Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Espetáculo: Cris Pereira 30 Anos
    Espetáculo: Cris Pereira 30 Anos
    Espetáculo: Cris Pereira "30 Anos"

    Jorge da Borracharia, Pedreiro Dinei e Gaudêncio juntos em um espetáculo inesquecível que percorrerá 30 cidades em 4 estados do país. O humorista Cris Pereira celebra três décadas de carreira com uma turnê especial que promete arrancar risadas e emocionar o público. 

    No espetáculo Cris Pereira 30 Anos, o artista reúne seus personagens mais icônicos do momento: Jorge da Borracharia, Pedreiro Dinei e Gaudêncio, em um show único, repleto de momentos inesquecíveis e histórias hilárias. A turnê percorrerá 30 cidades em 4 estados, levando alegria e bom humor para diferentes públicos. O show promete ser um marco na trajetória do humorista, que conquistou o Brasil com seu talento, carisma e personagens que refletem o dia a dia do povo com leveza e autenticidade. 

    Para Cris Pereira, essa turnê não é apenas uma comemoração, mas um reencontro com o público que acompanha sua jornada há anos: “É um privilégio poder comemorar esses 30 anos nos palcos ao lado de quem sempre me incentivou a fazer a diferença. Esse show é um presente para mim e para cada pessoa que riu, compartilhou e se identificou com os meus personagens ao longo desses anos.

  • Espetáculo: “Cura” Cia. de Dança Deborah Colker - Sesc Palladium
    Espetáculo: “Cura” Cia. de Dança Deborah Colker - Sesc Palladium
    Espetáculo: “Cura” Cia. de Dança Deborah Colker - Sesc Palladium

    Instituto Cultural Vale apresenta “Cura”, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. “Cura” também conta com patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro, através da Secretaria Municipal de Cultura. Deborah Colker dedicou seu tempo, nos últimos anos, a buscar uma cura. No caso, uma solução para a doença genética que seu neto possui, a epidermólise bolhosa.

    Dessa angústia pessoal nasceu o novo trabalho da Cia. de Dança Deborah Colker, um espetáculo que vai muito além do aspecto autobiográfico. “Cura” trata de ciência, da fé e da luta para superar e aceitar os nossos limites, do enfrentamento da discriminação e do preconceito.

    Com dramaturgia do rabino Nilton Bonder e trilha original de Carlinhos Brown, “Cura” estreou em 6 de outubro de 2021, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, e passou por nove cidades, com um total de 48 apresentações, e um público total de 50 mil pessoas.

    A turnê de 2022 iniciou com temporada no Teatro Casa Grande, no Rio de Janeiro, entre 27 de janeiro e 20 de fevereiro, com grande sucesso. Em Belo Horizonte, a montagem fará duas apresentações, nos dias 30 de abril e 1º de maio (sábado, às 21h, e domingo, às 19h), no Grande Teatro do Sesc Palladium.

    Em Minas Gerais, a cidade de Ipatinga também receberá a montagem, nos dias 03 e 04 de maio (terça e quarta-feira, às 20h30), no Centro Cultural Usiminas. Deborah Colker concebeu o projeto em 2017, mas foi no ano seguinte, com a morte de Stephen Hawking, que encontrou o conceito.

    Embora acometido por uma doença degenerativa, a ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), o cientista britânico viveu até os 76 anos e se tornou um dos nomes mais importantes da história da física. Deborah percebeu que há outras formas de cura além das que a medicina possibilita. “Quando foi diagnosticado, os médicos deram a Hawking três anos de vida.

    Ele viveu mais 50, criativos e iluminados. Entendi o que é a cura do que não tem cura”, conta.

    A estreia de “Cura” aconteceria em Londres em 2020, mas a pandemia não permitiu. O adiamento deu ao espetáculo mais um ano de pesquisas, transformações e reflexões. “A pandemia me fez ter certeza de que não era apenas da doença física que eu queria falar.

    A cura que eu quero não se dá com vacina”, afirma Deborah. Há dores mostradas no palco, mas há esperança no final. Deborah diz que procurou preservar a alegria necessária à vida.

    Um ingrediente para isso foi a semana que passou em Moçambique durante a preparação, quando conheceu pessoas que não perdiam a vontade de viver, apesar das muitas dificuldades. “Fui procurar a cura e encontrei a alegria”, explica a coreógrafa. Deborah Colker incorporou ao espetáculo referências das três religiões monoteístas e elementos de culturas africanas, indígenas e orientais.

    Logo no início, conta-se a história de Obaluaê, orixá das doenças e das curas. “A ponte entre fé e ciência me ajudou muito. Fui experimentar o invisível, a sabedoria do invisível”, diz. Numa cerimônia realizada quando da morte do seu pai, Deborah conheceu o rabino Nilton Bonder, autor de “A alma imoral” e muitos outros livros.

    Ao planejar “Cura”, decidiu convidá-lo para desenvolver a dramaturgia. Dentre tantas contribuições, ele ressaltou que “pedir é curar”, ideia que gerou uma cena. Também apontou que “a grande cura é a morte”, o que motivou uma coreografia com dois bailarinos dançando ao som de “You want it darker”, de Leonard Cohen. "O espetáculo apresenta todos os recursos imunitários e humanitários em aliança pela cura.

    A ciência, a fé, a solidariedade e a ancestralidade são o coquetel de cura do que não tem cura. Concebido antes desta pandemia, o título não é um ‘conceito’, mas um grito”, afirma Bonder.

    Carlinhos Brown foi convidado, inicialmente, para compor apenas o tema de Obaluê, mas acabou criando praticamente toda a trilha, inclusive a canção inicial, dos versos “Traga meu sorriso para dentro” e “Sou mais forte do que a minha dor”. “A música veio na minha cabeça logo depois da primeira conversa com Deborah.

    Eu pensei: isso é um chamado, não é uma trilha normal. É um trabalho muito mais profundo do que ‘Carlinhos está fazendo uma trilha’, diz o músico, que canta em português, ioruba e até em aramaico. Os 14 bailarinos também cantam, em hebraico e em línguas africanas, algo que acontece pela primeira vez nos 29 anos de história da companhia.

    Fundador da companhia ao lado de Deborah Colker, o diretor executivo João Elias vê em “Cura” um passo ainda maior que o dado pela coreógrafa no trabalho anterior, “Cão sem plumas” (2017), baseado no poema de João Cabral de Melo Neto. “Quando começou a coreografar, Deborah era mais abstrata, formal.

    Depois, passou a contar histórias, aprimorar dramaturgias. “Cão sem plumas” já era um espetáculo visceral, emocionante. “Cura” é ainda mais, mostra um grande amadurecimento”, analisa o diretor.

    Companheiro de Deborah em toda a trajetória, o cenógrafo e diretor de arte Gringo Cardia é outro que destaca a importância de “Cura” para a artista. “Deborah era toda ciência.

    Passou por um crescimento espiritual. Foi conversar com Deus neste espetáculo”, afirma Gringo Cardia, que assina as duas rampas que dão aos movimentos dos bailarinos a sensação de desequilíbrio, e as caixas que, entre várias funções, formam um muro. “O muro passa a imagem de um grande obstáculo, mas ele se divide em vários pedaços. Então, é possível atravessá-lo.

    É como a gente faz nas nossas vidas”, diz Gringo. Nos figurinos de Claudia Kopke – que esteve em “Cão sem plumas” – as pernas podem ter estilos bem diferentes, traduzindo o desequilíbrio que é um dos nortes do espetáculo. “Os bailarinos têm as cabeças cobertas, usam balaclavas, mas o final é dourado, de alegria”, explica a figurinista.

    O iluminador Maneco Quinderé, que só havia trabalhado com a companhia em “Vulcão” (1994), também criou uma luz fragmentada, como sugerem as ideias de “Cura”. O final tem brilho, indicando renascimento. “Cada segmento tem suas características, e eles formam um caleidoscópio”, diz ele.

  • Espetáculo: "Dando pinta na cidade" com Esse Menino
    Espetáculo: "Dando pinta na cidade" com Esse Menino
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    Show de abertura: Babu carreira