Noturno Museus - 2022 - Museus

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  • Imagem com uma mulher de cabelos vermelhos e vestido de bolinha ao meio, o nome da peça, local e data no canto da imagem
    Imagem com uma mulher de cabelos vermelhos e vestido de bolinha ao meio, o nome da peça, local e data no canto da imagem
    Espetaculo: "Como salvar um casamento" Nany People

    A atriz, humorista e apresentadora Nany People retorna a Belo Horizonte com um de seus espetáculos mais marcantes: “Como Salvar Um Casamento”, que será apresentado no dia 14 de dezembro (domingo), às 18h, no Centro Cultural Unimed- BH Minas. 

    Em um solo cômico repleto de situações cotidianas e reflexões bem-humoradas sobre as relações amorosas, Nany interpreta uma palestrante carismática e inusitada — e diversos outros personagens — para mostrar que o humor pode ser o melhor antídoto para as divergências dos casais. 

    Com texto de Bruno Motta e Daniel Alves, e concepção visual de Marcos Guimarães, o espetáculo percorre as fases e dilemas dos relacionamentos: da fecundação do óvulo pelo espermatozoide “machista”, passando pelas discussões sobre futebol, até os pequenos conflitos e cumplicidades do cotidiano de um casal prestes a sair para uma grande festa. 

    “Como Salvar Um Casamento” é uma comédia divertida, amorosa e plural, que fala sobre o amor sob uma ótica leve, real e espirituosa. Com a sagacidade e o carisma característicos de Nany People, o público se vê retratado — esteja vivendo um relacionamento ou celebrando a solteirice.

  • Espetáculo: "Como se fosse a casa" - Casa da Voz
    Espetáculo: "Como se fosse a casa" - Casa da Voz
    Espetáculo: "Como se fosse a casa" - Casa da Voz

    Quando a atriz e professora Ana Hadad convidou a atriz, dramaturga e diretora Eduarda Fernandes para conduzir, junto ao preparador corporal Rafael Batista e a preparadora vocal Michele Bernardino, o processo de criação de uma performance solo, partiram de um interesse comum em reavivar a noção de presença — material e coletiva — distorcida pela condição de isolamento social vivenciada nos últimos anos.

    Com estreia na próxima sexta-feira, dia 1º de abril, no espaço Casa da Voz, “Como se fosse a casa” é um solo que acontece na casa da avó e do avô maternos de Ana. O espaço convoca uma dramaturgia autobiográfica, ao mesmo tempo em que a sobrepõe aos interesses coletivos da platéia. Em cena, as manifestações cênicas que têm como disparador o extenso campo autobiográfico se valem no exercício de coletivizar questões pessoais e torná-las risíveis à subjetividade do outro. A socialização da experiência da intimidade no território compartilhado do teatro ergue-se, então, como uma superfície de espelhos, arbitrária à identificação de quem assiste; são parâmetros sentimentais que, de tão elementares, se tornam universais.

    Como dramaturga, ou “montadora dramatúrgica”, Eduarda Fernandes foi responsável por dar forma a essa pretensão autobiográfica e confundi-la com temas extra pessoais. Ao contrário do que comumente é observado em processos do gênero, onde o ator-autor é responsável por selecionar, organizar e projetar o que será colocado em cena, partimos de um olhar exterior à intimidade: os depoimentos e arquivos compartilhados associam-se a outros materiais sob o mesmo recorte temático, recriando significados, deslocando sentidos ou mantendo-os arraigados à origem. Um trabalho de composição que, por si só, configura um processo de ficcionalização.

    Depois de estruturado o texto, Ana foi convidada a olhar novamente para si, traduzida pelas palavras de outrem: estranhas pela forma, mas substancialmente familiares pelo conteúdo. Toda apresentação, atriz e espectadores compartilham a responsabilidade de receber uma pessoa convidada; são co-anfitriãs de um evento ainda sem nome, mas com endereço, dia e horário. Em conjunto, devem trazer à luz do território cênico a singularidade desse/a que chega e desestabiliza os acordos estabelecidos até então.

    O passado biográfico, como tempo referencial esterilizado pela imutabilidade, serve para localizar, espacial e afetivamente, o território no qual os encontros acontecerão.

    A encenação, por sua vez, não é representativa, não busca reproduzir esse ambiente, deixando esta uma tarefa para a potência imagética das palavras e para a habilidade imaginativa do espectador. Assim, procuramos criar um espaço-ritual, incorpóreo e invisível, que evidenciasse as possibilidades de convívio entre atriz, espectador e convidado. A teatralidade, no entanto, está presente nas formalidades gestuais, nos códigos visuais, nas paisagens sonoras e na especificidade das relações em cena.

    Neste espaço memorado, a atriz reflete, entre outras coisas, sobre o nascimento, a vida e a morte: ciclo inerente à experiência de vida humana (e não humana), e no qual nos apoiamos para proporcionar encontros de toda sorte. Para explorar esse tema universal e inesgotável, a dramaturgia sobrepõe elementos antagônicos como forma de, pela oposição, evidenciar suas funções complementares.

    São eles: chegada e despedida; presença e ausência; morte e vida; pessoalidade e coletividade; memória e acontecimento. Na equipe de criação, está também Régelles Queiroz, que faz a direção de luz. “Como se fosse a casa” faz temporada de sexta a domingo, de 01/04 a 10/04 e de 22/04 a 01/05, na Casa da Voz. Sextas e sábados às 20h, domingo às 19h.

    A Casa da Voz é um novo centro cultural em Belo Horizonte, localizado próximo à região da Savassi.

  • Espetáculo: "Como se livrar das dívidas em 12 hilárias prestações"
    Espetáculo: "Como se livrar das dívidas em 12 hilárias prestações"
    Espetáculo: "Como se livrar das dívidas em 12 hilárias prestações"

    Quem nunca se endividou que atire a primeira pedra. Quem nunca parcelou carro em 32 vezes, 72, 84? Uma pequena prestação na caixa econômica de 35 anos. O endividado é uma das espécies mais comuns no Brasil de hoje.

    O limite do cheque especial estourou faz tempo? Você não consegue pagar juros do cartão de crédito? O agiota está no seu pé, cobrando a dívida do empréstimo? Nem promessa você anda pagando porque já perdeu o crédito com o santo? Então você é como boa parte dos brasileiros.

    Se você ainda tem algum dinheiro na carteira, aproveite para nos assistir, ou pague com pré-datado. Aqui você vai se divertir com sugestões para arranjar fiador, para driblar credores e tudo o que você precisa saber para se livrar das dívidas em 12 hilárias prestações. Um espetáculo que é igual ao seu salário: dá muita vontade de rir. 

    E o melhor: Leve sua conta que ela pode ser quitada no final do espetáculo.