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  • Espetáculo de dança InFluxos
    Espetáculo de dança InFluxos
    Espetáculo de dança: InFluxos

    AInFLUXOS é um espetáculo de dança com música apresentada ao vivo, que propõe uma convergência entre o movimento dançado, o movimento sonoro e o movimento cênico. No palco estão Patrícia Werneck, dançando e performando, e Celso Nascimento, na trilha sonora.

    O espetáculo tem referências estéticas e conceituais que remetem à cultura chinesa: os artistas vivenciaram o treinamento do Tai Chi Pai Lin - conjunto de práticas de origem milenar taoísta para a saúde e para a longevidade. A concepção dos figurinos tem como ponto de partida as cores branco, preto e vermelho e as suas relações com os elementos metal, água e fogo, com base na teoria dos cinco elementos da Medicina Tradicional Chinesa.

  • Espetáculo de dança:" Metamorphosis" - Teatro SESIMINAS
    Espetáculo de dança:" Metamorphosis" - Teatro SESIMINAS
    Espetáculo de dança:" Metamorphosis" - Teatro SESIMINAS

    Metamorphosis apresenta um trabalho de teatro de dança, fortemente influenciado pelo balé de Maria Caruso e vocabulários modernos.

    Durante o solo, o público pode mergulhar na emoção da verdadeira história da artista e em sua expressão abnegada no palco.

    Ansiosa para levar a cura, através da dança, à comunidade global, Maria chega à Belo Horizonte, em turnê mundial, para uma apresentação exclusiva no próximo dia 29 de janeiro, sábado, às 20h, no Teatro SESIMINAS.

    Desde sua estreia no Festival de Dança de Karmiel de Israel, em 2018, Metamorphosis tem sido apresentado em todo o mundo.

    Mesmo em tempos de pandemia, Maria consegue manter o espetáculo em turnê mundial, fomentando a arte em momentos tão inesperados. Uma prévia da Metamorfose pode ser visualizada aqui . Metamorphosis destaca as muitas transições da vida e as emoções que a acompanham.

    Embora baseadas nas próprias experiências de Maria, as mudanças emocionais drásticas apresentadas durante o solo podem ser compartilhadas entre todos que tiveram suas rotinas transformadas pela pandemia, com tempo para reflexão sobre a própria vida.

    A inspiração para o espetáculo Metamorphosis vem das experiências de vida da bailarina que preenchem as páginas de sua história.

    Do medo, à raiva e à confiança, ela expressa as mudanças que seu caráter sofre, por meio de uma série de figurinos, em vários vestidos coloridos. Metamorphosis já foi visto em cinco continentes.

     

  • Espetáculo de dança PlaylistA feito em CasA: À flor da pele - Circuito Cultural UFMG
    Espetáculo de dança PlaylistA feito em CasA: À flor da pele - Circuito Cultural UFMG
    Espetáculo de dança PlaylistA feito em CasA: À flor da pele - Circuito Cultural UFMG

    Surgido a partir de estudos de improvisação instantânea, o espetáculo de dança PlaylistA feito em CasA: À flor da pele estreia no dia 26 de agosto, às 19h, pelo www.youtube.com/culturaufmg. A apresentação foi produzida por seis dançarinas de Belo Horizonte por meio da plataforma Zoom, e integra a programação do Circuito Cultural UFMG #emcasa. O Circuito é uma iniciativa da Diretoria de Ação Cultural da UFMG.

    Andrea Anhaia, Ester França, Cib Maia, Joelma Barros, Márcia Neves e Marise Dinis conseguiram construir uma obra coletiva, mesmo que à distância. Reunindo-se pela internet desde abril desse ano, elas iniciaram uma empreitada ambiciosa para dar continuidade ao espetáculo PlaylistA, de 2018. A peça explorava a improvisação em tempo real, tendo como inspiração o universo feminino e as interpelações que balizam a condição de ser mulher na atualidade.

    Abarcando os desafios de preservar o caráter efêmero das práticas em dança em um ambiente virtual, as artistas de diferentes trajetórias profissionais passaram a se encontrar semanalmente. “Escrevemos cartas umas para as outras e, depois disso, lemos em conjunto. A cada encontro produzimos vídeos-processos regidos pelo fluxo e pela alternância entre o que se nomeia como dança e como vídeo”, explicou Andrea Anhaia, que está concluindo o curso de licenciatura em Dança pela UFMG.

    No exercício da escuta e interlocução, as dançarinas se dedicam a fazer de seu corpo em movimento a tradução de anseios, angústias, cansaço, solidão, coragem e esperança. Do processo improvisado de direção e edição instantânea da imagem, emergem questões, cujos sentidos estão abertos para a interpretação do público.

    O projeto

    As dançarinas coautoras se reuniram a convite de Andrea Anhaia e Ester França, cofundadoras e integrantes do Coletivo Movasse que, ao longo de seus 15 anos de existência, vem constituindo um repertório de trabalhos apresentados no Brasil e exterior. Assim como Andrea e Ester, Cib Maia, Joelma Barros, Márcia Neves e Marise Dinis também possuem longa atuação em Belo Horizonte. Suas carreiras abarcam a participação em grupos de dança, trabalhos solo ou, como profissionais independentes, em colaboração com outras/os artistas da cena. Juntas desde maio de 2018, sem nenhum tipo de patrocínio ou financiamento, seu principal interesse é investigar diferentes temas e estímulos e relacioná-los aos múltiplos modos e desafios de ser mulher.