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    Espetáculo: Ninguém Dirá Que é Tarde Demais

    Após protagonizar a novela da Globo “Família É Tudo”, Arlete Salles volta aos palcos em turnê com o espetáculo “Ninguém Dirá Que é Tarde Demais”.

    Sucesso de público, visto por mais de 300 mil pessoas nas temporadas presenciais e online, o espetáculo tem emocionado a plateia por onde passa.

    Na comédia, Luiza (Arlete Salles) e Felipe (Edwin Luisi) são vizinhos de prédio que se detestam. 

    Sem conhecerem a identidade do outro, acabam se encontrando na rua e algo de inusitado acontece.

    O texto original é de autoria de Pedro Medina, neto de Arlete, com quem contracena no espetáculo. 

    A direção é de Amir Haddad.
    Além de Pedro, Alexandre Barbalho, filho da atriz, e o amigo Edwin Luisi, que acumula diversos prêmios em teatro durante seus mais de 50 anos de carreira, também estão no elenco.

    Idealizado pelos produtores Rose Dalney, Túlio Rivadávia e Marcio Sam, a leve e divertida comédia, cumpre temporada no Teatro Sesiminas.

  • Nirvana de Ninguém
    Nirvana de Ninguém
    Espetáculo: Nirvana de Ninguém

    Nirvana de Ninguém – Música, poesia e resistência, projeto pensado pelo tríptico: Djami Sezostre, Gilberto Mauro, Saulo Fergo, mais a estrela de Rita Silva – pode ser visto como uma experiência ao infinito.

    Se a música é a medula de diálogo em Nirvana de Ninguém, o mesmo pode ser articulado através da poesia, essencialmente, em função da estrutura do espetáculo.

    Portanto, em Nirvana de Ninguém, vozes em estado de música e poesia dançam como pássaros ao redor do corpo, sendo também dança.

    Mas sendo, por natureza, performance.

    Nirvana de Ninguém, nome tirado de um poema de Djami Sezostre, é a inspiração em liberdade livre, sussurrou o anjo de Rimbaud durante uma viagem ao paraíso dos sentidos.

    Nirvana de Ninguém com Djami Sezostre e Gilberto Mauro e Saulo Fergo e Rita Silva, participações especiais dos músicos Jorge Dissonância e Getúlio Prates e da poeta Vera Casa Nova, cenário Djami Sezostre, iluminação Geraldo Octaviano.

  • Espetáculo: "Noel Rosa: Coisa Nossa"
    Espetáculo: "Noel Rosa: Coisa Nossa"
    Espetáculo: "Noel Rosa: Coisa Nossa"

    O imortal da Academia Brasileira de Letras Geraldo Carneiro comemora 50 anos de trajetória artística com a estreia de "Noel Rosa: Coisa Nossa", homenageando um dos maiores compositores de todos os tempos. “Noel Rosa, Coisa Nossa” é dirigido por Cacá Mourthé, produzido por Eduardo Barata e Marcelo Serrado, com Alfredo Del-Penho e Fábio Enriquez dividindo o papel principal. Dani Câmara, Julie Wein e Matheus Pessanha completam o elenco.

    Noel Rosa não chegou a completar 27 anos, mas, em seu curto período de existência, produziu mais de 200 músicas e garantiu seu lugar de destaque como um dos maiores compositores de todos os tempos.

    Agora, a trajetória singular do músico, morto em 1937, ganha os palcos no musical "Noel Rosa: Coisa Nossa”.

    A obra reconta episódios divertidos, boêmios e trágicos da vida meteórica do Poeta da Vila. "O maior desafio do espetáculo é trazer para o texto o senso lúdico e o humor anárquico do Noel.

    Sua arte está viva e atual por causa dessa mistura de lirismo e humor sem precedentes na música brasileira”, afirma Geraldo.

    A peça revela ao público os momentos mais divertidos e emocionantes da vida de Noel Rosa, bem como alguns casos curiosos que deram origem à obra do artista. "É interessante termos dois atores protagonizando e mostrando que essa herança somos nós. Todos somos Noel. Meu desafio vai ser trazer a vida e a poesia de Noel Rosa para as novas gerações", afirma Cacá Mourthé. Noel é tão amplo e diverso que é capaz de ser representado por dois atores muito diferentes fisicamente.

    Alfredo é moreno e alto, enquanto Fábio é louro e baixo, mas essa diferença não fica evidente com a unidade da interpretação dos dois. "A teatralidade construída entre eu e Alfredo está embasada em 10 anos de amizade”, avalia Fábio.

    Os dois fizeram parte da premiada companhia A Barca dos Corações Partidos, conhecida por espetáculos como “Auê”, "Ópera do Malandro", entre outros. “No 'Noel’ todos os atores tocam um instrumento, seja sopro, percussão, harmonia ou canto”, afirma Alfredo. Recheada de som, humor e poesia, a montagem é caracterizada pelas noitadas em bares e a luta de Noel contra a tuberculose.

    O Rio de Janeiro, o Brasil, os marginalizados e as dores de cotovelo embalam canções clássicas do autor, como como “Gago Apaixonado”, “Com que Roupa” e “Fita Amarela”.