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  • Espetáculo: “Marku Musical”
    Espetáculo: “Marku Musical”
    Espetáculo: “Marku Musical”

    A vida e a obra de Marku Ribas (1947-2013) será celebrada no espetáculo “Marku Musical”, que estreia no dia 10 de maio, no Teatro I do Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte - CCBB BH. 

    As filhas do grande artista mineiro, Lira Ribas e Júlia Ribas, assinam, respectivamente, a direção e a direção musical do espetáculo, com a parceria do diretor Ricardo Alves Jr. Elas também estarão no palco, ao lado da mãe e esposa de Marku, Fatão Ribas. O elenco tem, ainda, o músico e ator Alexandre Massau e o músico nigeriano Ìdòwú Akínrúli.

    O texto do espetáculo parte de uma autobiografia inédita do artista e de memórias trazidas durante os ensaios pela família de Marku.

  • Fotografia de Rodrigo Negão no centro do palco, com pessoas sentadas ao redor durante uma apresentação do Espetáculo Mata Rasteira.
    Fotografia de Rodrigo Negão no centro do palco, com pessoas sentadas ao redor durante uma apresentação do Espetáculo Mata Rasteira.
    Espetáculo Mata Rasteira

    A peça Mata Rasteira, do grupo Caras Pintadas (BH), utiliza como fundamentos a musicalidade e corporeidade da capoeira, além da contação de histórias dos Griots africanos para narrar a odisseia de Nlongi, um menino nascido em Angola, na África. A peça é inspirada no romance “Mata Rasteira – A origem da Resistência”, de Abner Laurindo,  é produzida e idealizada pelo grupo Caras Pintadas formado por Rodrigo Negão (concepção e atuação), Gabriel Coupe (direção e dramaturgia), Anderson Martins e Alexis Abraham.

     

    O espetáculo tem classificação livre com entrada por ordem de chegada, sujeito à lotação do espaço. Para mais informações, acesse: www.circuitomunicipaldecultura.com.br.

  • Espetáculo: "Mata Teu Pai, Ópera Balada"
    Espetáculo: "Mata Teu Pai, Ópera Balada"
    Espetáculo: "Mata Teu Pai, Ópera Balada"

    Entre os dias 11 de abril e 5 de maio (sexta a segunda), o CCBB BH recebe o espetáculo "Mata Teu Pai, Ópera Balada". Idealizada por Grace Passô, a montagem é uma livre adaptação do mito de Medeia, que amplia as reflexões sobre o feminino e o sentimento de pertencimento.

    Na trama, Medeia, interpretada por Marina Mathey, peregrina entre os escombros de uma cidade e sente na pele a condição de imigrante e excluída. 

    Seu caminho é atravessado por outras mulheres expatriadas de diferentes culturas – uma síria, uma cubana, uma judia e uma haitiana – gerando uma forte cumplicidade entre elas, que questionam a sociedade, a violência e a intolerância. 

    A montagem inclui também uma personagem paulista, interpretada por um coro.