Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Espetáculo Camille Claudel
    Espetáculo Camille Claudel
    Espetáculo Camille Claudel

    Monólogo sobre a vida e a obra da escultora francesa Camille Claudel. Enlouquecida e morando num hospício na França, Camille desenha compulsivamente, relembrando sua tumultuada relação de amor e arte com o grande escultor Auguste Rodin. Sua genialidade e rebeldia não se adequavam aos rígidos padrões patriarcais de sua época, razão pela qual foi internada por 30 anos, até a sua morte, aos 79 anos de idade. Em cena, Camille, com delírios persecutórios, ouve vozes e tem visões de esculturas que ela executou e expôs com sucesso antes de sua internação. Algumas obras suas são interpretadas em cena, através de desenhos. Prólogo com a realização ao vivo do retrato de um espectador, que servirá de modelo.

  • Espetáculo: Campo Minado
    Espetáculo: Campo Minado
    Espetáculo: Campo Minado

    “Quem sou eu?”. Na tentativa de responder a esta pergunta, um jovem é atormentado por memórias que o instigam a uma possível resposta.

    Ele: neto de Geralda, ex-Rainha da Guarda de Marujo São Cosme e São Damião, e décimo filho da Maria, encontra suas raízes alicerçadas no terreiro de sua antiga casa, o mesmo local onde ele começou a entender que vivia - e ainda vive - em um Campo Minado.

  • Espetáculo: Campo Minado
    Espetáculo: Campo Minado
    Espetáculo: Campo Minado

    “Quem sou eu?”. Na tentativa de responder a esta pergunta, um jovem é atormentado por memórias que o instigam a uma possível resposta. Ele: neto de Geralda, ex-Rainha da Guarda de Marujo São Cosme e São Damião, e décimo filho da Maria, encontra suas raízes alicerçadas no terreiro de sua antiga casa, o mesmo local onde ele começou a entender que vivia - e ainda vive - em um Campo Minado.

    Campo Minado, monólogo, com atuação de Luscas Gonçalves de, tem como proposta artística investigar memórias felizes e situações existenciais da vida do ator, sustentando a criação através de ações corporais e de cantos tradicionais, em destaque, os Vissungo.

    O monólogo, com direção da atriz e diretora Michelle Sá, também integrante da Trupe Estrela, tem seu nascimento a partir de uma cena curta apresentada desde 2016, em diversos espaços como Segunda Preta; Festival de Arte Negra; Rascunho de Cena, dentre outros. Internacionalmente, na Itália  e na Turquia,. A pesquisa de Luscas foi uma das selecionadas para a residência do Lab. Cultural do BDMG Cultural, sob tutoria da atriz e dramaturga Grace Passô. Essa atuação junto ao público possibilitou ao ator, a percepção quanto às ressonâncias dos temas abordados.

    Luscas sempre foi curioso em relação à vida, ao que sentia e por que sentia. Estes questionamentos o levaram à metáfora “campo minado” e a um conjunto de autores tais como Sérgio Pererê, Frantz Fanon, Sueli Carneiro, Solano Trindade, Djamila Ribeiro, MV Bill, Maya Angelou, Ricardo Aleixo, Bell Hooks e Cruz e Sousa que dão suporte à dramaturgia do espetáculo.

    O monólogo retrata a realidade de um jovem negro que cresceu e viveu/vive em favela e estudou em escola pública. Realidade esta, semelhante à de muitas crianças e adolescentes estudantes das escolas que hoje recebem este espetáculo. Luscas aposta na escola pública como um campo fértil e potente para a formação de adultos transformadores de suas próprias realidades. Haja visto que o mesmo teve sua trajetória bastante potencializada dentro da escola pública.