da comunicação, como publicidade, jornalismo e cinema. O evento busca promover a interação de professores, pesquisadores e estudantes, fortalecendo o diálogo entre universidades de diversas regiões do país.

    A programação inclui discussões sobre o feminismo afrolatinoamericano, necropolítica e genocídio negro, a estética e política do afrofuturismo e as lutas das mulheres guarani-kaiowá. 

    Programação

    27 de outubro
    18h30 às 20h30 – Abertura
    TemaComunicação, raça e interseccionalidades
    Participantes: Fernanda Carrera (UFRJ), Laura Guimarães Corrêa (UFMG) e Pablo Moreno Fernandes (UFMG)

    28 de outubro
    16h às 17h30
    TemaDecolonialidade, raça e comunicação
    Participantes: Deivison Campos (Ulbra) e Daniel Meirinho (UFRN)

    19h30 às 21h
    Tema: Branquitude e comunicação
    Participantes: Liv Sovik (UFRJ) e Tobias Queiroz (UERN)

    29 de outubro
    16h às 17h30
    TemaOs legados políticos e estéticos do afrofuturismo e afropessimismo
    Participantes: Kênia Freitas e José Messias (UFMA)

    18h30 às 20h
    TemaOs lugares-memória de Lélia Gonzalez nos estudos de interseccionalidade e no feminismo afrolatinoamericano
    Dione Moura (UnB) e Kelly Quirino (UnB)

    30 de outubro
    16h às 17h30
    TemaAty kuñague: as lutas das mulheres Guarani-kaiowá
    Jaqueline Gonçalves Aranduha (UFGD) e Luciana de Oliveira (UFMG)

    18h30 às 20h – Encerramento
    TemaA necropolítica como espetáculo: cenários e resistências negras
    Maria Aparecida Moura (UFMG) com Tatiana Carvalho Costa (UNA e UFMG)

  • Encontros, sensações e experiências: a gente sabe promover

    Encontros, sensações e experiências: a gente sabe promover.
     

    Sob a coordenação da Belotur, foi elaborado, entre 2018 e 2019, um Programa que propõe posicionar Belo Horizonte e região como Pólo Turístico Gastronômico de relevância. Através de ações de resgate de produtos e ingredientes, da oferta de roteiros de experiência e da valorização da gastronomia mineira, o objetivo do programa é envolver toda a cadeia produtiva do município e de circuitos limítrofes, além de integrar setores correlatos à gastronomia.

    Com isso, criamos novas oportunidades de negócios, empregos e renda. Como instrumentos desse programa, aparecem a promoção da cultura, a valorização dos modos de fazer e dos saberes – o que resulta, também, na elevação da autoestima da comunidade.

    Umami Comunicação / Arquivo Saboreie GastronomiaO Polo Turístico Gastronômico de Belo Horizonte é uma realidade cujos laços são fortalecidos todos os dias. A cidade demonstra capacidade e experiência em promover sinergia entre cultura e criatividade como alavanca de desenvolvimento local. 

    Nosso calendário de eventos gastronômicos é vasto. Em Belo Horizonte, tem sempre alguma atividade gostosa e diferente acontecendo em alguma esquina da cidade - para o trade, para os locais e para o turista. São mais de 70 festivais e eventos que expressam nossa tradição e nos diferenciam.

     

    Uma cidade que tem a gastronomia como motor de criatividade e progresso. Que inspira tradição, cultura, criatividade e inovação.

     

    São diversas as oportunidades de negócio e empregabilidade nesse que é um campo altamente inclusivo: 57,3% dos estabelecimentos gastronômicos de Belo Horizonte são formados por microempreendedores. Conhecida como a “Capital Mundial dos Botecos”, Belo Horizonte reúne o maior número de bares e restaurantes por habitante do Brasil. Sim, porque, em BH, a gente não vai ao bar só para beber: vai, principalmente, para comer.

    Vocacionada para a gastronomia, a cidade se empenha, permanentemente, em consolidar um amplo e abrangente programa de ações públicas em parceria com a cadeia produtiva, tendo a gastronomia e a cultura alimentar como eixo central de uma agenda de desenvolvimento urbano sustentável no contexto da economia criativa.

     

    GASTRONOMIA DE BELO HORIZONTE EM NÚMEROS*

    A gastronomia em Belo Horizonte é autêntica e representativa da diversidade cultural da cidade. Os números demonstram a pujança que esse campo criativo representa para a economia local, com impacto no desenvolvimento socioeconômico. O valor que damos à nossa cozinha também pode ser medido por outro fato: 5 de julho é, oficialmente, o Dia da Gastronomia Mineira.

    #circulo { top: auto; left: auto; width: 250px; height: 250px; margin: 10px; border-radius: 50%; overflow: hidden; display: table-cell; vertical-align: middle; } .dest-titulo { text-align: center; margin-left: 20%; margin-right: 20%; color:#ffffff; font: Bold 24px/16px Poppins; margin-bottom:8px; letter-spacing: 0px; } .texto { text-align: center; margin-left: 15%; margin-right: 15%; color:#ffffff; margin-top:8px; font: Bold 16px/22px Poppins; letter-spacing: 0px; }

    Movimenta 4,5 bilhões de reais por ano

    Responde por quase 40% dos postos de trabalho da economia criativa

    Mais de 21 mil pessoas empregadas no setor

    Possui 45.662 empresas do segmento de alimentação

    São 18.600 bares e restaurantes

    São 10 polos gastronômicos

    São R$ 1.964.813.716,00 de Valor Adicionado Fiscal (VAF)

    Crescimento de 90% em 5 anos (2012-2017)

    *Fonte: Observatório do Turismo de Belo Horizonte, 2019.

    Em Belo Horizonte a gastronomia é motor do desenvolvimento sustentável. Confira mais indicadores no menu Desenvolvimento.
     

  • “Encontros sobre o Terceiro Teatro e a Antropologia Teatral” com Eugenio Barba
    “Encontros sobre o Terceiro Teatro e a Antropologia Teatral” com Eugenio Barba
    Encontros sobre o Terceiro Teatro e a Antropologia Teatral - Homenagem 85 anos Eugenio Barba

    Navegando pelos continentes do teatro, os “Encontros sobre o Terceiro Teatro e a Antropologia Teatral” começam na segunda-feira, dia 27 de setembro, reunindo artistas, pesquisadores e grupos teatrais de todo o mundo, junto ao público na internet.

    Aos 85 anos, Eugenio Barba, o mestre da antropologia teatral continua em diálogo com diferentes artistas e pesquisadores, incentivando-nos com sua criatividade e inspirando-nos com suas atitudes e coerência. Toda a programação é gratuita e reúne palestras, rodas de conversa, filmes e apresentações artísticas, com transmissão ao vivo pelo YouTube do “Terceiro Teatro 2021”.

    Com curadoria de Ricardo Gomes (UFOP), Gilberto Icle (UFRGS, UnB), Fernando Mencarelli (UFMG) e idealizado por Ricardo Gomes, o evento será dividido em três semanas: as últimas semanas de setembro (27/9 a 1/10), outubro (25 a 29/10) e novembro (22 a 26/11).

    Na primeira semana, o tema é o Terceiro Teatro, conceito que incidiu sobre o teatro nos anos 1970, trazendo à luz o ethos que guiava o Teatro de Grupo naqueles tempos. A proposta é indagar sobre o sentido desse conceito no teatro de hoje. A Antropologia Teatral, que investiga o nível pré-expressivo subjacente ao comportamento performativo – fundamento da construção da identidade de artistas e grupos, em diálogo com as marcas de suas culturas de origem – é o tema da segunda semana. Na terceira semana, será investigada a ação cultural dos grupos de teatro, que caracteriza suas relações com a sociedade, ao criar um contexto no qual o espetáculo é apenas um dos aspectos da cultura de grupo.