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  • Imagem ilustrativa de divulgação do espetáculo
    Imagem ilustrativa de divulgação do espetáculo
    Espetáculo: "Invisível"

    Invisível é a história de um homem comum que é atropelado pela vida. Um homem que não consegue se impor frente as vicissitudes de uma existência que o condena a ser um sujeito invisível, derrotado pela vida e que tem como único interlocutor o filho de onze anos. Um homem que é engolido pela existência até ser obrigado a cometer um ato brutal que pode ou não libertá-lo.

  • Foto de capa de divulgação para o Espetáculo "Invisível"
    Foto de capa de divulgação para o Espetáculo "Invisível"
    Espetáculo: Invisível

    O espetáculo INVISÍVEL, solo do ator Alexandre Toledo dirigido por Rita Clemente, retorna ao palco do Teatro de Bolso do SESC Palladium para curta temporada. Invisível é a história de um homem comum que é atropelado pela vida. Um homem que não consegue se impor frente as vicissitudes de uma existência que o condena a ser um sujeito invisível, derrotado pela vida e que tem como único interlocutor o filho de onze anos. Um homem que é engolido pela existência até ser obrigado a cometer um ato brutal que pode ou não libertá-lo. Na peça, o personagem se prepara para o último encontro de sua vida.

    O espetáculo é uma adaptação para o palco de uma novela escrita no século XIX, pelo autor italiano Gabrielle D’Annunzio. O espetáculo marca também o reencontro de Alexandre Toledo, ator da Companhia da Farsa com a diretora Rita Clemente. Os dois já estiveram juntos no espetáculo Matinê, que foi apresentado em 2015 e agora, dez depois retomam a parceria. Acostumado a trabalhar com textos consagrados da dramaturgia, é a primeira vez que Alexandre Toledo realiza um espetáculo baseado em uma obra da literatura. No entanto, a ideia de montar a história de Giovanni Epíscopo, o personagem retratado em Invisível, é bem antiga.

  • Espetáculo: “Iolanta – A princesa de vidro”
    Espetáculo: “Iolanta – A princesa de vidro”
    Espetáculo: “Iolanta – A princesa de vidro”

    Inspirado na obra russa “Yolanta”, de Pyotr Ilyich Tchaikovsky, a opereta infantojuvenil “Iolanta – A princesa de vidro” apresenta o mundo sensorial de Iolanta, uma princesa cega. Ainda bebê, ela perde a visão devido a um acidente e cresce de uma maneira inusitada: sem saber que é cega.

    O pai superprotetor, rei de Borgonhópoles, esconde de todos a condição da filha e constrói seu mundo de forma que ela nunca descubra que é cega. Ela, então, cresce isolada no meio das montanhas e longe da maldade humana.

    É uma história sobre a descoberta dos sentidos e sobre o poder de transformação e cura do amor.

    Idealizadora do projeto, Vanessa Dantas assina a dramaturgia ao lado de Ana Paula Secco.

    Com direção de Daniel Herz e direção musical de Wladimir Pinheiro, a peça estreou no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro em janeiro deste ano.

    Agora, “Iolanta – A princesa de vidro” ganha uma temporada em formato on-line e gratuita de 26 de março a 3 de abril (sessões aos sábados e domingos, às 16h), no canal do YouTube do Banco do Brasil.

    O espetáculo tem patrocínio da Eletrobras Furnas e do Centro Cultural Banco do Brasil.

    O projeto é realizado pela Lei de Incentivo à Cultura.

    O elenco é composto por nove atores-cantores: Caio Passos (Rufino D’Acolá), Chiara Santoro (Martha), Kiko do Valle (Jean D’Além), Leandro Castilho (Sr. Tchaikovsky), Mariah Viamonte (Iolanta D’Aquém), Marino Rocha (Petran D’Aquém), Saulo Vignoli (Almerico), Sofia Viamonte (Laurete) e Tiago Herz (Florian D’Além).

    Acompanhados pelo músico Pedro Izar, o elenco toca diversos instrumentos em cena, como violão, violino, violoncelo, flauta, flautim, trompete, acordeão e piano.