Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Especial GD em Casa
    Especial GD em Casa
    Especial GD em Casa

    No próximo dia 16 de abril, Gabriel Diniz será homenageado com um show que reúne imagens inéditas do cantor para engrossar a agenda de lives sertanejas. O show vai ajudar a arrecadar benefícios para ajudar pessoas que sofrem com essa pandemia , vamos doar, ajudar os outros e compartilhar a alegria de Gabriel Diniz, bem próximos a todos nós, amigos, fãs e admiradores.

  • Especial Memorial Mulheres, com Coletivo Docilaré | Memorial Vale
    Especial Memorial Mulheres, com Coletivo Docilaré | Memorial Vale
    Especial Memorial Mulheres, com Coletivo Docilaré | Memorial Vale

    O Memorial Vale traz em homenagem ao dia 8 de março, data que simboliza a luta histórica das mulheres pelas condições de trabalho, contra o machismo, o racismo e a violência e o feminicídio, a apresentação do Coletivo Docilaré, formado pelas mulheres negras cantoras Dóris, Cida Reis e Raquel Seneias.

    As canções do coletivo compõem o repertório próprio de cada uma das cantoras com temáticas e letras que falam de amor, de desejos, emoções, sonhos, tristezas e alegrias.

    Dóris, Cida Reis e Raquel Seneias são três mulheres sambistas que construíram suas carreiras driblando o preconceito social e o machismo no samba, utilizando diferentes estratégias para conquistar, mesmo que de forma independente, a realização do sonho de se tornarem cantoras.

    São artistas que se unem para juntas comandar uma roda de samba. A apresentação integra o projeto Memorial Mulheres, que tem a curadoria de Juliana Nogueira.

    A retirada de ingressos deve ser feita uma hora antes do evento, e podem ser retirados um par de ingressos por pessoa, pois os lugares são limitados. A apresentação é gratuita.   O Coletivo Docilaré promove um encontro gostoso entre o Samba Canção, o Samba de Roda, o Partido Alto, o Samba Reggae e o Pagode.

    As cantoras apresentam um repertório composto por músicas de seus trabalhos autorais e interpretam sambas importantes do cancioneiro Brasileiro.

    Historicamente as mulheres negras sempre estiveram à frente no comando das rodas de samba, eram as principais propagadoras e incentivadoras das rodas, responsáveis pela alimentação de todos com seus deliciosos quitutes e saborosos pratos. Nas rodas de partido alto, determinavam quais letras e músicas teriam sucesso na avenida e vida longa no cancioneiro popular.

    No entanto, no início da construção deste ritmo musical elas não podiam integrar como sambistas as alas de compositores nas escolas de samba.

    Se nos primórdios as casas de samba instaladas nas periferias atraiam, na sua maioria, negros e negras, a partir do final do século XX e primeira dezena do século XXI, viu crescer a presença do samba nas regiões centrais e redutos da classe média, ao mesmo tempo em que se diversificou as tonalidades cromáticas nos tons de pele – no palco e na plateia - e novos sujeitos se somaram a esta modalidade musical.

    Porém, algo permaneceu inalterado: a pouca presença de mulheres negras no comando destas rodas. E esta ausência, fruto do racismo institucional e do machismo cultural, precisava ter fim.

    O principal impacto positivo deste projeto é fortalecer e legitimar a ocupação das mulheres em todos os espaços.

    Página do Grupo: https://www.instagram.com/docilare.coletivo/

  • Foto da artista
    Foto da artista
    Especial Noite dos Musicais - 2026

    Belo Horizonte ganha uma noite inteiramente dedicada ao universo dos grandes musicais, com a Filarmônica de Minas Gerais reunindo em um único programa algumas das melodias mais reconhecíveis da história do teatro e do cinema. A Noite dos Musicais promete transportar o público da capital por décadas de produções que moldaram o imaginário coletivo de gerações  de Dorothy e seus sapatinhos vermelhos às ruas de Nova York de West Side Story, passando pelos jardins britânicos de Mary Poppins, pelas colinas austríacas de A Noviça Rebelde e pelas ruas de Londres de My Fair Lady.

    O concerto se distingue por oferecer ao espectador algo que nenhuma gravação consegue reproduzir: a experiência de ouvir ao vivo, interpretadas por uma orquestra, as trilhas que marcaram sua história afetiva. Cada melodia carrega consigo a memória de uma cena, de um personagem, de um momento, e ouvi-las em sala de concerto transforma o repertório familiar em algo novo e surpreendente.

    Para o público belo-horizontino, a iniciativa representa também uma porta de entrada generosa para o universo da música orquestral. Ao apostar em um programa construído sobre a afetividade e o reconhecimento imediato, o concerto tem a capacidade de reunir em uma mesma plateia desde os frequentadores habituais das salas de música erudita até aqueles que chegam simplesmente movidos pela memória de uma canção que nunca esqueceram.