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  • Espetáculo: Barbatuques "Pé de Sonho 10 anos"
    Espetáculo: Barbatuques "Pé de Sonho 10 anos"
    Espetáculo: Barbatuques "Pé de Sonho 10 anos"

    Na comemoração de seus 10 anos, o Pé de Sonho vai apresentar ao público de Belo Horizonte, além dos seus grandes sucessos, muitas novidades. Para começar, o grupo recebe um convidado querido e especial: o grupo Barbatuques. Maior grupo de percussão corporal do país e um dos mais relevantes do mundo, o Barbatuques também possui um trabalho voltado para as crianças. Esse encontro inédito vai proporcionar uma nova visão sobre as canções do Pé de Sonho e quem ganha com isso é o público.

    Quem for ao show também vai apreciar em primeira mão o novo figurino do Pé de Sonho, com uma nova abordagem também na iluminação do espetáculo. O cenário também apresenta novidades, com um novo olhar sobre os elementos de palco. Para completar, a Brava Escola de Circo, marcando presença com suas acrobacias. O show faz parte da turnê de 10 anos do grupo. 

    Será uma oportunidade única para o público se divertir com o universo lúdico e criativo do Pé de Sonho. O show traz um repertório diverso, com canções como Tiranossauro Rex, Sistema Solar, O Circo, Bicho de Bocão, Lá vai Chapeuzinho, Que Bicho Será?, Urso, Rock da Barata, Bruxa de Verruga e Borboleta Azul, além de Tutubarão, inédita nas plataformas digitais e outras canções pouco tocadas pelo grupo.

  • Espetáculo: "Barnum – “O Rei do Show” - Minascentro
    Espetáculo: "Barnum – “O Rei do Show” - Minascentro
    Espetáculo: "Barnum – “O Rei do Show” - Minascentro

    “Barnum – O Rei do Show” se apresenta em Belo Horizonte após conquistar público e crítica em São Paulo e Rio de Janeiro.

    Com Guilherme Logullo na corda bamba e Kiara Sasso no elenco, musical circense aterrissa pela primeira vez no País com versão brasileira de Claudio Botelho.

    “Barnum – O Rei do Show”, um dos mais cultuados musicais da história – que recebeu desde sua estreia, na década de 1980, uma dezena de prêmios Tony e até versão para o cinema – finalmente ganha uma versão brasileira.

    Para a empreitada – que aqui ganha versão brasileira de Claudio Botelho, direção de Gustavo Barchilon, coreografia/direção de movimento de Alonso Barros e direção musical de Thiago Gimenes – foram escalados Guilherme Logullo para o papel-título e Kiara Sasso na pele da poderosa Charity – outros destaques são as atrizes Renata Ricci dando vida a antagonista Jenny Lind e Valéria Barcelos no papel da mítica Joice Heth.

    O elenco estelar dará vida a uma história real que ganhou, no decorrer de sua história, fãs, lendas e muita especulação. Enredo este que nos dias atuais ainda levanta debates importantes que ajudam a contar e a refletir sobre a humanidade, a igualdade e, claro, a inclusão.

    Barnum, como o nome aponta, é o musical baseado na vida do showman e empresário do ramo do entretenimento Phineas Taylor Barnum, cujo mais famoso empreendimento foi um museu itinerante que era uma mistura de circo, zoológico e personagens freaks, com destaque, por exemplo, para uma mulher de 160 anos.

  • Espetáculo: Barravento - Grupo Corpolítico
    Espetáculo: Barravento - Grupo Corpolítico
    Espetáculo: "Barravento" - Grupo Corpolítico

    Com uma narrativa musical composta por dança contemporânea e releituras dos movimentos Soul e Passinho de BH, o grupo Corpolitico apresenta o espetáculo Barravento que traz uma linha cronológica das sonoridades afro brasileiras até chegar ao funk nacional da atualidade, enfatizando suas raízes nos ritmos do candomblé, Barravento e o Congo de Ouro.

    A estreia de Barravento será na sexta-feira (19/05), às 20h, no Teatro Francisco Nunes.

    Antes disso, diferentes espaços culturais receberão uma prévia com recortes do espetáculo.

    A entrada é gratuita. Barravento surgiu da proposta do evento Ocupar Espaços em 2019, realizado no Centro de Referência das Juventudes (CRJ).

    A convite da ONG Oficina de Imagens, o grupo CorpolItico traçou um diálogo entre dança e tecnologias experimentais de iluminação, tendo o funk como tema central, com o intuito de trazer protagonismo às emergentes manifestações das juventudes.

    “O espetáculo Barravento vem pra ser algo divertido, pra quem dança e pra quem assiste, e principalmente dar protagonismo a diversidade de corpos, ritmos, expressões, vistas a margem muitas vezes, e de forma muito séria propomos a despretensão.

    A cena artística precisa entender que o público se sente distante, e pouco representado, a juventude se interessa por aquilo que está próximo e essa foi a maior inspiração para a criação do espetáculo: algo que despertasse o interesse dos jovens que ocupam o Centro de Referência de Juventudes”, explica um dos diretores artísticos, Leonardo Molina.

    Com nove bailarinos em cena, Barravento remonta a um percurso transatlântico dos ritmos e gestos, trazidos do povo Bantu, Malê, Yoruba, Nagô.

    Inspirado nos ritmos do candomblé que originou o funk como é conhecido hoje, os bailarinos mergulham em sonoridades, demonstrando profundo respeito à natureza, aos ancestrais, e à infinita possibilidade das juventudes.

    A produção faz uma linha abstrata homenageando culturas periféricas e dando palco às singularidades emergentes.

    O projeto é realizado pelo Edital Lmic 2020 – Fundo Municipal de Cultura. “Além das sonoridades africanas, também referenciamos o espetáculo no filme Barravento, do diretor Glauber Rocha, que conta o romance de um pescador que recebe a benção da Iemanjá para navegar nos mares com a tripulação e garantir alimentação e renda da população local.

    O pescador abençoado não pode se relacionar com outras pessoas, senão perde a bênção e se torna vulnerável aos males que podem ocorrer quando em alto-mar.

    O pescador cai em tentação e se relaciona carnalmente com uma moradora local, perdendo a benção e trazendo vulnerabilidade para toda vila”, explica Rudson Rocha, um dos diretores artísticos da montagem.