Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Espetáculo: “A.B.R.A.Ç.O.” com o ator Frederico Contarini, da Ajayô - Teatro Em Pé
    Espetáculo: “A.B.R.A.Ç.O.” com o ator Frederico Contarini, da Ajayô - Teatro Em Pé
    Espetáculo: “A.B.R.A.Ç.O.” com o ator Frederico Contarini, da Ajayô - Teatro Em Pé

    Nos dias 18, 19 e 20 de março de 2020, às 19 horas, o Centro Cultural UFMG recebe o ator Frederico Contarini, da Ajayô - Teatro Em Pé, para a apresentação do solo narrativo “A.B.R.A.Ç.O.”. Ode à imaginação, a peça é embebida de risos, reflexões e emoções sobre a nossa condição humana no mundo.

    O espetáculo é, antes de tudo, uma experiência íntima vivida dentro de cada um de nós. A direção e dramaturgia são de Dhu Rocha. Ingressos pelo Sympla. Classificação: livre.

    O espetáculo apresenta a saga de um boneco que deseja encontrar seu dono desaparecido, pois anseia lhe contar que seu filho precisa de cuidados. Apoiada na simplicidade, durante a jornada das cenas, a peça encarna uma divertida e curiosa diversidade de personagens que estão amalgamados na vida desse boneco.

    Ao tornar-se herói de uma mensagem para um desaparecido, o boneco inicia sua jornada em direção a um passado e um futuro que o surpreendem. Os artistas da Ajayô - Teatro Em Pé brincam com a imaginação do público através de uma linguagem realista-fantástica. A peça entrelaça humor e emoção temperados de mineiridades e fantasias, que mergulha o público nessa rica experiência narrativa não só de um boneco, mas de sujeitos comuns de nosso dia-a-dia e seus pequenos dramas fantasmáticos.

  • Crédito: Pamela Bernardo
    Crédito: Pamela Bernardo
    ESPETÁCULO "ABRE CAMINHOS"

    SINOPSE: O Grupo Identidade apresenta o espetáculo "Abre Caminhos", que combina dança e performance para tratar de ancestralidade, espiritualidade e corporeidade negra. A obra traduz em movimento as encruzilhadas de fé, resistência e celebração.

    "Abre Caminho" é um grito. Um grito de jovens, negros, artistas, corpos em movimento que atravessam e são atravessados pelas vivências da periferia. Muitos falam sobre nós, mas poucos falam a partir de nós — de dentro, com o corpo pulsando e a palavra acesa. Este trabalho é sobrevivência. É sobre os atravessamentos, as potências e os caminhos que formam quem somos hoje. A cena se constrói como um manifesto dançado, em que cada gesto traduz uma história e cada corpo anuncia a força de existir e resistir. Quantos de nós deixamos de ser para sermos o "nós" que somos hoje?

     

    LOCAL: FUNARTE – Galpão 1

    CLASSIFICAÇÃO: Livre

    Direção Geral: Negona Dance
    Direção Artística: Leo Garcia

  • Espetáculo: A Bruxinha que era boa
    Espetáculo: A Bruxinha que era boa
    Espetáculo: A Bruxinha que era boa

    A peça “A Bruxinha que era Boa” foi escrita em 1958 pela dramaturga brasileira Maria Clara Machado e chega aos palcos mineiros em versão divertida e colorida com paródias de musicais famosos como “Mary Poppins”, “Mudança de hábito”, “O Fantasma da Ópera”, “A Pequena Sereia”, “Aladdin”, “Frozen”, entre outros.

    O espetáculo conta a história de Ângela, uma bruxinha diferente das outras que frequentam a Escola de Maldades da Floresta e que estão sendo preparadas para serem as piores bruxas. Caolha, Fredegunda, Fedorosa e Fedelha, juntamente com Ângela, serão avaliadas pelo bruxo mais malvado da floresta, que escolherá a pior bruxinha de todas e a premiará com a tão sonhada vassoura a jato. Porém, nem os conselhos e ensinamentos da Bruxa-Chefe ajudam a bruxinha Ângela a ser uma excelente aluna, e como castigo ela é presa na Torre de Piche. É nessa hora que ela conhece Pedrinho, um jovem lenhador que não se assusta com Ângela e a ajuda a fugir do castigo e ganhar o prêmio. A peça tem como princípio não julgar uma pessoa sem realmente conhecê-la. Pedrinho vê o interior de Ângela e descobre que a bruxinha a sua frente não é ruim. É quando ele a nomeia de “A Bruxinha que era Boa”...